segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

Deus tem conhecimento do que um livre agente faria sob determinada circunstância imaginada?

Estava eu lendo a Bíblia hoje e vi que se em Sodoma, e Tiro e Sidom Jesus tivesse operado milagres como operou em Cafarnaum e Betsaida etc. há muito teriam se convertido. Isso defende o que eu escrevi há uns cinco anos no cap. 13 da Teologia Sistemática falando (pela fé, sem prova clara) que Deus sabe o que ocorreria se eu nascesse em outro país, em outra cultura, ou seja, Deus é verdadeiramente Onisciente e conhece em Sua Mente todas as possíveis realidades, as livres escolhas e suas consequências - e assim rege o futuro e o melhor futuro nesta terra / antes da vinda de Jesus é o que realmente ocorre - claro que este melhor futuro é o em que suas ovelhinhas são alcançadas por Cristo, e não ter uma vida sem sofrimento. Deus converte até o mal em bem. Amém

Desta maneira procurei uma base na Internet sobre o conhecimento médio de Deus além deste que percebi. Claro que não sou "molinista", calvinista ou arminiano, mas é um fato que Deus sabe TUDO, que nada é impossível a Ele conforme a Escritura, e também conhece livres escolhas antes mesmo delas acontecerem, invalidando a afirmação calvinista - afirmaram a mim no passado que Deus não conhece o futuro que não decreta - total mentira, caixinha teológica na qual colocaram o Senhor dentro em suas mentes. Obviamente, outras coisas do calvinismo etc. são saudáveis.


Citação do Got Questions sobre conhecimento médio de Deus:

"Por exemplo, Jesus diz explicitamente, duas vezes, que sob diferentes circunstâncias certas pessoas teriam feito uma escolha livre diferente de se arrepender ou não (Mateus 11:21-23Lucas 10:13). Jesus também se refere a diferentes resultados sob diferentes circunstâncias (Mateus 26:24João 14:2). Deus também faz referência a diferentes escolhas levando a diferentes resultados no Antigo Testamento (Êxodo 9:15Isaías 48:17-19). Além disso, a Bíblia afirma claramente que Deus permite que façamos escolhas contrárias às Suas preferências (Mateus 23:372 Pedro 3:9Salmos 5:10Isaías 30:1)."


Como escrevi numa seção sobre os decretos de Deus na teologia ainda creio: Não chegamos aos Seus pés, imagine à Sua Mente! Só Cristo, o Cordeiro de Deus, o próprio resplendor da glória de Deus, a Sabedoria de Deus conforme o apóstolo - além do Espírito - é quem conhece a Mente de Deus! A teologia e a filosofia não alcançam nem os pés de Deus, mas, conjecturando, O vemos ao longe. Amém


Deus abençoe

Roberto


sábado, 28 de dezembro de 2024

17H20 28/12 O AMOR DE DEUS. LINK MEDIAFIRE ATUALIZADO 17H20

 17h20

28/12/24

Não intentava escrever nada... Mas ouvi desconfiadamente falar que Deus nos ama com amor de mesma intensidade com que ama a Cristo. Fui verificar com temor e tremor, medo até de não cair em heresia. Fato: está certo! Seção atualizada!


SEÇÃO ATUALIZADA PARA GLÓRIA DE DEUS E EDIFICAÇÃO DA IGREJA

A metade de baixo foi acrescentada, a metade de cima já existia.


10.5.7 O Amor e Propósito de Deus versus a Eleição Calvinista. Amor Salvífico Incondicional a Todos; Separação Divina aos Pecadores; e Amor Íntimo aos Eleitos. Quão Grande é o Amor de Deus?

Acredito que muitos calvinistas acusam a não-resistibilidade da graça, como defendida aqui, de mérito humano. Porém, se não há responsabilidade humana alguma no processo de salvação, não que a salvação não seja totalmente da parte de Deus, mas expressando em relação à escolha de Deus, então não há verdadeiro amor voluntário da parte de Deus. Pois se Deus nos constrange a amá-lo sem que pudéssemos resistir, ao mesmo tempo de que algum réprobo ao nosso lado é condenado sem condição alguma de aceitar a Cristo, isso não representa um verdadeiro amor. Além disso, se Deus nos salva e não pergunta nada para ninguém, e pelo mesmo impulso condena o injusto que criou, para que criar o injusto? Para criar um vaso de barro para ter o prazer de destruí-lo (uma vez que não deu chance para ele)? Ou, como mostra a parábola curiosa em Ricardo Reis, 2018, Eleição por Graça, “mostrar aos outros que é Deus forte, Soberano, através da condenação eterna dos vasos preparados para perdição, para que seja temido por um ato terrível?” Será que Deus cria algo e esse algo não é bom? Eu não creio nisso, pois tudo o que Deus criou é bom, ou, pelo menos, tem/teve a possibilidade de alcançar o bem algum dia. De acordo com a confissão de fé da Comunidade da Graça, 2018, o homem foi criado para a glória de Deus: No Propósito Eterno de Deus, que criou o homem à sua imagem e semelhança, para que este expressasse a glória divina perante o universo, governasse toda a criação implantando o Reino de Deus na terra e se multiplicasse para realizar o sonho do coração do Pai: “ter uma família com muitos filhos semelhantes a Jesus” (Gn 1.26-28). Assim, sendo o homem criado para Deus, a Queda de Adão, por acaso, impediu o plano de Deus à humanidade, como este referido acima, uma vez que Deus queria originalmente que todos fossem parte do plano de Deus na terra? Ou não foi Cristo o Segundo Adão, que morreu para dar chance a todos e a cada um, uma vez que a Queda levou a morte a todos e a cada um? Assim, mesmo depois da Queda, o propósito de Deus foi o mesmo de antes, não frustrado, mas todos os homens são criados na desobediência para com todos agir de misericórdia (Romanos 11.32). Assim, o Deus da Bíblia age com misericórdia a todos os seres humanos, e como disse Walls e Dongell, 2014, amar não é só suprir com bênçãos temporais (graça comum), mas amar é dar oportunidade para a maior bênção, eterna, à graça salvadora pois, se Deus ama, deseja o bem de suas criaturas caídas. Como disse, se fosse pelo caráter de Deus, todos seriam salvos, conforme a Escritura em 1Tm 2:4.

As palavras de Cristo dizem, e isto está acima de Calvino, Armínio e Lutero, aquele que não renuncia a tudo quanto tem não pode ser seu discípulo. Se isso é mérito humano, talvez devamos ver a teologia com olhos mais críticos, e voltar a confiar mais no Espírito da Escritura.

 

Amor a Todos e a Cada Um

Voltando ao assunto do amor, realmente Deus amou a todos e a cada um com uma postura salvífica quando enviou Jesus, o Cordeiro que morreu desde a fundação do mundo, amou a todos e a cada um para a salvação das suas almas! Os calvinistas Peterson e Williams (Why I am not an Arminian, 2004), no seu livro “Por Que Não Sou Arminiano”, comentam sobre isso:

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. O que motivou o Pai para mandar seu Filho para morrer por pecadores foi seu grande amor. Calvinistas nem sempre têm entendido corretamente João 3.16. Nós rejeitamos tentativas para limitar o significado de ‘mundo’ aqui para ‘mundo dos eleitos’, por exemplo. É melhor seguir os passos de D. A. Carson (Carson, D. A. The Difficult Doctrine of the Love of God. Wheaton, Ill.: Crossway, 2000), que vê esse verso como indicando ‘a postura [stance] salvífica de Deus em relação ao seu mundo caído.

Pode-se ver que os autores, citando D. A. Carson, colaboram com o fato de que Deus Pai tem uma postura de amor, salvífica, em relação a todo o mundo caído. Isso talvez comece a iluminar muitos calvinistas para ver que Deus se importa com a salvação de todas as suas criaturas caídas, que, de acordo com o bom entendedor, é o espírito da Escritura e do evangelho.

 

O amor de Deus é condicional ou incondicional? Amor Íntimo de Deus

Ambos. Falando do amor de Deus para o ser humano, é fato de que a Trindade tem amor incondicional por todos os homens com intenção de salvá-los em Cristo (amou o mundo, Jo 3.16), porém aos salvos Ele ama com amor íntimo (como eu o chamo), imenso e especial, pois o seu amor, em João 14.21, é condicional: Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele. Deste modo, Deus ama intimamente aquele que tem os seus mandamentos e os guarda. Como apenas os nascidos de novo podem guardar os mandamentos de Deus (não por si mesmos), conclui-se que apenas os nascidos de novo são amados intimamente por Deus. Se Deus amasse a todos, justos e ímpios com o mesmo amor, por exemplo, incondicional, esse verso não faria sentido, pois fala de um momento em que “será amado de meu Pai, e eu [Jesus] o amarei”.

O amor íntimo de Deus ao salvo não é um amor condicional de um modo que precisaríamos fazer algo para merecer o amor de Deus, mas Deus nos ama intimamente por causa de Cristo: é condicional a Cristo. Em Cristo e por Cristo somos amados.

Cristo é amado pelos seus méritos próprios, como Filho unigênito, Deus de Deus, Luz de Luz. Já nós somos amados em Cristo, e não fora de Cristo, nem pelos nossos méritos próprios (não porque somos “bonitinhos, legais ou simpáticos, nem porque fizemos obras incríveis de justiça”), mas sim a partir do momento em que somos adotados no ato da salvação, mais especificamente ato da adoção (que vem junto com a regeneração e justificação) pelo qual tornamo-nos filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus conforme a Escritura. Ele nos amou porque é a Sua natureza, Ele nos amou sem mérito nosso, Ele nos amou antes que existíssemos, Ele nos amou antes que fizéssemos o bem ou o amássemos de volta! Nada podemos fazer para diminuir ou aumentar o amor de Deus Triuno a nós, pois já fomos e somos declarados justos, pois temos a justiça de Cristo imputada a nós. Nossa justiça está no Céu e é Cristo, o Salvador, assentado à destra do trono de Deus: fazer o bem não aumentará nossa justiça, e fazer o mal temporariamente não diminuirá nossa justiça, Ela é eterna, É Jesus.

Se não podemos nos separar do amor e da graça do nosso Deus e do nosso Senhor Jesus Cristo, segue que esse amor íntimo ao salvo (ou eleito, pois todo salvo é eleito) ou justificado (pois todo justificado será glorificado cf. Rm 8.28 em diante), embora condicional a Cristo, é incondicional a nós após a salvação: condicional a Cristo, mas Ele é imutável, e não se arrepende! É incondicional a nós pois não há nada que possamos fazer para nos separar de Cristo e do amor de Deus conforme a Escritura, e nem queremos, pois o Espírito nos constrange para arrependimento com tristeza e mudança de atos toda vez que erramos conforme a Palavra.

Claro que fora de Cristo não somos amados com esse amor íntimo conforme o Salmo 5:5 e o 11:5: “Deus odeia [ou seja, é separado d]o pecador”), mas só com o amor salvífico que vem junto com Sua atitude divina para salvar a todos e a cada um, pois as pessoas do mundo têm uma alma a quem o Senhor de fato quer salvar conforme João 3:16. O Espírito testifica na Escritura que Deus quer salvar a todos a e todos dá verdadeira chance, mas muitos deles resistem ao Espírito Santo.

Como um pai terreno se tiver filhos biológicos e adotados deve amar todos eles igualmente, por que não o Pai Celeste/Perfeito? A intenção do Pai em adotar filhos por amor, por Cristo, e pelo Espírito cf. Efésios 1.4,5 é a mesma de um pai amoroso com seu filho adotivo terreno. Vemos que Deus nos ama como ama a Cristo em João 17.23 (Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim, e que os tens amado a eles como me tens amado a mim). Pude verificar que calvinistas e arminianos creem nisso, que o Pai nos ama como ama igualmente a Cristo! Vemos que o amor que uma Pessoa da Trindade ama a outra é o mesmo amor com que a Trindade, cada Pessoa junta e separada, ama a cada um de nós, juntos e separados, que somos seus filhos adotados e justificados, noiva de Cristo sem ruga nem mácula na eternidade. Veja também João 17.21: "Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste". Aí também está a Unidade da Igreja (obs. a Igreja é o Corpo de Cristo, a união de salvos de todas as épocas, do céu e da terra), nossa unidade com Cristo através do Espírito, e de Cristo com o Pai (ou talvez Unidade da Igreja com toda a Trindade), comemorada na Ceia do Senhor, e na ceia das Bodas do Cordeiro por toda a eternidade. Consegue agora visualizar, crer, sentir e viver o Amor que Deus tem por você, que é o mesmo que sente por Cristo, e quão imenso, qual a largura, altura, profundidade do Amor de Deus? ALELUIA! Glória a Deus!


quinta-feira, 26 de dezembro de 2024

Complementação à parte de biologia da T.S. de 27/12 (parte do post)

 Por Ken Ham

Será que a ciência moderna realmente reconhece “seis sexos biológicos realmente comuns” nos humanos? Não. São dois: masculino e feminino.

As “identidades de género” tão populares hoje em dia não são os sexos biológicos – são determinadas pelos sentimentos da pessoa que reivindica a identidade de género. Mas os sentimentos não determinam a verdade. Em vez de confiar nos nossos sentimentos, devemos voltar-nos para a Palavra de Deus em busca da verdade absoluta e, pelo poder do espírito de Deus e do evangelho, alinhar os nossos sentimentos com a Palavra e a verdade de Deus. E além disso, porque somos pecadores (Romanos 3:23) e os nossos corações são “enganosos mais do que todas as coisas e desesperadamente perversos” (Jeremias 17:9), não podemos confiar nos nossos sentimentos!

O deputado James Talarico prosseguiu afirmando: “A questão é que, biologicamente falando, cientificamente falando, o sexo é um espectro e, muitas vezes, pode ser muito ambíguo”. O que ele quer dizer com isso? Bem, ele está apontando para o fato de que nem todo mundo é XX (mulher) ou XY (homem) – “mas também solteiros X, XXY, XYY e XXXY”. Mas será que as anomalias nos cromossomas sexuais realmente significam que existem “seis sexos biológicos realmente comuns”?

Não. As anomalias no desenvolvimento cromossômico são apenas isso: anomalias, desvios da norma. As anormalidades não constituem um novo sexo biológico. Pelo contrário, são uma desordem do desenvolvimento humano normal. Indivíduos com essas anormalidades ainda são homens ou mulheres. Aqueles com Y são homens e aqueles sem Y são mulheres. Essas anormalidades costumam causar problemas (que variam de menores a mais graves) para quem as possui. Além disso, essas anormalidades não são “realmente comuns”. Para o arranjo XXY, é 1 em 600 nascimentos; para XYY e XXXY, é 1 em 1.000; e X é 1 em 2.500–4.000 nascimentos.

Além disso, estas anomalias não são a mesma coisa que a chamada “identidade de género”. Transgênero, fluidez de gênero e tudo o mais que os ativistas LGBTQ promovem não têm nada a ver com biologia – tem tudo a ver com psicologia, como uma pessoa pensa e se vê. Não é um problema do corpo. É um problema da mente!

Tais indivíduos precisam de compaixão e bondade — e precisam da verdade que vem da Palavra de Deus e é confirmada pela ciência observacional. Existem apenas dois gêneros/sexos nos humanos: masculino e feminino (Gênesis 1:27). Foi assim que Deus nos criou, e tentar mudar o sexo de alguém é, em última análise, uma rejeição pecaminosa do desígnio de Deus. Aqueles que lutam contra a disforia de género precisam da verdade do evangelho. Eles precisam saber que a sua identidade não precisa estar enraizada em si mesmos e nos seus sentimentos, mas sim em Cristo, na sua morte e ressurreição para eles, e no seu desígnio para eles e para o seu corpo.

Aqueles que lutam contra a disforia de gênero não precisam de produtos químicos, cirurgias de mutilação corporal, roupas travestis, novos pronomes e um novo nome – eles precisam da mensagem do evangelho que muda corações e vidas para a eternidade e lhes dá uma nova identidade enraizada em Cristo.

Por Ken Ham

https://answersingenesis.org/family/gender/modern-science-says-there-are-six-sexes/

Eu, Roberto, não conhecia isso, e deixo para edificação. Graça e paz

terça-feira, 26 de novembro de 2024

A Santidade do Cristão



Santificação Não Corresponde Só ao que Não Fazer: Outros Aspectos da Santificação

 

A santificação é uma cooperação Deus-homem. O Espírito Santo é chamado de o Espírito de Santificação, mas ele só santifica aos que não resistem ao que Ele diz a nós, especialmente na Palavra. Por isso existem os mais santos e os menos santos, e por isso também grandes e pequenas recompensas celestes.

Quando em sinceridade oramos, buscamos a Deus, nos consagramos, jejuamos a Deus, louvamos e adoramos ao Senhor, lemos a Bíblia, também quando nos reunimos na casa de Deus (isto é, igreja / denominação cristocêntrica, igreja que tem a Cristo como centro), na comunidade de fé, para ouvirmos a mensagem da Palavra, quando somos aconselhados e admoestados pelo Senhor, crescendo individualmente e também em conjunto, o Senhor abre nossos olhos espirituais e nos santifica.

Como obviamente a santificação não é só separação do pecado, mas viver uma vida de santidade, isto é, fazer o bem; Como também, a meu ver, aquele que não faz o mal bíblico faz o bem a Deus (falando de um salvo), ou seja, quem não odeia o próximo, ama o próximo, etc., santidade não é só “não, não, não...”, mas andar em Espírito, viver em Espírito, produzir bons frutos com obras piedosas, obras de arrependimento e perseverança; produzir bons frutos através de palavras, pensamentos, além de impactar com o bom perfume de Cristo simplesmente por estar em algum lugar mesmo sem falar nada (testemunho de Cristo), deste modo tendo os mesmos sentimentos que teve Cristo Jesus em sua vida, o Cristo encontrado nos quatro evangelhos da Bíblia Sagrada, andaremos em Espírito, produzindo o fruto do Espírito Santo.

Ainda que muitos vejam santidade apenas como separação do pecado, como aquele que não pratica o mal bíblico produz o bem bíblico (somente se for nascido de novo, claro, pois sem fé salvadora ninguém pode agradar a Deus, Hebreus 11:6), santidade também é obedecer a Deus: santidade é não deixar de servir a Deus (Josué 24:15, Hebreus 10:25) nem de orar (1Samuel 12:23, 1Tessalonicenses 5:17), é ter o caráter de Cristo (Filipenses 2:5, 1Tessalonicenses 1:6), é produzir o fruto do Espírito (Gálatas 5:23): amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio (ou em outra versão “Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.”). É amar a Deus e ao próximo de verdade: Marcos 12:30,31 Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes.

Como temos que ser meninos na malícia, mas adultos no entendimento (1Coríntios 14:20), aquele que persevera e se aprofunda em fazer o bem nem precisa saber uma lista de todos os males que deve negar! Quem conhece o Senhor e prossegue em conhecer o Senhor (Oseias 6:3) deve se abster das práticas seculares da seção anterior naturalmente e progressivamente (e assim por diante, pois todo dia os homens inventam novos males cf. Romanos 1:30).

A vida de um nascido de novo, seja andando pouco ou muito em santidade, é de perseverança. Faça um teste. Se você acha que é salvo há cinco ou dez anos, apesar das lutas, dificuldades e perseguições, deve notar um crescimento espiritual na sua vida em direção a estar mais perto do Senhor em comparação a cinco ou dez anos atrás: essa é a perseverança de que falamos que todo salvo possui, marca de Cristo:

Amém.

terça-feira, 6 de agosto de 2024

6/8/24 T.S. Atualizada no mediafire, seção nova sobre "Casamento". O ebook "O Casamento Cristão" está sendo atualizado em poucas horas para a 4ª edição.


O que foi acrescentado?

Bom, eu tinha uma pulguinha na minha orelha na área do casamento, do amor ao próximo e respeito mútuos que me incomodava, e escrevi a seção abaixo.


8.4.5 Refutando Duas Críticas Comuns à Bíblia: Explicando o Amor Mútuo entre o Marido, a Mulher e os Filhos; 1Timóteo 2:15: A Mulher é Salva Dando à Luz?

 

A Mulher também deve amar o marido como Cristo amou a Igreja?

Tive o desprazer de descobrir que algumas pessoas, fazendo um desfavor para o evangelho de Cristo, creem e ensinam que apenas o homem deve amar a mulher (como Cristo amou a Igreja), e que creem que não há mandamento bíblico para a mulher amar o homem (retribuir o amor, portanto, ter amor mútuo e submissão mútua no casamento), e que não é natural a mulher amar o homem, pois Paulo não falou isso na letra da Bíblia nas passagens mais explícitas que falam sobre família e casamento. Mas o bom conhecedor da Bíblia sabe onde ficam os versículos:

 

Efésios 5.25 (esse versículo eles conhecem): Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela;

Vejamos mais alguns versículos:

Fazer bem um ao outro: 1 Co 7.3 O marido pague à mulher a devida benevolência, e da mesma sorte a mulher ao marido.

Sujeitai-vos uns aos outros, não só a esposa ao marido: Efésios 5.21 Sujeitando-vos uns aos outros no temor de Deus. 1Pe 5.5b ...e sede todos sujeitos uns aos outros, e revesti-vos de humildade, porque Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.

Jo 15.12 (amor para ambos os cônjuges) O meu [Jesus dizendo] mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu [Jesus] vos amei.

Nesse versículo acima pode-se ver com clareza que até a mulher deve amar o marido como Cristo amou a Igreja.

 

Mas esse versículo abaixo os meninos na fé e no conhecimento não conhecem, de que às mulheres também há mandamento explícito para amar os maridos e os filhos:

Tito 2.4 Para que [as mulheres idosas] ensinem as mulheres novas a serem prudentes, a amarem seus maridos, a amarem seus filhos,

 

Falando disso, dizem que é o marido que tem que governar a casa, não?

1Timóteo 3.2,4 É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar; [...] que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia.

Porém, as mulheres também governam a casa: 1 Timóteo 5.14 Quero, pois, que as que são moças se casem, gerem filhos, governem a casa, e não deem ocasião ao adversário de maldizer;

Portanto, a Escritura defende o respeito, amor, submissão, igualdade e comunhão mútuos no casamento e na família.

Glória a Deus.

 

Explicando 1 Timóteo 2:15. A mulher é salva dando à luz filhos?

Vejamos o contexto:

1 Tm 2.13-15 Porque primeiro foi formado Adão, depois Eva. E Adão não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada [por Satanás], caiu em transgressão. Salvar-se-á, porém, dando à luz filhos, se permanecerem com modéstia na fé, no amor e na santificação.

A mulher é salva pelas boas obras agora, e não pela fé? Claro que não. A salvação é sempre pela fé. As Escrituras não se contradizem. Quando elas se contradizem, nós é que estamos errados.

Assim, a explicação clara, óbvia e correta desse texto é que salvação na Bíblia nem sempre significa salvação eterna, espiritual em Cristo, mas livramento de dano futuro. A salvação da mulher do versículo 15 fala do seu contexto (versículo 14), ou seja, será salva da transgressão e do engano de Satanás. E como isso? Para a mulher ser livre do engano de Satanás, deve cumprir o seu papel e chamado na família, não abandonar a família, ter um ou outro filho (agora que temos métodos anticoncepcionais há décadas fica mais fácil para a mulher não “povoar o mundo” e consequentemente ser obrigada a ficar em casa o dia todo – e consequentemente não poder trabalhar fora se fosse necessário) e, além disso, para a mulher ser livre do pecado, da tentação e do engano de Satanás (v. 14), seus filhos devem também permanecer (assim como ela e também o seu marido devem permanecer) com modéstia na fé, no amor e na santificação. Esse versículo foi escrito justamente porque uma mulher santa com filhos infiéis é simplesmente bombardeada por ataques de Satanás, e é disso que o apóstolo fala que se os filhos forem fiéis, será livre (salvar-se-á) da tribulação e do pecado. Veja que a Escritura diz que Deus se agrada que as famílias, se os cônjuges não forem estéreis (se forem, clamem a Deus como Ana, mãe de Samuel, e Deus é poderoso para agir segundo Sua vontade), tenham filhos, pelo menos um – filhos são herança do Senhor, e não nossa. O pastor Renato Vargens, homem de Deus, ainda disse que é pecado para um casal optar por não ter filhos – nisso não opinarei, mas racionalmente me faz sentido.

Concluindo, sendo fiéis não daremos brechas para o inimigo entrar na nossa casa, nos nossos filhos e no nosso casamento para fazer confusão, mas estaremos assim fazendo firme nossa eleição e vocação no Senhor, e de modo nenhum tropeçaremos:

2Pe 1.10-11 Portanto, irmãos, procurai fazer cada vez mais firme a vossa vocação e eleição; porque, fazendo isto, nunca jamais tropeçareis. Porque assim vos será amplamente concedida a entrada no reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Amém.


sábado, 3 de agosto de 2024

(8h30 4/8/24) Teol. Sist. Atualizada: Crescendo em conhecimento: Destino final de Salomão; Transmissão do pecado.

Paz

Atualizado 8h30 4/8/24


Eu escrevi em alguns lugares, inclusive na T.S., que achava que provavelmente Salomão tinha sido condenado eternamente por causa da idolatria. Pesquisando isso e amadurecendo o raciocínio vi que eu estava errado visto que multipliquei a gravidade e impacto do pecado de Salomão frente ao poder da graça de Deus.


ATUALIZADO 8h30 4/8/24

Página 160-161 atualizadas:

"O próprio Salomão foi idólatra em sua vida porque muitas de suas mulheres não eram judias nem fiéis, mas idólatras. E elas o perverteram, mas, fazendo um parêntesis aqui, digo que Deus, na velhice de Salomão, teve misericórdia dele, pois ele mostrou fruto de arrependimento: baseado em Versebyverseministry.org (2019 e 2021), com minhas palavras: 1. Salomão era da genealogia de Jesus, e sabe-se que nenhum deles era descrente; 2. Salomão se arrependeu do seu pecado em sua velhice pois escreveu Eclesiastes e o lindo final daquele livro que resume a sua vida (Ec 12.13-14 De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo o homem. Porque Deus há de trazer a juízo toda a obra, e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau); 3. Salomão escreveu Provérbios, Eclesiastes (a tradição rabínica disse que Salomão escreveu Eclesiastes em sua velhice) e Cantares, e 2Pedro 1.21 diz que todos os autores dos 66 livros da Bíblia eram santos (Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram, inspirados pelo Espírito Santo); 4. Salomão amava a Deus (1Rs 3.3); 5. A salvação sempre foi pela fé, e Salomão escreveu sobre Jesus, com fé Nele (Pv 8:22-36 e 9:9-10) – quando eu, Roberto, achei que ele havia sido condenado, aumentei em minha consciência a gravidade do pecado (idolatria) dele frente ao poder da graça de Deus – todavia todos somos pecadores e a salvação sempre foi pela fé, como com Abraão, e não por obras. Então, como a fonte acima diz, “uma vez que a condição para a salvação sempre foi a mesma – pela fé nas promessas de Deus – essa condição não foi retirada com o ato de pecado de Salomão”. Amém."

...

pág 216, seção 9.4, a culpa e corrupção herdados pela queda:

Juntando algumas seções, a alma vem diretamente por uma criação de Deus na concepção (seção Origem da Alma), todavia, como diz G. Voetius, F. Turretin e B. de Moor apud Bavinck, Herman (2012, vol. 2, pág. 595), “a alma, embora chamada à existência como uma entidade racional espiritual por uma atividade criativa de Deus [...] recebe seu ser não de cima ou de fora, mas sob as condições e no meio dos vínculos do pecado que oprime a raça humana”. Já o nosso corpo em sua plenitude (tudo, menos a alma ou espírito) certamente vem transmitido por geração de nossos pais, formado de modo único pelo nosso DNA, assim como corretamente a ciência mostra, e Jesus em João 3.6 fala que o que é nascido de carne é carne.

Como descrito na citação de Grudem acima e na seção “4.2 Cristo Nasceu sem Pecado”, herdamos de Adão, o primeiro cabeça ou representante federal da humanidade, a culpa imputada espiritualmente e a corrupção do pecado herdada por geração natural (Gn 5.3; Sl 51.5; Rm 5.12). A respeito da culpa, como Cristo é o segundo e novo cabeça da humanidade, depois da sua ressurreição, ele removeu tal culpa imputada por Adão, ou seja, tirou todos os impedimentos legais à salvação a todo aquele que crê, pela Graça, chamada preveniente ou anterior. Porém, nós, nascidos de novo, sem a culpa que foi imputada por Adão, ainda herdamos a natureza corrompida pelo pecado, pois não somos perfeitos, mesmo nascidos de novo, mas somos ao mesmo tempo santos e pecadores, como Lutero disse.




sexta-feira, 26 de julho de 2024

Teologia Sistemática Atualizada em 26/7/24


O que foi aprimorado está abaixo.

9.3 Consequências da Queda e Depravação Total

Nestas seções abordaremos as consequências da Queda, além da morte. Schaff apud Sproul, R. C. (2024) comenta:

A queda de Adão apresenta-se como a maior e a mais digna de castigo se considerarmos, primeiramente, a altura que ele ocupava, a imagem divina na qual foi criado; então, a simplicidade do mandamento, e tranquilidade de obedecê-lo, na abundância de todos os tipos de frutos no paraíso; e, finalmente, a sanção do mais terrível castigo do seu Criador e mais formidável Benfeitor. Philip Schaff. History of the Christian Church, 8 vols. (1907-10; Grand Rapids: Eerdmans, 1952-53, 3:825 apud Sproul, R. C., 2024).

O homem perdeu na queda sua liberdade original, seu livre-arbítrio, tendo passado a ser escravo do mal. A vontade caída tornou-se uma fonte de mal no lugar de uma fonte do bem. Só pode ser renovado internamente (e ter a liberdade restaurada) em questão de desejos, vontade e emoções pelo contato com a Palavra pregada. O homem perdeu a sua capacidade intelectual e mental, que era muito maior no estado original do que no pós-queda. Por isso sabe-se que na eternidade nossa mente se abrirá com nosso novo corpo (e mente glorificados), tanto quanto a mente de Adão no Paraíso. Recebeu uma maldição da queda em Gênesis 3: perda do paraíso e da comunhão com Deus, dor à mulher ao dar à luz, trabalho árduo do homem, morte no universo e na natureza, dentre outros; Recebimento da natureza humana pecaminosa (carne), nascendo com uma predisposição ao pecado; morte física (incluindo doenças), espiritual (e eterna se não houver reconciliação com Deus pela graça); culpa adâmica do pecado de Adão (nascemos culpados pois pecamos em Adão).

Embora a queda tenha trazido originalmente todo o mal do mundo e da humanidade, Cristo desfez (e está desfazendo) pela Sua morte e Sua graça os efeitos dela: Quando nascemos de novo, somos libertos da culpa e escravidão do pecado; a vontade torna-se, progressivamente, pelo Espírito, fonte de seguir a Deus. Desejamos o bem, mesmo sendo ainda pecadores. Recebemos direito de entrar novamente no paraíso, desta vez, celeste, pelo Sangue de Jesus. Deus tem dado capacidade pela Sua graça aos homens para a mulher ter menos dores e o homem trabalho menos árduo, de modo que ao nascido de novo filhos são herança do Senhor, o desejo da mulher não é ao homem, mas a Deus, e o trabalho deve ser dedicado ao Senhor. O nascido de novo crucifica a carne com Cristo, tendo uma predisposição ao bem (transformação, santificação e perseverança), tendo passado da morte espiritual para a vida espiritual e eterna, vida que é Cristo mesmo em nós. Jesus aboliu a morte, por isso, diferente dos ímpios, ao nascido de novo a morte é só uma passagem à eternidade. Na eternidade não haverá doenças nem morte física e, além disso, nossa mente se abrirá em conhecimento, inteligência e virtude, onde louvaremos a Deus em comunhão e adoração eternas, que se inicia já nessa vida. Não bastasse isso, quando Jesus voltar inaugurará novos céus e terra onde habita a justiça: não haverá mais morte, pranto, clamor, tristeza ou dor. Não haverá mal, pecado ou morte em lugar ou ser algum da nova criação (que está separada do lago de fogo, claro), de modo que Jesus reconciliou pela cruz todas as coisas que estavam separadas com Deus (não só homens e mulheres, mas incluindo até os cosmos, a natureza e os animais). Aleluia!

 ....

....

pág 213 (nova versão - estava escrito "s"obrará, mas é dobrará):

Mas é o oposto: pregue sobre a profundidade da graça de Deus e é aí que o ser humano se dobrará pelo Espírito Santo! 


Amém.

domingo, 21 de julho de 2024

Teologia Sistemática atualizada neste domingo (21/7 18h32) no mediafire para PDF e EPUB gratuitos. Livrarias digitais demorarão alguns dias.

Graça e paz. Fui ler a Bíblia de madrugada no dia do Senhor (agora, 0h00-02h00), e Deus sempre nos surpreendendo, glória a Deus.



O que atualizei?

10.4.3 Deus ainda se ira com o salvo se ele pecar? E o pecado separa o salvo de Deus? (pág 270-271)

Tendo falado sobre graça e justificação amados irmãos, tendo também me aprofundado mais na Palavra, questionei-me se:

1. Questionei-me se Deus se ira com o salvo quando às vezes peca, mas aquele que é salvo é justificado pela fé, é declarado justo, e passou da ira para a paz de Deus. Depois de me debruçar nas Escrituras, sabendo que o nascido de novo nunca permanecerá no pecado, e sempre se arrependerá, pois sua semente é de Deus conforme 1Jo 3, ocorre que a disciplina de Deus Pai (e da Trindade toda) ao salvo, independente da gravidade do pecado, nunca é manifestação da ira divina, mas do amor paterno que corrige e "açoita" a todos que ama conforme a Escritura. Por isso o nascido de novo, que verdadeiramente teve uma transformação pelo Espírito (e que é contínua), nunca mais sofrerá a ira de Deus nem quando erra (Romanos 5.1 Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo). Mas advirto-vos, para quem não conhece, que a disciplina do Pai para seus filhos é forte e dói na alma, porém, sim, com amor. Nada disso isenta o salvo de ter que pedir perdão pelos seus pecados todos os dias na presença do Senhor que a todos julga (1Co 4.4b). 1Jo 3.20b ...maior é Deus do que o nosso coração, e conhece todas as coisas.

2. Sabe-se que o pecado separa o homem de Deus conforme Isaías etc. O nascido de novo, que é fiel, é separado de Deus quando peca? Sim e não. Primeiro, o pecado no descrente ou "crente" carnal (ou convencido pelo Espírito no meio do processo de conversão) gera a morte cf. Rm 6.23 e ele permanece separado de Deus, nunca foram salvos. Porém, o pecado para o salvo na nova aliança não separa o nascido de novo de Deus a ponto de gerar morte ou ir ao inferno, mas de algum modo o pecado intencional ou não resistido cometido pelo salvo tira em parte temporariamente o salvo da comunhão com Deus, afasta temporariamente a presença do Espírito entristecendo-O, fica mais difícil orar prolongadamente entrando com ousadia perante a face de Deus, e o Pai ouve mas pode não atender a oração, por exemplo, de um casal nascido de novo, ex. novos convertidos com brigas e discussões acaloradas e frequentes conforme a Escritura diz acerca disso (1Pedro 3.7). Tomando a Ceia em pecado, também, o nascido de novo pode sofrer forte disciplina ou juízo do Pai conforme 1Co 11.30. Veja, não é maldição nem macumba, pois estas não pegam àqueles que têm o Espírito (Romanos 8.1), mas juízo de Deus, sofrimento, para que o nascido de novo se desenvolva e cresça nas provas e tribulações até flor perfeita pois importa por muitas tribulações entrarmos no Reino eterno de Deus conforme a Bíblia diz. Deus nosso Pai realmente pode permitir algumas enfermidades (que Ele nos livre), se com elas sejamos mais crentes e fervorosos, como o espinho na carne de Paulo, provavelmente enfermidade em seus olhos ou visão cf. Gálatas 4.15, que às vezes um mensageiro de Satanás com a permissão divina o esbofeteava (2Coríntios 12.7) para que ele não se orgulhasse da excelência das revelações. Deus disse e ainda diz: A minha graça te basta, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza.

Amém.




Gostei muito do raciocínio abaixo (até um certo livro famoso de Teologia Sistemática não tem coragem de afirmar que Jesus nos resgatou e pagou o preço a Deus), e o coloquei:


10.2.1.1 Como e a quem Jesus pagou nosso resgate? – por Got Questions Ministries (pg 235-236)

Como muitos ficam em dúvida para saber a quem Jesus pagou nosso resgate (se a Deus ou, erroneamente, a Satanás), eis a resposta. De acordo com Got Questions Ministries (2024):

Um resgate é algo que se paga para libertar um cativo ou prisioneiro. Jesus pagou o nosso resgate para libertar-nos do pecado, da morte e do inferno. Encontramos nos livros de Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio os requisitos de Deus para os sacrifícios. Nos tempos do Antigo Testamento, Deus ordenou aos israelitas que fizessem sacrifícios de animais para a expiação substitutiva, ou seja, a morte de um animal tomava o lugar da morte de uma pessoa, uma vez que a morte é a penalidade pelo pecado (Romanos 6:23). Êxodo 29:36a declara: "Sacrifique um novilho por dia como oferta pelo pecado para fazer propiciação."

Deus exige santidade (1 Pedro 1:15-16). A Lei de Deus exige santidade. Não podemos dar a Deus a santidade completa por causa dos pecados que cometemos (Romanos 3:23), portanto, Deus exige a satisfação de sua lei. Os sacrifícios dedicados a Ele cumpriam os requisitos. Aqui é onde Jesus entra em cena. Hebreus 9:12-15 nos diz: "Não por meio de sangue de bodes e novilhos, mas pelo seu próprio sangue, ele entrou no Santo dos Santos, uma vez por todas, e obteve eterna redenção. Ora, se o sangue de bodes e touros e as cinzas de uma novilha espalhadas sobre os que estão cerimonialmente impuros os santificam de forma que se tornam exteriormente puros, quanto mais, então, o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu de forma imaculada a Deus, purificará a nossa consciência de atos que levam à morte, de modo que sirvamos ao Deus vivo! Por essa razão, Cristo é o mediador de uma nova aliança para que os que são chamados recebam a promessa da herança eterna, visto que ele morreu como resgate pelas transgressões cometidas sob a primeira aliança."

Romanos 8:3-4 também diz: "Porque, aquilo que a lei fora incapaz de fazer por estar enfraquecida pela carne, Deus o fez, enviando seu próprio Filho, à semelhança do homem pecador, como oferta pelo pecado. E assim condenou o pecado na carne, a fim de que as justas exigências da lei fossem plenamente satisfeitas em nós, que não vivemos segundo a carne, mas segundo o Espírito."

Claramente, Jesus pagou o resgate por nossas vidas a Deus. Esse resgate foi a sua própria vida, o derramamento do seu próprio sangue, um sacrifício. Por causa de sua morte sacrificial, cada pessoa na terra tem a oportunidade de aceitar esse dom de expiação e ser perdoado por Deus. Sem a sua morte, a Lei de Deus ainda precisaria ser satisfeita - por nossa própria morte.

Got Questions Ministries (2024, https://www.gotquestions.org/Portugues/resgate-Jesus-pagou.html).


10.2.8 Conclusão (pg. 246) - versículos abaixo inseridos

Existem versos na Escritura que apontam para o sacrifício de Cristo apenas para os eleitos, o que invalida a expiação ilimitada arminiana (citados anteriormente).

Existem versos na Escritura que apontam para o sacrifício de Cristo a todos, em outro aspecto, o que invalida a expiação limitada calvinista rígida (2Coríntios 5.15 E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou. Hebreus 2.9 Vemos, porém, coroado de glória e de honra aquele Jesus que fora feito um pouco menor do que os anjos, por causa da paixão da morte, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todos).

Portanto, o que permanece mais próximo da Bíblia na minha opinião...

etc.


Apêndice C - pág 673-675:


"É um engano interpretar essas profecias, símbolos e tipos do AT literalmente.

 

Por exemplo, neste desenvolvimento deste estudo, podemos indagar sobre o que a Escritura diz sobre o templo celeste, ou tabernáculo celeste (incluindo nisto o templo celeste que os dispensacionalistas acham que será no milênio), profetizado no AT pelos profetas e confirmado em Hebreus 8 e 9. Literal ou figurado?

 

Vejamos alguns versículos de Hebreus 8 e 9 comentados:

Hebreus 8 (ACF 2007)

1 Ora, a suma do que temos dito é que temos um sumo sacerdote tal, que está assentado nos céus à destra do trono da majestade,

2 Ministro do santuário, e do verdadeiro tabernáculo, o qual o Senhor fundou, e não o homem.

Cristo é ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo celeste, que é o Seu Corpo Glorificado cf. João 2.19ss (Jesus respondeu, e disse-lhes: Derribai este templo, e em três dias o levantarei. Disseram, pois, os judeus: Em quarenta e seis anos foi edificado este templo, e tu o levantarás em três dias? Mas ele falava do templo do seu corpo). Fausset, A. R. (comentarista bíblico de Hebreus) In: Jamieson, Fausset e Brown (1866) diz:

Tabernáculo: Seu corpo. Através de Seu corpo glorificado como o tabernáculo, Cristo passa para o “Santo dos Santos” celestial, [que é] a presença imaterial imediata de Deus, onde Ele intercede por nós. Esse tabernáculo em que Deus habita é onde Deus em Cristo nos encontra, que somos “membros do Seu corpo, da Sua carne e dos Seus ossos”. Esse tabernáculo [Corpo místico de Cristo, a Igreja santa, colchetes meus, Roberto] corresponde à Jerusalém celestial, onde a presença visível de Deus será manifestada a Seus santos aperfeiçoados e aos anjos, que estão unidos a Cristo, a Cabeça; em contraste com Sua presença pessoal invisível no Santo dos Santos, inacessível exceto a Cristo. João 1:14, “O Verbo… habitou entre nós”, grego, “tabernaculou”.

Ao tabernáculo celeste temos acesso pelo Sangue de Jesus, que nos faz fazer parte do tabernáculo/templo/Jerusalém celestial/Corpo de Cristo/Igreja. Mas o Santo dos Santos do Tabernáculo Celeste é o lugar em que Deus habita, o Trono de Deus, a Mente de Deus, inacessível senão a Cristo e ao Espírito Santo.

 

Hebreus 9 (ACF 2007)

11 Mas, vindo Cristo, o sumo sacerdote dos bens futuros, por um maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, isto é, não desta criação,

12 Nem por sangue de bodes e bezerros, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção.

Cristo entrou no Santo dos Santos do Céu - na Presença Pessoal de Deus, inacessível, nos comprou com Seu Sangue e nos resgatou.

22 E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão.

23 De sorte que era bem necessário que as figuras das coisas que estão no céu assim se purificassem; mas as próprias coisas celestiais com sacrifícios melhores do que estes.

Comentário de A. R. Fausset (1866): O pecado do homem introduziu um elemento de desordem nas relações de Deus e Seus santos anjos em relação ao homem. A purificação remove este elemento de desordem e muda a ira de Deus contra o homem no céu (projetado para ser o lugar de Deus revelando Sua graça aos homens e anjos) em um sorriso de reconciliação [pelo Sangue de Jesus, colchetes meus]. Compare “paz no céu” (Lucas 19.38). “O céu incriado de Deus, embora em si uma luz imperturbável, ainda precisava de uma purificação [reconciliação Deus-homem em Cristo], na medida em que a luz do amor foi obscurecida pelo fogo da ira contra o homem pecador” [Delitzsch in Alford]. Contraste Apocalipse 12:7-10. A expiação de Cristo teve o efeito também de expulsar Satanás do céu (Lucas 10.18; Jo 12.31; compare com Hb 2.14). O corpo de Cristo, o verdadeiro tabernáculo (ver Hebreus 8.2, Hb 9.11), como tendo o nosso pecado imputado (2Co 5.21), foi consagrado (Jo 17.17, 17.19) e purificado pelo derramamento de Seu sangue para ser o ponto de encontro entre Deus e o homem.

24 Porque Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu [A.R. Fausset (1866)a presença imediata do Deus invisível além de todos os céus criados, através dos quais Jesus passou], para agora comparecer por nós perante a face de Deus;

 

Falamos de Hebreus (que fala do tabernáculo ou santuário celeste). E como interpretar Ezequiel (que também fala do templo celeste, isto é, a mesma coisa do que Hebreus, ainda que os dispensacionalistas dizem que é do milênio deles)? Mike Blume (2023) explica-nos o que significa o templo de Ezequiel:

Ezequiel 47 fala sobre um rio fluindo do templo, onde existem árvores em ambos os lados do rio cujas folhas curam e os frutos servem como alimento. Apocalipse 22 mostra exatamente o mesmo rio com as mesmas árvores em ambos os lados do rio, cujas folhas dão cura e os frutos servem como alimento. Mas o rio flui do trono de Deus e do Cordeiro na revelação de Apocalipse, e não de um templo como em Ezequiel. Por que a discrepância? Será porque o rio e as árvores do templo de Ezequiel são um conjunto de árvores e rio totalmente diferente do de João em Apocalipse 22? Não. A BÍBLIA DÁ A RESPOSTA!

Apocalipse 21:22 E não vi nela templo algum; porque o Senhor Deus Todo-Poderoso e o Cordeiro são o seu templo.

A razão pela qual Ezequiel viu um templo saindo do rio e João viu um trono de Deus e o cordeiro saindo do rio é porque DEUS E O CORDEIRO são o templo! Foi mostrada a Ezequiel a sua imagem do templo porque os profetas não sabiam que o sacrifício de Jesus, representado pelo Cordeiro a que João Batista se referiu como Cristo, cumpriria todos os seus tipos simbólicos e sombras que tratavam do pecado. Eles sabiam que um Messias viria, mas não sabiam os detalhes de como Cristo realmente realizaria a expiação. Isso nos mostra a mesma razão pela qual foi mostrado a Ezequiel um templo, sacerdotes e ofertas pelo pecado. Mike Blume (2023).

Portanto, em primeiro lugar, o templo de Ezequiel e de Hebreus é o mesmo. Em segundo lugar, não é físico conforme Ap 21.22. Como dito no céu (e num eventual milênio premilenista) não há nem haverá tabernáculo ou templo físico, pois Deus e o Cordeiro, Eles mesmos são o templo. É figurado, é bem mais profundo o significado – não fique só na superfície na teologia!"


Roberto

sexta-feira, 19 de julho de 2024

Filmes no meu canal do youtube

Prezados, mais uma vez, convido-vos a entrar no meu canalzinho do YouTube, chamado Roberto Fiedler Rossi.

As pregações estão um pouco desatualizadas frente a minha Teologia Sistemática Interdenominacional (maio de 2024), mas tenho feito uploads de filmes cristãos não protegidos ou bloqueados por direitos autorais no Brasil.

Aproveitem.

Paz

quinta-feira, 18 de julho de 2024

Ai de quem vem o escândalo

Tenho visto dezenas de escândalos em sites de notícias gospel acerca de pastores. Por isso, quando a igreja se mistura com o mundo, e peca como o mundo peca, percebe-se que essa igreja é feita de joio, não é trigo. Em segundo lugar, já que isso já começou, São poucas as ovelhas de Jesus. Em terceiro lugar, o Pai julgará em vida os que desobedientemente e voluntariamente se rebelam contra Ele, incluindo suas nações. Judas, irmão de Jesus e de Tiago, disse que os sensuais não têm o Espírito. Em quarto lugar, a apostasia generalizada dos evangélicos carnais diz que Jesus está às portas, voltando, e escatologicamente! Amém, ora vem Senhor Jesus, busque os "7000" que não se dobraram diante de Baal e nem o beijaram! Graça e Paz a todos os que amam a Sua Vinda. Amém 

quarta-feira, 29 de maio de 2024

Mensagem da Semana

Graça e paz a todos os irmãos e irmãs! Mensagem da semana: Deus te ama! Quantas vezes passamos pelo vale da sombra da morte, e da amargura, e da angústia, e Deus demonstra o Seu infinito Amor, pela graça infinita Dele, pela Sua Boa natureza, usando vasos de barro munidos da Palavra de Deus pelo Espírito de Amor em nome de Jesus para falar face a face conosco! Ocasiões assim são como casamentos e devem ser registrados em papel. Mesmo assim o que prega é igual em valor ao que apenas louva no banco, e igual ao mendigo de rua: todos somos iguais, e a diferença entre nós em função, dom e salvação é pura Graça e mérito da Trindade. É tão bom que Deus fale conosco sobrenaturalmente, seja por qual meio for, que é Ele demonstrando Seu Amor. E o principal meio que Deus fala conosco é a Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada, com 66 livros inspirados pelo Espírito. E o cerne da Bíblia, a mensagem principal é Cristo sobre tudo e sobre todos, nome acima de todo nome, o próprio Criador, que se fez de nenhuma reputação na Terra quando despiu-se da Sua glória em seus 34-35 anos de vida, que demonstrou a máxima expressão do Amor de Deus no Calvário: João diz: *Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados.* (I João 4:10 acf 2011). Isso significa que o Perfeito Amor de Deus foi demonstrado quando o Filho tomou e aplacou a ira de Deus, tornando-o favorável a nós (propiciação), ira por nossos pecados que nós merecíamos sofrer por pecar contra um Deus Santo, Santo e Santo (infinitamente santo). Mas Jesus tomou, por Grande e Infinito e Imutável Amor, sobre Si, a ira que era para nós, e Nele a justiça de Deus foi cumprida de uma vez por todas (sacrifício vicário e cabal). Jesus sofreu um castigo semelhante ao inferno na cruz (porém por algumas horas somente). Por isso, você e eu, nós que cremos (salvos), não estamos mais na ira, mas na paz de Deus, porque Cristo se fez propiciação por você. E essa propiciação, isto é, tornar Deus favorável a nós ao aplacar Sua ira pela justiça e pelo Amor, é só em Cristo, mas está disponível a todos, pois "Deus tanto amou o mundo... ". Amém! Que experimentemos, valorizemos e sintamos Seu Amor em nós, pois a salvação de uma alma é caríssima, preço de sangue imaculado, pelo Espírito Santo, que é o Espírito de Cristo que está conosco todos os dias e que não nos deixa órfãos. Amém! Roberto Fiedler Rossi

terça-feira, 14 de maio de 2024

Mensagem da Semana

Graça e paz a todos!

Eis que houve, mais ou menos na década de 60-70, nos Estados Unidos, um avivamento de Deus (movimento que inspirou o filme “Movimento de Jesus” – “Jesus Revolution” de 2023). As igrejas, pastores e membros eram sérios (ou hipócritas) demais a ponto de não aceitar a entrada de jovens marginalizados nos seus templos. Naquela época ocorreu o movimento hippie, onde jovens buscavam a espiritualidade pelas drogas. O que aconteceu é que um cristão confrontou um pastor dizendo que as ovelhas dele não recebem os jovens, fechando o reino dos céus si mesmos e a eles (Mt 23)! Então o pastor desafiou a tudo e a todos trazendo os hippies, com muitos problemas, à sua igreja, pregando o evangelho simples e verdadeiro: convertam-se, aceitem a Jesus e acharão salvação, livramento e a felicidade que vocês tanto procuram que não estão achando em lugar algum, nem nas drogas. E funcionou! Dezenas de milhares (ou mais) aceitaram a Jesus, se batizaram e louvavam a Deus. Aquela igreja pequena hoje possui mil templos... Foi uma bênção.

Mas a parábola das sementes diz que muitos creem temporariamente, e poucos dão fruto com perseverança (Lucas 8), ou seja, nem todos nascem de novo – pois muitos aceitaram a Jesus e foram batizados, mas nem todos se arrependeram dos seus pecados verdadeiramente:

Lucas 8.11 “Esta é, pois, a parábola: A semente é a palavra de Deus; 12 E os que estão junto do caminho, estes são os que ouvem; depois vem o diabo, e tira-lhes do coração a palavra, para que não se salvem, crendo; 13 E os que estão sobre pedra, estes são os que, ouvindo a palavra, a recebem com alegria, mas, como não têm raiz, apenas creem por algum tempo, e no tempo da tentação se desviam; 14 E a que caiu entre espinhos, esses são os que ouviram e, indo por diante, são sufocados com os cuidados e riquezas e deleites da vida, e não dão fruto com perfeição; 15 E a que caiu em boa terra, esses são os que, ouvindo a palavra, a conservam num coração honesto e bom, e dão fruto com perseverança.

Há quem diga que mais de 80% dos que aceitaram a Jesus se desviam, inclusive nas cruzadas do Billy Graham no passado. “Sem arrependimento [e reconhecimento do pecado]... perecereis” – disse Jesus. Mas, felizmente, os hippies já sabiam que eram pecadores, claro, e por isso o arrependimento deu fruto. Todavia, hoje, há uma geração que não sabe que é pecadora. Que se acha perdoada ou isenta de julgamento. Vamos citar um exemplo:

O Papa atual e o Vaticano publicaram nesta segunda feira 13/5/24 normas para que católicos possam ser perdoados pela igreja. Os fiéis “verdadeiramente arrependidos” [no passado] podem ser [continuamente, colchetes meus] perdoados se se deslocarem para visitar os irmãos que se encontram em necessidade ou dificuldade (doentes, presos, idosos em solidão, pessoas com deficiência...). Também é possível obter o perdão abstendo-se de distrações fúteis e consumos supérfluos.

Então, veja: esse perdão é concedido pela igreja, não por Cristo: não serve. Não é porque fomos perdoados no passado que temos licença para pecar e depois obter sempre perdão fácil sem arrependimento! Isso (licença para pecar pois já foi perdoado) é sinal de quem nunca nasceu de novo, de liberais! Esse perdão é pelas boas obras, e Cristo nunca perdoou ninguém pelas boas obras, rituais, sacrifícios, indulgências nem batismo. Obter o perdão abstendo-se de distrações e consumos fúteis e supérfluos é o fim: é como se um budista pudesse também ser perdoado e recebido no céu se abstendo de prazeres mundanos. É heresia atrás de heresia. Alguns anos atrás declarou também o Papa o perdão dos pecados a toda a humanidade! Negou o inferno, acha que o inferno está vazio. Sem mencionar a idolatria.

Mas, ao contrário dos hippies que sabem que eram pecadores e por isso foram salvos, esses não se acham culpados pois alguém falou que estão perdoados! E não foi Cristo Jesus, o Salvador! Por isso esses se acham justos e estão condenados (como o fariseu) se não se converterem, e os hippies, que se julgavam (e eram) pecadores, foram salvos (como o publicano)!

Jesus disse: não vim para chamar os justos [os que se acham justos], mas os pecadores, ao arrependimento.

Importa voltar à simplicidade do evangelho e não em inventar modismos, novidades: o evangelho é simples, mas o Senhor nos faz crescer cada dia mais.

Efésios 2.8 Porque pela GRAÇA sois salvos, por meio da FÉ, e isso não vem de vós: é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se ache melhor do que outro!

É a GRAÇA de NOSSO SENHOR JESUS CRISTO E DE NOSSO DEUS E PAI que nos salva! Através da fé (como meio, não como fim)!

Vigiemos, pois os tempos estão sombrios: perseveremos em oração e na doutrina dos verdadeiros apóstolos, os originais, os da Bíblia (Atos 2.42):

Atos 2.40b Salvai-vos desta geração perversa. 41 De sorte que foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra; e naquele dia agregaram-se quase três mil almas, 42 E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações. 43 E em toda a alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos. 44a E todos os que criam estavam juntos...

Amém. Deus nos ama e nos dará a vitória – a salvação, perseverança, a vigilância, a provisão, o consolo – por meio do Senhor Jesus Cristo, único nome debaixo do céu pelo qual devamos ser salvos.

Amém!

Roberto Fiedler Rossi

segunda-feira, 6 de maio de 2024

Parágrafo aprimorado.

 Lembrei-me disso e melhorei o final, pois é muito importante. pdf atualizado 15h50 6/5/24. Paz.

De acordo com John Wesley apud Collins (2010, p. 108), a ação da graça preveniente para retirar um depravado de sua depravação total é irresistível: Não obstante, de acordo com Wesley, pelo fato de homens e mulheres na condição natural não terem nem mesmo a liberdade de aceitar nem de rejeitar nenhuma graça oferecida, então esse dom, em si mesmo, tem de ser restaurado de forma graciosa e irresistível. É verdade, como creio, que essa notação de irresistível veio no arminianismo de Wesley, não de Armínio, e é algo extremamente importante senão seria semipelagianismo (o homem nasceria com capacidade de resistir/aceitar a graça de Deus, capacidade à salvação que não perdeu da queda de Adão). Não seria glória somente a Deus.