quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

Corrigidas umas 10 palavras no livro

OLÁ!

Graça e paz!

Corrigidas umas 10 palavrinhas, expressões e frases no livro na língua portugesa (não teologicamente).

Seções corrigidas: ELEIÇÃO (10.5); 10.7 VISÃO GERAL DA DOUTRINA DA SALVAÇÃO 

PROPOSTA (10.7);

3 citações de "PRIDED" retiradas, pois na quarta edição não chamo mais assim a soteriologia.

Atualizado no mediafire e no clubedeautores. Amazon será atualizada hoje ainda para novos compradores.

https://www.mediafire.com/file/ai729bfvlz6m1t0/Teologia_Sistem%25C3%25A1tica_Interdenominacional_-_Roberto_Fiedler_Rossi_-_Clube_de_Autores.pdf/file

terça-feira, 25 de novembro de 2025

Novidades da Teologia Sistemática Interdenominacional em PDF e livro físico no Clube de Autores

Graça e paz!


10h38 25/11/25 Horário de Brasília

PDF MEDIAFIRE:



Principais parágrafos aprimorados na edição da cópia física:


10.5.3

A eleição luterana, por sua vez, é chamada de incondicional à revelação bíblica, pois a Bíblia não esclarece o assunto, não fala o motivo pelo qual elege alguns para a vida, mas a eleição luterana crê que em Deus, ou, como gosto de dizer, na Mente de Deus, existe um critério racional para a eleição, não revelado na Escritura, de modo que, logicamente, não é arbitrária nem aleatória. Assim, em Deus há um critério (não sendo bem ou mal, claro, segundo a Escritura, pois todo bem vem de Deus), mas, na revelação, a eleição é incondicional.


10.7.2

Eleição luterana: Há um critério em Deus para a escolha de Deus desde a eternidade de indivíduos para Sua Glória, mas que a Escritura não revela especificamente, portanto a eleição é incondicional à revelação, mas certamente há um critério não revelado em Deus;


Título da seção alterado:


Última página: OUTRAS OBRAS DO AUTOR

Fonte 10, Times New Roman (é sim bem legível...)


Outros detalhes pequenos.

sábado, 22 de novembro de 2025

Livro físico publicado apenas no Clube de Autores

Graça e paz

Algumas coisas aconteceram, conversei com algumas pessoas, e decidi publicar a quarta edição da Teologia Sistemática Interdenominacional no clube de autores (cópia física):

https://clubedeautores.com.br/livro/teologia-sistematica-interdenominacional-3

Livro formato 16x23 cm, fonte 10 (como antes, que é bem legível), 700p, margens pouco maiores para eventuais anotações. Capa nova.

Até dia 30/11 o site clubedeautores todo está com até 35% de desconto.

Enfim...

Conversei com algumas pessoas, teólogos de 5 pontos de ambos os lados, teólogos pentecostais, e de 4 pontos.

O Senhor me trouxe até aqui. Não adianta buscar encher linguiça nessa obra ou aumentar as páginas (o limite máximo é 700 nessa gráfica, que é excelente), muito menos complicar mais o que já está complicado. Em paz me deito hoje e cumpro meu chamado no Senhor na escrita teológica. Não preciso confiar no conhecimento de homens e pastores leigos ou famosos, especialmente que tomaram um só lado na teologia, como os de 5 pontos (eles tem que engolir muitos versículos bíblicos sem conseguir explicar) pois o Espírito me fez ser "eclético" (não conheço palavra melhor) a partir da Palavra que leio desde 2004 e da teologia que busco desde 2010, e passar tudo isso (pdf) gratuitamente para quem quiser e desejar ler, para a glória de Deus e edificação do Reino.

Estou satisfeito no presente com minhas obras.

Sim, o Senhor sempre nos ensina algo a mais ao longo do mestrado que faço e ao longo da vida pela graça, o Senhor sabe para onde leva Sua Igreja, Ele é o dono da Obra.

Eu agradeço por todos vós e a todos que contribuíram com conhecimento e tempo para ler estas obras.

Roberto

Irmão em Cristo

domingo, 16 de novembro de 2025

17-nov 7h20 Atualizada Teol. Sist.: O Cânon e novo Anexo (Merecem confiança os apócrifos?)

Graça e paz! 800 páginas exatas! Duas seções novas.

https://www.mediafire.com/file/ai729bfvlz6m1t0/16-nov_-_Teologia_Sistem%25C3%25A1tica_Interdenominacional_-_Roberto_Fiedler_Rossi.pdf/file

Última atualização: 17-nov 7h20 (acrescentadas fontes da síntese de Paulo Cristiano, abaixo). mediafire e academia.edu atualizado


1.1 O Cânon Verdadeiro, Escolhido por Deus

O Cânon, “a regra de medida” adotada pela Igreja, constitui a lista ou coleção de livros inspirados que temos hoje, no caso dos protestantes, 66, que formam a Bíblia Sagrada. O cânon não é determinado pela Igreja, nem a Igreja é mãe e nem regula o cânon, mas a Igreja descobre o cânon, a Igreja é filha do cânon, reconhece o cânon, é testemunha do cânon, e é serva do cânon. Bíblia Apologética de Estudo, 2011.

O que quero dizer com isso é que o conjunto de livros inspirados da Bíblia não foi formado aleatoriamente, ou por mão humana, separado da direção de Deus. Isto para que saibais que Deus inspirou algumas Escrituras das milhares que existiram, e a parte dos homens foi tão somente estudar e orar a Deus pelo Espírito para que, pelas doutrinas, separasse o que é inspirado (pelas doutrinas ortodoxas), e o que não é inspirado (pelas heresias e contradições). Todos os 66 livros da Bíblia Protestante são inspirados pelo Espírito Santo, pois não têm contradição real. Se alguém acredita que os livros da Bíblia possuem alguma suposta contradição doutrinária, orem e busquem conhecimento do Senhor para ver que, na realidade, não possuem contradição alguma. Os critérios para a escolha dos livros (Bíblia Apologética de Estudo, 2011), é ver se:

1. O livro foi escrito por um porta-voz de Deus?

2. O livro foi confirmado por um ato de Deus?

3. O livro foi escrito no poder de Deus?

4. O livro foi aceito pelo povo de Deus?

Assim, reconhecemos, com humildade, que o Cânon foi escolhido por Deus, e a Bíblia não é uma colcha de retalhos, pois Ele é o Guia dos seus servos, e a Bíblia Protestante é a Palavra de Deus escrita aos homens, o registro da revelação de Deus aos homens, viva e eficaz! Nela se encontra o evangelho (boas novas) de Cristo:

Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego.
Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá pela fé. Romanos 1:16,17.

 

A Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada ou Escritura Sagrada, é inspirada em todas as suas partes (seus 66 livros):

Como diz a Confissão de Fé de Westminster, cap. 1, II, “sob o nome de Escritura Sagrada, ou Palavra de Deus escrita, incluem-se agora todos os livros do Velho e do Novo Testamento, que são os seguintes, todos dados por inspiração de Deus para serem a regra de fé e de prática:

 

O VELHO TESTAMENTO


Gênesis
Êxodo
Levítico
Números
Deuteronômio
Josué
Juízes
Rute
I Samuel
II Samuel
I Reis
II Reis
I Crônicas
II Crônicas
Esdras
Neemias
Ester

Salmos
Provérbios
Eclesiastes
Cântico dos Cânticos
Isaías
Jeremias
Lamentações de Jeremias
Ezequiel
Daniel
Oséias
Joel
Amós
Obadias
Jonas
Miquéias
Naum
Habacuque
Sofonias
Ageu
Zacarias
Malaquias



O NOVO TESTAMENTO


Mateus
Marcos
Lucas
João
Atos
Romanos
I Coríntios
II Coríntios
Gálatas
Efésios
Filipenses
Colossenses
I Tessalonicenses
II Tessalonicenses
I Timóteo
II Timóteo
Tito
Filemon
Hebreus
Tiago
I Pedro
II Pedro
I João
II João
III João
Judas
Apocalipse



Para continuar no assunto, e para saber o porquê dos livros apócrifos, chamados de deuterocanônicos pelos católicos, não estarem na Bíblia protestante (e nem serem a Palavra de Deus), ver o ANEXO G “Merecem Confiança os Livros Apócrifos? Revista Defesa da Fé, edição 41, Instituto Cristão de Pesquisas” perto do final deste livro.



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ANEXO G – Merecem Confiança os Livros Apócrifos? Revista Defesa da Fé, edição 41, Instituto Cristão de Pesquisas

Fonte: Cristiano, Paulo (2025 - Disponível em: <https://www.icp.com.br/df41materia3.asp>. Acesso em: Nov. 2025):

Síntese de Paulo Cristiano para essa matéria da revista Defesa da Fé, edição 41, feita sobre tais livros e artigos:

1. Merece Confiança o Antigo Testamento? Gleason L. Archer. Jr. Ed. Vida Nova.

2. Introdução Bíblica, Norman Geisler e William Nix. Ed. Vida.

3. Panorama do Velho Testamento, Ângelo Gagliardi Jr. Ed. Vinde.

4. O Novo Comentário da Bíblia vol. I, vários autores. Ed. Vida Nova.

5. Evidência Que Exige um Veredicto vol. I, Josh McDowell. Ed. Candeia.

6. Os Fatos sobre "O Catolicismo Romano", John Ankerberg e John Weldon. Ed. Chamada da Meia-Noite.

7. O Catolicismo Romano, Adolfo Robleto. Ed. Juerp.

8. Estudos particulares de, Pr. José Laérton - IBR Emanuel.

9. Estudos particulares de, Paulo R. B. Anglada.

10. Teologia Sistemática, Green. Ed. Vida Nova.

11. Anotações particulares do autor.


[Introdução]

“A Constituição Dogmática sobre Revelação Divina, o Concílio Vaticano II [da Igreja Católica Apostólica Romana], declarou que "Ela (a igreja) sempre considerou as Escrituras junto com a tradição sagrada como a regra suprema de fé, e sempre as considerará assim".

Nós, cristãos evangélicos, rejeitamos a tradição como regra de fé. Quando a Igreja Católica Romana se refere ao cânon do Velho Testamento, inclui uma série de livros chamados "Apócrifos", os quais não aparecem nas versões evangélica e hebraica da Bíblia. O resultado disto foi que, na opinião popular dos católicos, existem duas Bíblias: uma católica e outra protestante. Mas semelhante asseveração não é certa. Só existe uma Bíblia, uma Palavra (escrita) de Deus.


Apócrifos, o que significa?

 

No grego clássico, a palavra apocrypha significava "oculto" ou "difícil de entender". Posteriormente, tomou o sentido de "esotérico" ou algo que só os iniciados podem entender; não os de fora. Na época de Irineu e de Jerônimo (séculos III e IV), o termo apocrypha veio a ser aplicado aos livros não-canônicos do Antigo Testamento, mesmo aos que foram classificados previamente como "pseudepígrafos".

 

Como os apócrifos foram aprovados

 

A Igreja Romana aprovou os apócrifos em 8 de Abril de 1546 para combater a Reforma protestante. Nessa época, os protestantes se opunham violentamente às doutrinas romanistas do purgatório, oração pelos mortos, salvação pelas obras etc. A primeira edição da Bíblia católico-romana com os apócrifos deu-se em 1592, com autorização do papa Clemente VIII.

Os reformadores protestantes publicaram a Bíblia com os apócrifos, colocando-os entre o Antigo e o Novo Testamentos, não como livros inspirados, mas bons para a leitura e de valor literário histórico. Isto continuou até 1629. A famosa versão inglesa King James (Versão do Rei Tiago) de 1611 ainda os trouxe. Mas, após 1629, as igrejas reformadas excluíram totalmente os apócrifos das suas edições da Bíblia, e "induziram a Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira, sob pressão do puritanismo escocês, a declarar que não editaria Bíblias que tivessem os apócrifos, e de não colaborar com outras sociedades que incluíssem esses livros em suas edições". Melhor assim. Tinham em vista evitar confusão entre o povo simples, que nem sempre sabe discernir entre um livro canônico e um apócrifo.

Há várias razões porque rejeitamos os apócrifos. Eis algumas delas:

Não temos nenhum registro de alguma controvérsia entre Jesus e os judeus sobre a extensão do cânon. Jesus e os autores do Novo Testamento citam, mais de 295 vezes, várias partes das Escrituras do Antigo Testamento como palavras autorizadas por Deus, mas nem uma vez sequer mencionam alguma declaração extraída dos livros apócrifos ou qualquer outro escrito como se tivesse autoridade divina.

 

As heresias dos apócrifos

 

TOBIAS - (200 a.C.) - É uma história novelística sobre a bondade de Tobiel (pai de Tobias) e alguns milagres preparados pelo anjo Rafael.

Apresenta:

 justificação pelas obras - 4.7-11; 12.8

 mediação dos Santos - 12.12

 superstições - 6.5, 7-9,19

 um anjo engana Tobias e o ensina a mentir - 5.16 a 19

 

JUDITE - (150 a.C.) - É a história de uma heroína viúva e formosa que salva sua cidade enganando um general inimigo e decapitando-o. Grande heresia é a própria história onde os fins justificam os meios.

 

BARUQUE - (100 a.D.) - Apresenta-se como sendo escrito por Baruque, o cronista do profeta Jeremias, numa exortação aos judeus quando da destruição de Jerusalém. Mas é de data muito posterior, quando da segunda destruição de Jerusalém, no pós-Cristo.

Traz, entre outras coisas, a intercessão pelos mortos - 3.4.

 

ECLESIÁSTICO - (180 a.C.) - É muito semelhante ao livro de Provérbios, não fosse as tantas heresias:

 justificação pelas obras - 3.33, 34

 trato cruel aos escravos - 33.26 e 30; 42.1 e 5

 incentiva o ódio aos samaritanos - 50.27 e 28

 

SABEDORIA DE SALOMÃO - (40 a.D.) - Livro escrito com finalidade exclusiva de lutar contra a incredulidade e idolatria do epicurismo (filosofia grega na era Cristã).

Apresenta:

 o corpo como prisão da alma - 9.15

 doutrina estranha sobre a origem e o destino da alma - 8.19 e 20

 salvação pela sabedoria - 9.19

 

1 MACABEUS - (100 a.C.) - Descreve a história de três irmãos da família "Macabeus", que no chamado período interbíblico (400 a.C. - 3 a.D.) lutam contra inimigos dos judeus visando a preservação do seu povo e terra.

 

2 MACABEUS - (100 a.C.) - Não é a continuação de 1 Macabeus, mas um relato paralelo, cheio de lendas e prodígios de Judas Macabeu.

Apresenta:

 a oração pelos mortos - 12.44 - 46

 culto e missa pelos mortos - 12.43

 o próprio autor não se julga inspirado - 15.38-40; 2.25-27

 intercessão pelos santos - 7.28 e 15.14

 

Adições a Daniel:

Capítulo 13 - A história de Suzana - segundo esta lenda Daniel salva Suzana num julgamento fictício baseado em falsos testemunhos.

Capítulo 14 - Bel e o Dragão - Contém histórias sobre a necessidade da idolatria.

Capítulo 3.24-90 - o cântico dos três jovens na fornalha.

 

Lendas, erros e outras heresias:

 

1. Histórias fictícias, lendárias e absurdas

Tobias 6.1-4 - "Tobias partiu, pois, em companhia do anjo. Também o cão foi atrás deles. Deteve-se na primeira parada à beira do rio Tigre. Descendo ao rio para lavar os pés, eis que um enorme peixe se lançou sobre ele para devorá-lo. Aterrorizado, Tobias gritou, dizendo: “Senhor, ele lança-se sobre mim”. O anjo disse-lhe: “Pega-o pelas guelras e puxa-o para ti”. Tobias assim o fez. Arrastou o peixe para a terra, o qual se pôs a saltar aos seus pés.”


2. Erros históricos e geográficos

Esses livros contêm erros históricos, geográficos e cronológicos, além de doutrinas obviamente heréticas; eles até aconselham atos imorais (Judite 9.10,13). Os erros dos apócrifos são frequentemente apontados em obras de autoridade reconhecida. Por exemplo: o erudito bíblico DL René Paehe comenta: "Exceto no caso de determinada informação histórica interessante (especialmente em 1 Macabeus) e alguns belos pensamentos morais (por exemplo, Sabedoria de Salomão), Tobias contém certos erros históricos e geográficos, tais como a suposição de que Senaqueribe era filho de Salmaneser (1.15) em vez de Sargão II, e que Nínive foi tomada por Nabucodonosor e por Assuero (14.15) em vez de Nabopolassar e por Ciáxares... Judite não pode ser histórico porque contém erros evidentes...

[Em 2 Macabeus] Há também numerosas desordens e discrepâncias em assuntos cronológicos, históricos e numéricos, os quais refletem ignorância ou confusão."

 

3. Ensinam artes mágicas ou de feitiçaria como método de exorcismo

Tobias 6.5-9 - "Então disse o anjo: Tira as entranhas a esse peixe, e guarda, porque estas coisas te serão úteis. Feito isto, assou Tobias parte de sua carne, e levaram-na consigo para o caminho; salgaram o resto, para que lhes bastassem até que chegassem a Ragés, cidade dos Medos. Então Tobias perguntou ao anjo e disse-lhe: Irmão Azarias, suplico-lhe que me digas de que remédio servirá estas partes do peixe, que tu me mandaste guardar: E o anjo, respondendo, disse-lhe: Se tu puseres um pedacinho do seu coração sobre brasas acesas, o seu fumo afugenta toda a casta de demônios, tanto do homem como da mulher, de sorte que não tornam mais a chegar a eles. E o fel é bom para untar os olhos que têm algumas névoas, e sararão".

Este ensino de que o coração de um peixe tem poder para expulsar toda espécie de demônios contradiz tudo o que a Bíblia diz sobre superstição.


4. Ensinam que esmolas e boas obras limpam os pecados e salvam a alma

a) Tobias 12.8, 9 - "É boa a oração acompanhada do jejum, dar esmola vale mais do que juntar tesouros de ouro; porque a esmola livra da morte (eterna), e é a que apaga os pecados, e faz encontrar a misericórdia e a vida eterna".

b) Eclesiástico 3.33 - "A água apaga o fogo ardente, e a esmola resiste aos pecados".

A salvação por obras destrói todo o valor da obra vicária de Cristo em favor do pecador.


5. Ensinam o perdão dos pecados através das orações

Eclesiástico 3.4 - "O que ama a Deus implorará o perdão dos seus pecados, e se absterá de tornar a cair neles, e será ouvido na sua oração de todos os dias".

O perdão dos pecados não está baseado na oração que se faz pedindo o perdão, não é fé na oração, e sim fé naquele que perdoa o pecado.


6. Ensinam a oração pelos mortos

2 Macabeus 12.43-46 - "e tendo feito uma coleta, mandou 12 mil dracmas de prata a Jerusalém, para serem oferecidas em sacrifícios pelos pecados dos mortos, sentindo bem e religiosamente a ressurreição (porque, se ele não esperasse que os que tinham sido mortos, haviam um dia de ressuscitar, teria por uma coisa supérflua e vã orar pelos defuntos); e porque ele considerava que aos que tinham falecido na piedade estava reservada uma grandíssima misericórdia. É, pois, um santo e salutar pensamento orar pelos mortos, para que sejam livres dos seus pecados".

É nesse texto de um livro não canônico que a Igreja Católica Romana baseia sua doutrina do purgatório.

 

7. Ensinam a existência de um lugar chamado purgatório

Sabedoria 3.1-4 - "As almas dos justos estão na mão de Deus, e não os tocará o tormento da morte. Pareceu aos olhos dos insensatos que morriam; e a sua saída deste mundo foi considerada como uma aflição, e a sua separação de nós como um extermínio; mas eles estão em paz (no céu). E, se eles sofreram tormentos diante dos homens, a sua esperança está cheia de imortalidade".

A Igreja Católica baseia a doutrina do purgatório na última parte desse texto. Afirmam os católicos que o tormento em que o justo está é o purgatório que o purifica para entrar na imortalidade. Isto é uma deturpação do próprio texto do livro apócrifo.

 

8. Tobias 5.15-19

"E o anjo disse-lhe: Eu o conduzirei e to reconduzirei. Tobias respondeu: Peço-te que me digas de que família e de que tribo és tu? O anjo Rafael disse-lhe: Procuras saber a família do mercenário, ou o mesmo mercenário que vá com teu filho? Mas para que te não ponhas em cuidados, eu sou Azarias, filho do grande Ananias. E Tobias respondeu-lhe: Tu és de uma ilustre família. Mas peço-te que te não ofendas por eu desejar conhecer a tua geração".

Um anjo de Deus não poderia mentir sobre a sua identidade sem violar a própria lei santa de Deus. Todos os anjos de Deus foram verdadeiros quando lhes perguntado a sua identidade. Veja Lucas 1.19.

 

Decisão polêmica e eivada de preconceito

 

Resumindo todos esses argumentos, [a postura católica] afirma que o amplo emprego dos livros apócrifos por parte dos cristãos desde os tempos mais primitivos é evidência de sua aceitação pelo povo de Deus. Essa longa tradição culminou no reconhecimento oficial desses livros, no Concílio de Trento, como se tivessem sido inspirados por Deus. Mesmo não-católicos, até o presente momento, conferem aos livros apócrifos uma categoria de paracanônicos, o que se deduz do lugar que lhes dão em suas Bíblias e em suas igrejas.

 

O cânon do Antigo Testamento até a época de Neemias compreendia 22 (ou 24) livros em hebraico, que, nas Bíblias dos cristãos, seriam 39, como já se verificara por volta do século IV a.C. Foram os livros chamados apócrifos, escritos depois dessa época, que obtiveram grande circulação entre os cristãos, por causa da influência da tradução grega de Alexandria. Visto que alguns dos primeiros pais da igreja, de modo especial no Ocidente, mencionaram esses livros em seus escritos, a igreja (em grande parte por influência de Agostinho) deu-lhes uso mais amplo e eclesiástico. No entanto, até a época da Reforma esses livros não eram considerados canônicos. A canonização que receberam no Concílio de Trento não recebeu o apoio da história. A decisão desse Concílio foi polêmica e eivada de preconceito.

 

Que os livros apócrifos, seja qual for o valor devocional ou eclesiástico que tiverem, não são canônicos, o que se comprova pelos seguintes fatos:

 

1. A comunidade judaica jamais os aceitou como canônicos.

2. Não foram aceitos por Jesus, nem pelos autores do Novo Testamento.

3. A maior parte dos primeiros grandes pais da igreja rejeitou sua canonicidade.

4. Nenhum concílio da igreja os considerou canônicos senão no final do século IV.

5. Jerônimo, o grande especialista bíblico e tradutor da Vulgata, rejeitou fortemente os livros apócrifos.

6. Muitos estudiosos católicos romanos, ainda ao longo da Reforma, rejeitaram os livros apócrifos.

7. Nenhuma igreja ortodoxa grega, anglicana ou protestante, até a presente data, reconheceu os apócrifos como inspirados e canônicos, no sentido integral dessas palavras.

 

Em virtude desses fatos importantíssimos, torna-se absolutamente necessário que os cristãos de hoje jamais usem os livros apócrifos como se fossem Palavra de Deus, nem os citem em apoio autorizado a qualquer doutrina cristã. Com efeito, quando examinados segundo os critérios elevados de canonicidade estabelecidos, verificamos que aos livros apócrifos faltam:

 

1. Os apócrifos não reivindicam ser proféticos.

2. Não detêm a autoridade de Deus. O prólogo do livro apócrifo Eclesiástico (180 a.C.) diz: "Muitos e excelentes ensinamentos nos foram transmitidos pela Lei, pelos profetas, e por outros escritores que vieram depois deles, o que torna Israel digno de louvor por sua doutrina e sua sabedoria, visto não somente os autores destes discursos tiveram de ser instruídos, também os próprios estrangeiros se podem tomar (por meio deles) muito hábeis, tanto para falar como para escrever. Por isso, Jesus, meu avô, depois de se ter aplicado com grande cuidado à leitura da Lei, dos profetas e dos outros livros que nossos pais nos legaram, quis também escrever alguma coisa acerca da doutrina e sabedoria... Eu vos exorto, pois, a ver com benevolência, e a empreender esta leitura com uma atenção particular e a perdoar-nos, se algumas vezes parecer que, ao reproduzir este retrato da soberania, somos incapazes de dar o sentido (claro) das expressões". Este prólogo é um autorreconhecimento da falibilidade humana.

 

Diante de tudo isso, perguntamos: "Merecem confiança os livros Apócrifos?" A resposta óbvia é: NÃO!


Natureza e número dos apócrifos do Antigo Testamento

Há quinze livros chamados apócrifos (quatorze, se a Epístola de Jeremias se unir a Baruque, como ocorre nas versões católicas de Douai). Com exceção de 2 Esdras, esses livros preenchem a lacuna existente entre Malaquias e Mateus e compreendem especificamente dois ou três séculos antes de Cristo.

 

Significado das palavras cânon e canônico

CÂNON - (de origem semítica, na língua hebraica "qãneh" em Ez 40.3; e no grego: "kanón", em Gl 6.16") tem sido traduzido em nossas versões em português como "regra", "norma". Literalmente, significa vara ou instrumento de medir.

CANÔNICO - Que está de acordo com o cânon. Em relação aos 66 livros da Bíblia hebraica e evangélica.


Significado da palavra Pseudoepígrafado

Literalmente significa "escritos falsos" - Os apócrifos não são necessariamente escritos falsos, mas, sim, não-canônicos, embora também contenham ensinos errados ou hereges.

 

Diferença entre as Bíblias hebraicas, protestantes e católicas

 

1. Bíblia hebraica [a Bíblia dos judeus]

a) Contém somente os 39 livros do VT

b) Rejeita os 27 do NT como inspirado, assim como rejeitou Cristo.

c) Não aceita os livros apócrifos incluídos na Vulgata (versão Católica Romana).

 

2. Bíblia protestante

a) Aceita os 39 livros do VT e também os 27 do N.T.

b) Rejeita os livros apócrifos incluídos na Vulgata, como não canônicos.

 

3. Bíblia católica

a) Contém os 39 livros do VT e os 27 do N.T.

b) Inclui, na versão Vulgata, os livros apócrifos ou não canônicos que são: Tobias, Judite, Sabedoria, Eclesiástico, Baruque, 1º e 2º de Macabeus, seis capítulos e dez versículos acrescentados no livro de Ester e dois capítulos de Daniel.


A seguir, a lista dos [apócrifos] que se encontravam na Septuaginta (LXX):

1. 3 Esdras

2. 4 Esdras

3. Oração de Azarias

4. Tobias

5. Adições a Ester

6. A Sabedoria de Salomão

7. Eclesiástico (Também chamado de Sabedoria de Jesus, filho de Siraque).

8. Baruque

9. A Carta de Jeremias

10. Os acréscimos de Daniel

11. A Oração de Manassés

12. 1 Macabeus

13. 2 Macabeus

14. Judite"

sábado, 15 de novembro de 2025

15-nov 23h30 Teologia Sistemática Atualizada - 2 parágrafos

https://www.mediafire.com/file/ai729bfvlz6m1t0/15-nov_-_Teologia_Sistem%25C3%25A1tica_Interdenominacional_-_Roberto_Fiedler_Rossi.pdf/file

Graça e paz... achei dois erros, aprimorei os parágrafos e atualizei o arquivo no link acima.

****Págs 229 e 290

Correção**** (no pdf esta escrito 230 e 291)



8.5 Livre-Arbítrio do Homem Natural? Livre-arbítrio e Apostasia

pág 229

Como dito no capítulo 13, a salvação (que é um bem operado pelo Senhor) é uma atuação pontual de Deus na vida de uma pessoa, e nisso estou falando da regeneração e da justificação (atos de Deus), e não da conversão que as antecede, também chamada por mim de processo de conversão, que, para o indivíduo ser salvo, cabe a fé salvadora, que vem da Palavra, e o livre-arbítrio, liberdade de escolha restaurada, que é convencida, constrangida e convertida pelo amor e pela graça de Deus. Mais detalhes na seção 13.6 Considerações sobre o Livre-arbítrio e no capítulo 10, especialmente 10.3.1 O Processo de Conversão e a Graça Preveniente. Ver também 10.5.4 Eleição Arminiana versus Luterana: O Não-resistir, que antecede a Fé, vem da Natureza Humana, recebida pelo Espírito pela Graça em vida, ou vem da Palavra? Conceito de Eleição versus Salvação.


10.3.1 O Processo de Conversão e a Graça Preveniente

pág 290

Porém, são todos justificados? Não, pois muitos são resistentes. Por isso cremos que pelo sacrifício de Cristo veio a graça preveniente, que capacita a todos os homens, sem exceção, para eventual justificação de vida, se, segundo expressões bíblicas sem interpretação, as pessoas não resistirem ao Espírito (Atos 7.51 vós sempre resistis ao Espírito Santo), mas se arrependerem e crerem – lapidadas melhor por Paulo e Pedro em suas cartas segundo a revelação progressiva de Deus, coisa que concorda com a sã teologia, que enfatizaram que o crer, o aceitar, e o não resistir é de Deus e não nosso, e assim por Deus somos convencidos (no caso, pelo Espírito cf. João 16.8: convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo), constrangidos pelo Seu amor (Pois o amor de Cristo nos constrange, porque estamos convencidos de que um morreu por todos; logo, todos morreram. E ele morreu por todos para que aqueles que vivem já não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou. 2Coríntios 5:14,15), por Sua natureza, beleza e Palavra, e convertidos pela graça de Deus (Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie. [para que ninguém se orgulhe] Efésios 2:8,9).

15-nov Declaração de Fé Bíblica e Teologia Sistemática Interdenominacional aprimoradas:

Versão abaixo é o da Teologia Sistemática (o mesmo conteúdo está mais enxuto na Declaração de Fé Bíblica - 12. EXPIAÇÃO DE CRISTO 

10.2.5 A relação entre a Queda de Adão e o Sacrifício de Cristo a Todos e a Cada Um. Cristo, a Justiça de Deus!

Deixo algumas citações. “A culpa [adâmica] dos pecados de toda a humanidade foi imputada a Cristo quando Ele morreu. A imputação corresponde às exigências da lei no que diz respeito a cada pessoa. Cristo, em sua morte, remove as barreiras jurídicas que se colocam no caminho para qualquer pessoa ser perdoada por Deus. O Senhor quis que esta morte fosse uma provisão universal para toda a humanidade, a fim de que todos possam ser salvos [mas poucos serão salvos, pois a porta é apertada e o caminho é estreito, entretanto, mesmo que foi Deus quem criou as condições da porta e do caminho, o homem tem coração obstinado e rebelde que recusa vir às bodas de Cristo, recusa se sujeitar às regras do Rei, colchetes meus, Roberto]. O comando para indiscriminadamente oferecer o evangelho a todos por meio do evangelho é baseado na disponibilidade real dessa suficiente satisfação para todo homem. Cristo realmente sofreu e morreu em Sua pessoa infinita a morte que era devida a todo homem. Esta visão é a associada com o calvinismo moderado”. (Tony Byrne, blog Theological Meditations. Disponível em: <http://theologicalmeditations.blogspot.com/> apud Pinheiro, Emerson, 2018). Cristãos devem evangelizar porque Deus deseja que todos os homens sejam salvos [Deus deseja que todos creiam em Seu Filho] e fez expiação por todos eles, assim removendo as barreiras legais que exigem sua condenação (Allen, David e Lemke, Steve, Whosoever Will, 2010).

Remoção das barreiras legais:

Colossenses 2.14 Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz.

Efésios 2:13-16 Mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto. Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derrubando a parede de separação que estava no meio, na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz, e pela cruz reconciliar ambos com Deus em um corpo, matando com ela as inimizades.

Cristo, neste sentido, morreu por todos os homens, incluindo os ímpios e injustos, segundo a Escritura (Romanos 5.6, 1Pedro 3.18). As barreiras jurídicas que se colocam no caminho para qualquer pessoa ser perdoada por Deus foram removidas por Cristo, visto que por esse mesmo aspecto de sua morte, a todas as pessoas, veio a graça preveniente (Jo 12.32 E eu, quando for levantado da terra, todos atrairei a mim; Romanos 5.18 Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida).

Vamos explicar melhor. Citemos novamente Grudem. Como nós nascemos mortos em delitos e pecados, nascemos com a culpa e corrupção do pecado. Acerca da culpa herdada:

Culpa herdada – Segundo as Sagradas Escrituras somos considerados culpados perante Deus por causa do pecado de Adão. E o apóstolo Paulo nos explica dizendo: “Portanto… por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens porque todos pecaram” (Romanos 5.12). Ao observarmos o contexto, veremos que Paulo não está tratando dos pecados que as pessoas cometem efetivamente no seu dia a dia, pois todo o parágrafo (Romanos 5.12-21) trata exatamente da comparação entre Adão e Cristo, portanto quando Paulo diz “assim passou a todos os homens, porque todos pecaram”, ele está dizendo que por meio do pecado de Adão, “todos (os homens) pecaram”. Herdamos em Adão a culpa do pecado. Quando Adão pecou, o Senhor Deus considerou todos os futuros descendentes de Adão como pecadores. Mesmo que ainda não existíssemos, Deus que sabe quer o futuro quer o presente, Ele sabia que iríamos existir e passou a nos considerar culpados em Adão. E ele afirma mais: Ele diz que Cristo morreu “por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5.8), mesmo que muitos de nós nem existíssemos, mas Ele nos considerou pecadores necessitados de salvação. Adão pecou, e Deus nos considerou tão culpados tanto quanto Adão. Isto se chamar imputar, isto é, “considerar pertencente a alguém, e assim fazer pertencer a esse alguém”. Grudem (2001).

A expiação calvinista moderada, usada neste livro, diz que Cristo tomou sobre si a culpa de Adão (essa culpa de que Grudem fala acima), que englobava os impedimentos legais para que cada pessoa pudesse ser salva por Deus. Como assim?

Como Adão pecou, e por ele veio a morte (Romanos 5.12), era necessário que, quem quisesse ser salvo, devia cumprir plenamente a lei mosaica, ou seja, desfazer os efeitos da queda de Adão nessa pessoa. Todos os seres humanos nascem sob essa pena, e assim, sem um Salvador, deveriam por si mesmos cumprir a lei para conquistarem a salvação para si:

Gálatas 3.10-11 Todos aqueles, pois, que são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las. E é evidente que pela lei ninguém será justificado diante de Deus, porque o justo viverá pela fé.

Mas isso é impossível (Porquanto o que era impossível à lei, visto como estava enferma pela carne, Deus, enviando o seu Filho em semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne; Para que a justiça da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito. Romanos 8:3,4), visto que a lei exigia perfeição (Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos. Tiago 2.10), e como nós nascemos mortos, imperfeitos e com a carne (natureza pecaminosa), somos pecadores, não conseguimos cumprir a lei (Pois quê? Somos [os apóstolos da Escritura] nós mais excelentes? De maneira nenhuma, pois já dantes demonstramos que, tanto judeus como gregos, todos estão debaixo do pecado; Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer. Romanos 3:9,10. Ora, nós sabemos que tudo o que a lei diz, aos que estão debaixo da lei o diz, para que toda a boca esteja fechada e todo o mundo seja condenável diante de Deus. Romanos 3:19 Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; Romanos 3:23), sendo nós impedidos de sermos salvos sem cumprir a lei (exceto se outro a conquistar por nós) cf. Col 2.14 e Efésios 2.13-16.

MAS veio um, Cristo Jesus, que cumpriu a lei por nós (Não pensem que vim abolir a Lei ou os Profetas; não vim abolir, mas cumprir. Mateus 5:17), TODOS os mandamentos, adquiriu a salvação pelos próprios méritos, e disponibilizou a salvação, que se havia perdido, a todo homem. É o Salvador.

Se fosse possível que um de nós conseguisse obedecer toda a lei pelas obras, só conquistaria a salvação para si mesmo, pois já nasceu com a culpa do pecado de Adão, já nasceu pessoa pecadora. Mas Cristo não só obedeceu toda a exigência de Deus, como, por ser imaculado (por ter nascido sem pecado cf. Hebreus 4.15 Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado), ainda disponibilizou a salvação para todos cf. Romanos 1.16-17 (Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego [grego = gentios = todos os outros povos que não são judeus, como nós, brasileiros, colchetes meus]. Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá pela fé).

Como Adão, um homem pecou, era necessário que outro homem conquistasse a salvação pela justiça de Deus (Porque assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem. 1Coríntios 15.21), por isso Cristo veio (Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo. 1Coríntios 15.22), que não é só Deus, mas também homem (tornou-se homem, o Verbo se fez carne, João 1.1-18). Com a morte de Cristo a nosso favor, nós não precisamos mais cumprir a lei para sermos salvos (o que seria impossível), pois Cristo já a cumpriu (Gálatas 4.4-5 Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos), ele reconquistou a salvação perdida por Adão por nós na aliança da graça (nova aliança). A exigência do cumprimento da lei Mosaica (lei de Deus) era um impedimento à salvação de todo homem, pois todo homem nasce culpado do pecado de Adão, mas Cristo removeu as barreiras jurídicas (a imputação do pecado / culpa de Adão, veja que Romanos 5.12-13 usa a palavra “imputação”), e, por isso, nós não precisamos mais cumprir a lei, não temos mais essas barreiras jurídicas, mas a salvação recebemos por um novo caminho, uma nova aliança, segundo a justiça de Deus. Qual caminho? O sangue de Jesus, por meio da fé (Ef 2.8). É disso que fala Hebreus 10.16-20 (Esta é a aliança que farei com eles depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei as minhas leis em seus corações, e as escreverei em seus entendimentos; acrescenta: E jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniquidades. Ora, onde há remissão destes, não há mais oblação [não há mais outra oferta/sacrifício] pelo pecado. Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne). Ver o ANEXO B – CATECISMO DE HEIDELBERG.

Falando novo meio, alguém há que foi salvo segundo as obras? Não, nenhum. Todos nascemos pecadores, ímpios, depravados (Romanos 3). Mas Cristo não morreu no ano 33 d.C.? Sim. E a salvação das pessoas anteriores a Cristo na história, não era pela fé, ou era pelas obras? Sim, também era pela fé. Abraão, em aproximadamente 2100 a.C., foi salvo pela fé (Gênesis 15.6 E creu ele no Senhor, e imputou-lhe isto por justiça). Como, isso? Ocorre que Cristo é verdadeiro Deus, e Deus não está sujeito ao tempo (mas fora do tempo), por isso o seu sacrifício, o sacrifício de Cristo (Cordeiro de Deus), verdadeiro homem e Deus foi de alcance ATEMPORAL e UNIVERSAL, ou seja, abrange todas as pessoas de todas as épocas e lugares do tempo humano. Como o sacrifício de Cristo é atemporal, não só abrange todo o tempo das coisas criadas (passado, presente e futuro), mas suas consequências duram até a eternidade. Como é universal, abrange todas as pessoas de todo o universo (mesmo que estejam no espaço). Quem me ensinou que o sacrifício de Cristo foi atemporal e universal foi o teólogo arminiano Jamierson Oliveira num debate antigo sobre arminianismo na internet.

Isso tudo, ainda que os salvos do AT foram justificados pela fé (declarados justos, como nós somos a partir do Novo Testamento), os pecados cometidos antes de Cristo, na primeira aliança (ex. de Enoque, Noé, Abraão, Moisés, Davi, Daniel...) eram “cobertos” pelo sacrifício de animais como dizia o salmista (Salmo 32.1 Bem-aventurado aquele cuja iniquidade é perdoada, cujo pecado é coberto). O sangue dos touros e bodes nunca perdoaram, na verdade, os pecados, mas os cobriam cf. a revelação progressiva em Hebreus 10.4 (Porque é impossível que o sangue dos touros e dos bodes tire os pecados). Todos os pecados da humanidade foram efetivamente perdoados apenas por Cristo cf. Hebreus 9.15 Por essa razão, Cristo é o mediador de uma nova aliança para que os que são chamados recebam a promessa da herança eterna, visto que ele morreu como resgate pelas transgressões cometidas sob a primeira aliança.

Depois de Cristo não é necessário mais nenhum sacrifício de animal, nem outro sacrifício humano como o Dele, pois o sacrifício de Cristo foi cabal, terminado, vicário, completo, perfeito, único, celeste, e não precisa ser repetido cf. Hebreus 10.10,14 Na qual vontade temos sido santificados pela oblação [oblação = oferta/sacrifício] do corpo de Jesus Cristo, feita uma vez; v.14 Porque, com uma só oblação, aperfeiçoou para sempre os que são santificados.

Por isso, ainda que a justiça de Deus demandasse que quem quisesse ser salvo devia cumprir a lei de Deus, isso era impossível, mas Deus fez assim para que Cristo fizesse o impossível para nós, sendo também homem perfeito. Deus Pai colocou esse critério, segundo a justiça de Deus para exaltar Deus Filho, Jesus Cristo, sobre tudo e sobre todos.

Romanos 10.4 Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê.

O fim de tudo isso que falamos da lei mosaica, é Cristo! Para quê? Para justiça (para salvar, justificar, declarar justo) de todo aquele que crê. Amém.

Agora, quem é salvo, justificado e regenerado, pela fé, andando em Espírito, cumpre em si mesmo a lei de Deus: Gálatas 5.14 Porque toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.

Voltando ao assunto, leiamos Romanos 5:

17 Porque, se pela ofensa de um só, a morte reinou por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça, e do dom da justiça, reinarão em vida por um só, Jesus Cristo. 18 Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida.

Por uma só ofensa, de Adão, veio o juízo sobre todos e cada um dos homens para condenação (veja que isso tem o sentido de ser de sentido jurídico, legal, pois Romanos 5.12-13 usa a palavra “imputação”), pois sabemos que toda humanidade, cada um deles foi afetado pela Queda. Assim também por um só ato de justiça, de Cristo, veio a graça sobre todos e cada um dos homens, abrindo caminho para justificação de vida de todas as pessoas do mundo, se elas crerem (pela fé). Assim, a Graça sobre todos os homens é a Graça de Deus que retira todo impedimento legal, jurídico, para que todos quantos crerem possam alcançar a vida eterna, segundo o critério Bíblico, que é Cristo.

Cristo morreu por todos os homens, dando chance a todos, por isso todo aquele que ouvir a mensagem do evangelho e crer é salvo. O sacrifício de Cristo não é limitado a alguns, como se só alguns pudessem ser salvos, mas a porta da graça está aberta. Já a eficácia e aplicação do sacrifício de Cristo no quesito e ato de salvar, justificar, de tomar os pecados das pessoas para Si e transmitir Sua justiça é apenas aos crentes, apenas aos que creem.


quarta-feira, 12 de novembro de 2025

Conversando com IA: iluminação e inspiração mais a fundo

Pergunta: A teologia fiel à Palavra, como iluminação do Espírito, é inerrante ou concepção lógica?


IA respondeu:

"Toda teologia cristã verdadeiramente fiel à Bíblia é uma concepção lógico-teológica humana, produzida sob a iluminação do Espírito Santo.

Embora não seja inspirada nem, portanto, inerrante em si mesma, ela pode transmitir 100% da verdade da Palavra inerrante quando expressa exatamente o sentido pretendido pelas Escrituras.

Essa fidelidade é possível porque o Espírito Santo, que inspirou a revelação escrita, é o mesmo que ilumina a mente regenerada para compreendê-la corretamente (1 Co 2:10-13; Jo 16:13). Assim, a teologia não é infalível por natureza, mas pode ser verdadeira em conteúdo na medida em que o teólogo, guiado pelo Espírito, submete todo raciocínio à revelação inerrante das Escrituras.

Em suma:

A revelação bíblica é inspirada, infalível e inerrante;

A iluminação do Espírito torna possível entender corretamente essa revelação;

A teologia fiel é uma formulação lógico-teológica falível em forma, mas verdadeira em conteúdo, enquanto ecoa com precisão o que a Escritura inerrante ensina."


Gostei.

Nem tudo da IA em teologia é descartável, há pontos positivos a serem considerados.

Roberto

domingo, 9 de novembro de 2025

Capítulo 10 (Soteriologia), Seções 5 (Eleição) e 7 reorganizadas. Capítulo 2 melhorado em 2 parágrafos.

. 345

PDF ATUALIZADO EM 19h45 (horário de Brasília no mediafire):

(9/11 19h45 Correções / aprimoramentos de 2 parágrafos no capítulo 2)


9/11 12h00: Capítulo 10 (Soteriologia), Seção 5 (Eleição) reorganizado, cinco ou seis parágrafos reescritos.


Sem querer, lendo o sumário do meu livro, descobri que alguns certos tópicos estavam dentro da eleição arminiana, mas continuavam válidos e bíblicos, e batem com a eleição luterana. Foram reorganizados para as subseções após a eleição luterana.


Sumário atualizado:



10.5 DA ETERNA ELEIÇÃO DE DEUS             311

10.5.1 Duas Teorias da Eleição – Eleição Racional e Lógica Arminiana Reformada (10.5.2 – 10.5.2.5) e Eleição Luterana Clássica Baseada na Palavra de Deus e na Fórmula de Concórdia (10.5.3 – 10.5.9)

            10.5.2 Introdução à Eleição Arminiana      313

            10.5.2.1 A Eleição no Ponto de Vista Arminiano Reformado        313

            10.5.2.2 Pontos de Vista de Armínio a Respeito da Predestinação         316

            10.5.2.3 Os Decretos de Deus          318

            10.5.2.4 Reflexão       319

            10.5.2.5 Minha Defesa Anterior ao Arminianismo              320

10.5.3 A Eleição no Ponto de Vista Luterano Clássico – Baseado na Palavra de Deus e Não na Lógica              322

            10.5.3.1 Ensino Luterano a Respeito do Ensino da Eleição Eterna          324

            10.5.3.2 Ensino Luterano a Respeito do Ensino Equivocado da Eleição              327

            10.5.3.3 Romanos 9.22 e 23 ensinam a dupla predestinação?  328

            10.5.3.4 Adaptando-se          330

            10.5.3.5 Conclusão 330

10.5.4 Eleição Arminiana versus Luterana: O Não-resistir, que antecede a Fé, vem da Natureza Humana, recebida pelo Espírito pela Graça em vida, ou vem da Palavra? Conceito de Eleição versus Salvação          331

10.5.5 Ligação de Graça Resistível com a Graça Preveniente do Espírito Santo na Conversão          333

10.5.6 João 10.26 e Isaías 45.7 Defendem o Calvinismo?             334

10.5.7 O Amor e Propósito de Deus versus a Eleição Calvinista. Amor Salvífico Incondicional a Todos; Separação Divina aos Pecadores; e Amor Íntimo aos Eleitos. Amor Condicional ou Incondicional? Quão Grande é o Amor de Deus?  336

10.5.8 Contra a Dupla Predestinação e a Condenação de Bebês; Acerca da Salvação de Pessoas que Nunca Ouviram o Evangelho              340

10.5.9 O Perfil dos Eleitos de Deus 345




Parágrafos aprimorados nas seções acima:


Esclarecimento

O tipo de eleição que chamo como arminiana reformada é quase igual (muito semelhante) a algumas linhas de eleição luterana modernas (pois houve controvérsias sobre a eleição séculos após Lutero), exceto pelos quatro níveis de decretos de Armínio. Essas linhas luteranas não são as mesmas do luteranismo clássico que defendo, encontrado na Fórmula de Concórdia, que fica só com o revelado pela Palavra de Deus, e que não deseja saber o que Deus revelou apenas para Si (As coisas encobertas pertencem ao Senhor nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem a nós e a nossos filhos para sempre Deuteronômio 29:29a).

[...]

Portanto, João 10.26 e Isaías 45.7 não ensinam que Deus faz o mal moral, nem defende o calvinismo.

[...]

As palavras de Cristo dizem, com a linguagem bíblica sem interpretação (não falando de teologia), e isto está acima de Calvino, Armínio e Lutero, aquele que não renuncia a tudo quanto tem não pode ser seu discípulo. Se falar isso é mérito humano, talvez devamos ver a teologia com olhos mais críticos, e voltar a confiar mais no Espírito da Escritura.

[...]

E por que digo, como crendo na eleição luterana, que a graça não é irresistível como o conceito calvinista? Simplesmente porque existiram pessoas, como está escrito em Hebreus 6:4-6, e Mateus 7.21-23, a quem o Espírito Santo de Deus deu dons espirituais e foram condenados ao inferno, e que nós dizemos, concordando com John Bunyan, que Deus, através dos dons espirituais, queria amolecer os seus corações para os salvar de fato, e não que aqueles que até o bendito Espírito Santo de amor deu dons nunca tiveram oportunidade de salvação por causa de uma escolha soberana do Pai (o que seria contraditório).

[...]

Vamos meditar em alguns raciocínios referentes à eleição incondicional calvinista. Se Deus nos forçasse a amá-lo sem que pudéssemos resistir, ao mesmo tempo de que algum réprobo ao nosso lado é condenado sem condição alguma de aceitar a Cristo, isso não representa um verdadeiro amor. Deus, como creio, requer amor voluntário (para ser amor real, assim como foi na criação dos anjos e dos homens), ainda que esse amor venha Dele, pois nos amou primeiro.


REORGANIZADA TAMBÉM A SEÇÃO 7 DA SOTERIOLOGIA:


10.7 VISÃO GERAL DA DOUTRINA DA SALVAÇÃO PROPOSTA. 367

        10.7.1 Panorama da Salvação. 367

        10.7.2 TULIP, FACTS ou o quê? Como Resumir Teologicamente esta Soteriologia? Uma Tentativa de Sintetizar, Transmitir e Explicar mais brevemente a Doutrina da Salvação Desenvolvida neste Livro e Defendida neste Capítulo. 370

        10.7.3 Dedicatória: Sobre os Ombros de Gigantes. 379



Fim


sábado, 8 de novembro de 2025

Ações de graças a Deus e novidades

Olá, a paz! Que semana! Fiquei mais de 50 horas nesses livros (Confissão Bíblica, Comentário de Romanos e Teologia Sistemática, todos para download no mediafire ou academia.edu) desde sexta-feira 31/10, dia, para mim, da reforma protestante!

O Senhor é maravilhoso, e quis me iluminar, usar pessoas também para tal, me levar a situações e me trazer de volta à Palavra com a teologia!

Estou em júbilo!

Não conheço um versículo bíblico mal explicado ou não explicado pela visão que defendo na Teologia Sistemática, embora seja humana e falível.

Não esperava que Deus ia ne surpreender tanto desde 31/outubro!

Glória a Deus!

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Como pretendo parar de atualizar o livro por mim mesmo, publiquei na Amazon Kindle Unlimited:

"Teologia Sistemática Interdenominacional: 4º Edição" de "Roberto Fiedler Rossi" em processo de publicação na Amazon Kindle. Hoje à noite estará disponível. Valor: R$ 5,99.

Vantagem: ler no Kindle, formato ebook.

Quem não quiser comprar na Amazon e contribuir, pode baixar no mediafire.com o pdf. Cada um faça o melhor. Deixo de graça no blog pois "de graça recebestes, de graça dai", e baratinho na Amazon pois ela não deixa distribuir de graça;

Livro retirado da Apple, pois não tenho desejo de fazer outro epub para publicá-lo ali, dá muito trabalho e o conteúdo fica inferior ao livro em formato pdf.


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Mudanças:

20 posts antigos e desatualizados do blog deletados.


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Andamento da Teologia Sistemática

Espero estabilizar no conhecimento e na teologia sistemática, embora Deus sempre vá nos iluminar mais (e embora eu não escreva sobre uma infinidade de coisas que julgo serem menores: atributos comunicáveis/incomunicáveis/angelologia profundamente/modelo de igreja (episcopal/congregacional/presbiteriana/ou outra etc.)). Espero estabilizar e descansar a busca incessante por conhecimento quando eu terminar meu mestrado em Teologia Sistemática na Jonathan Edwards, que estou cursando desde março desse ano, com duração de dois anos. Sempre aprendemos alguma coisa, descartamos outras, e assim vai.

Minha maior alegria é estar mais perto da Palavra com a teologia, mais perto de Cristo! "Eis que eu vos trago boas novas, novas de grande alegria! Eu proclamo a Jesus!" (música do Asaph Borba.

Mais perto da Palavra, aí sim a mensagem tem poder! Senão, é pó, vaidade, aflição de espírito. Teologia baseada na Palavra é bíblica e tem poder para consolar, confortar, ensinar etc. Mas teologia que considera a Bíblia um livro comum, tal como o método histórico-crítico, a alta crítica, como muitos acadêmicos em teologia, não é verdadeira teologia, mas pode ser chamada de ciência da religião. É papel e filosofia humana descartável.

Amém

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Glória a Deus!

Espero que o leitor sinta o que eu sinto! Júbilo, alegria, paz, felicidade em conhecer mais a Palavra, em conhecer um pouquinho mais a Deus!

Amém;