Livro físico em processo de distribuição no mundo todo em diversas livrarias: versão de 28 de março de 2026 (5a ampliada).
O processo pode levar dois meses.
Deus abençoe
Roberto
Livro físico em processo de distribuição no mundo todo em diversas livrarias: versão de 28 de março de 2026 (5a ampliada).
O processo pode levar dois meses.
Deus abençoe
Roberto
NOTA DE ESCLARECIMENTO E ISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE (DISCLAIMER)
Esta obra é de natureza primordialmente teológica, doutrinária e religiosa, dialogando com conceitos científicos, históricos e filosóficos sob uma cosmovisão bíblica. Ela é baseada na liberdade de crença e de expressão garantida pelo inciso VI do artigo 5º da Constituição Federal do Brasil (1988):
1. As análises aqui contidas sobre comportamentos, sexualidade (incluindo homossexualidade) e ética (incluindo o aborto) refletem exclusivamente a interpretação confessional e bíblica do autor. Tais análises não possuem a intenção de incitar qualquer tipo de ódio, violência, hostilidade, discriminação ou preconceito contra qualquer indivíduo ou grupo social. O autor defende a dignidade e o respeito à vida de todo ser humano, repudiando a homofobia, a cristofobia, o antissemitismo, a islamofobia, a misoginia, o etarismo, o infanticídio, o preconceito, o racismo, a corrupção e qualquer ato de violência, pois Deus fez cada ser humano conforme sua imagem e semelhança, e deu valor a todos eles. O único maior é Jesus Cristo (Atos 4.12). Além disso, o relacionamento entre uma pessoa e outra qualquer, e entre um homem e uma mulher deve ser de igual para igual, em respeito mútuo:
João 15.12 (amor para com todos) O meu mandamento [Jesus
dizendo] é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu
[Jesus] vos amei.
Fazer bem um ao outro: 1Co 7.3 O marido pague à mulher
a devida benevolência, e da mesma sorte a mulher ao marido.
Efésios 5.21 Sujeitando-vos uns aos outros no temor de
Deus. 1Pe 5.5b ...e sede todos sujeitos uns aos outros, e
revesti-vos de humildade, porque Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos
humildes.
Efésios 4.2b: ...suportando-vos uns aos outros em amor.
Mateus
5.44 Eu [Jesus], porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os
que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam
e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus;
2. A
utilização de termos como "seita", "heresia" ou
"heterodoxia" é feita em seu sentido estritamente teológico,
histórico e sociológico (para descrever grupos ou ensinamentos que divergem dos
credos históricos do Cristianismo Ortodoxo, que é baseado na Bíblia, a Palavra
de Deus revelada). Não há qualquer intenção de difamar, caluniar, injuriar ou
ofender a honra objetiva de instituições jurídicas, denominações, líderes
religiosos ou praticantes de outras religiões. O debate proposto visa apenas o
público interessado em apologética e teologia comparada.
3. As
citações de fontes de terceiros (como o CACP e autores apologistas) são de
inteira responsabilidade de seus respectivos autores, sendo trazidas a este
livro para fins de estudo, crítica e debate acadêmico-religioso.
Prezados, graça e paz.
Meu livro está em processo de distribuição na Apple e Kindle novamente. Consegui finalmente fazer upload decente com índice no kindle, e abaixei o preço. Na Apple (apenas no Brasil) estará de graça.
Minha teologia sistemática será distribuída na loja Kobo, Apple, Kindle, Clube de Autores (só aqui a cópia física), e muitas outras.
Estou publicando também o comentário abrevado de romanos em sua quarta edição na loja Apple de graça no Brasil.
Levará alguns dias, no máximo.
Fico contente com isso, para alcançar mais leitores.
E..., claro, os pdfs de graça no blog. Podem compartilhar a todos para edificação da Igreja. É meu ministério, meu chamado, e de graça recebi, de graça dou.
Em Cristo, Roberto Fiedler Rossi
Graça e paz da parte de Deus Pai e da do Senhor Jesus!
Roberto aqui! Link:
O que foi atualizado?
[final da] CONCLUSÃO (após cap. 13)
[Doxologia]
Que o Senhor levante homens e
mulheres de Deus e desperte a Sua Igreja nestes últimos dias, preparando uma
noiva santa, irrepreensível e apaixonada para o grande dia da volta de Cristo.
Ao único Deus, o Deus da Bíblia,
o Senhor – Pai, Filho e Espírito Santo – seja a glória e a adoração de
eternidade em eternidade!
Digno é o Cordeiro, que foi
morto, de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e glória,
e ações de graças. (Ap 5:12)
Santo, Santo, Santo é o Senhor
dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória. (Is 6:3)
Santo, Santo, Santo, é o Senhor
Deus, o Todo-Poderoso, que era, e que é, e que há de vir. (Ap 4:8)
E ouvi o anjo das águas, que
dizia: Justo és tu, ó Senhor, que és, e que eras, e hás de ser, porque julgaste
estas coisas. (Ap 16.5 ACF)
E o Espírito e a esposa dizem:
Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de
graça da água da vida. (Ap 22.17)
Aquele que testifica
estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus.
(Ap 22.20)
A graça de nosso Senhor Jesus
Cristo seja com todos vós. Amém. (Ap 22.21)
Graça e paz.
Apresentação feita pelo Gemini:
https://ai.studio/apps/84fc5113-cd41-46ad-9dab-323b01342d03
Download gratuito do livro (atualizado 10/mar 10h23):
Roberto
Paz. Link acima, PDF. 10/mar 10h30
Resposta 44 no final atualizada
Atualizado:
Frase corrigida (10/mar 10h30):
A
essência de Deus, além do significado de Ser Absoluto – o Eu Sou (do qual todas
as coisas, substâncias e seres derivam) – conforme indicam claramente o
apóstolo João, a Pessoa e o sacrifício de Cristo, o relacionamento com o
Espírito diariamente, e o relacionamento com o Pai em oração, é o AMOR (1 João
4.8).
4.1 Cristo, o Verbo de Deus
Jesus, que nunca possuiu natureza pecaminosa – sendo, em sua natureza humana,
semelhante a Adão antes da Queda – nunca pecou. Diferente de Adão, que foi tentado e caiu,
Cristo foi em tudo tentado como nós, porém sem pecado. Em perfeita obediência,
segundo a sua verdadeira vontade humana em harmonia com a vontade
divina, ele resistiu a toda tentação e viveu uma vida perfeitamente santa:
nunca falou um palavrão, nunca se irou sem causa. Assim se cumpriu o testemunho citado na Escritura: “Tudo faz bem” (Mc
7.37).
Arminianismo: É uma escola de pensamento (linha) teológica, acerca da soteriologia (doutrina da salvação) baseada nos pensamentos de Jacó Armínio e seus seguidores (incluindo os remonstrantes e John Wesley). O arminianismo principal é chamado de FACTS, ou arminianismo de cinco pontos. Muitos que se dizem arminianos hoje não conhecem os escritos de Armínio, e nem, realmente, são arminianistas de cinco pontos, mas muitos negam a depravação total (que diz que cada parte de nosso ser foi corrompida pelo pecado – conforme Paulo, nascemos mortos em delitos e pecados). O arminianismo de coração é a união do arminianismo de Armínio, chamado de arminianismo clássico, com o de Wesley, chamado de arminianismo wesleyano. Acerca do pecado de Adão e consequentemente da humanidade, Deus não o decretou, mas o permitiu.
Teísmo Aberto: É uma linha de pensamento que diz que Deus não conhece o futuro exaustivamente, mas se limita quanto a isso. Não é uma linha ortodoxa nem bíblica. Ainda, não tem ligação com o arminianismo, mas Armínio chegou a escrever uma expressão, citada pelo arminiano Roger Olson, em seu livro “Teologia Arminiana: Mitos e Realidades”, que: “Deus se autolimita na relação com a humanidade”, o que já foi interpretado como um resquício de teísmo aberto. Porém, é importante ressaltar que para Armínio, na minha opinião (especialmente em combate com o determinismo divino rígido), essa autolimitação refere-se ao controle e poder de Deus sobre a vontade humana, e não ao Seu conhecimento do futuro, diferenciando-se assim da heresia do teísmo aberto.
Calvino, João: Reformador protestante francês (1509-1564) cujas ideias foram adotadas em Genebra, na Suíça. Baseou-se fortemente em Agostinho de Hipona (Agostinho velho) para seus escritos.
Calvinismo: Linha teológica de grande abrangência no protestantismo cristão, principalmente chamada hoje de TULIP, ou calvinismo de cinco pontos, que se baseia principalmente no determinismo divino e na predestinação de tudo o que ocorre pela soberania e decreto de Deus.
Reformados (ou calvinistas): Pessoas que seguem ou concordam com o calvinismo que teve origem em João Calvino (sintetizando Agostinho velho), e foi aprimorado por seus sucessores.
Compatibilismo teológico e infralapsarianismo: Originalmente o compatibilismo é um argumento filosófico que diz que não há conflito entre determinismo divino e liberdade humana. Na linha calvinista mais saudável (infralapsarianismo), o mesmo da Confissão de Fé de Westminster, Deus decretou a Queda de forma permissiva, utilizando-se de causas secundárias, de modo que a culpa recai inteiramente sobre o homem (ou Deus “decretou permitir” a queda). Ressaltando, se Deus decreta que uma pessoa vai pecar e fazer o mal, a pessoa não pode escapar e acabará pecando e fazendo o mal (todavia, misteriosamente, a pessoa o faz voluntariamente), e quem é culpado fica sendo a própria pessoa pois, segundo Agostinho por exemplo, culpado é quem realiza o ato. A ligação entre o decreto divino e o ato humano são os meios diretos ou indiretos (causas secundárias) que Deus usa para levar o homem a fazer sua vontade na teologia calvinista, o que faz com que Deus não seja o autor do pecado deles na visão calvinista, embora o compatibilismo seja discutível na minha opinião.
Supralapsarianismo: Linha calvinista cuja ordem dos decretos de Deus leva à conclusão de que Deus decretou o pecado de Adão. Eles também dizem que Deus usa-se de causas secundárias, mas é difícil evitar críticas bem colocadas como as de Jacó Armínio em Obras de Armínio (2015, CPAD). Essa linha tem muita dificuldade em defender que Deus não é autor do pecado de Adão e consequentemente da humanidade, inclusive recebendo críticas de reformados infralapsarianos.
Determinismo fatalista e hipercalvinismo: conceito usado por uma outra linha calvinista (heterodoxa) chamada de hipercalvinismo (nada saudável por sinal) que diz, além de que não precisamos evangelizar com eficácia o mundo, que o decreto de Deus age diretamente no homem sem causas secundárias, por exemplo, Deus nessa linha decretou diretamente o pecado de Adão, e todo o mal do mundo. O homem fica sendo quase uma marionete. Isso não leva a outra conclusão senão que esse conceito é antibíblico pois faz de Deus, além de tudo, o autor do pecado de Adão, e com isso, de toda humanidade.
Decretos de Deus: Deus, como Rei, tem decretos, e esses não podem ser revogados nem desobedecidos por ninguém. A Bíblia cita muitas vezes os decretos de Deus.
Liberdade Humana: Como o nome diz, é a capacidade do homem de agir, pensar, e se locomover sem a ajuda de outro, seja essa liberdade limitada ou total.
Livre-Arbítrio: Capacidade de alguém agir contra sua própria natureza, ou seja, arbítrio livre (seja limitado ou não). Exemplo: habilidade de uma pessoa não regenerada, não salva, de ser capaz de fazer uma boa obra, como crer e confiar em Deus para sua salvação (capacitada ou não pelo Espírito): tal é semelhante ao conceito arminiano sobre o estado do homem antes da salvação (embora eles o chamem de livre-arbítrio libertário). O livre-arbítrio foi usado por Adão para pecar, sendo que ele não tinha a natureza pecaminosa. Usado por Satanás no Paraíso para formar o mal no seu interior, sendo que na Criação não havia mal nele, através do potencial do bom livre-arbítrio que recebeu de Deus, pois Deus requer amor voluntário.
Livre-Agência: Capacidade de agir de acordo com sua própria natureza (quem só tem a natureza pecaminosa, e não a natureza divina, só fará o mal; quem só tem, no céu, apenas a natureza glorificada, e não a natureza pecaminosa, não peca mais, só faz boas obras; um cristão nascido de novo tanto faz o bem como peca, pois tem a natureza de Cristo e a pecaminosa).
Eleição / Eleger: Diz respeito à escolha, por parte de Deus, desde a eternidade, de indivíduos que morarão com Ele por toda a eternidade. O Novo Testamento enfatiza muitas vezes a expressão “eleitos de Deus”. Jesus é, em Isaías, “o Eleito” (o Escolhido).
Queda de Adão: Ato de Adão pecar (Romanos 5.12), e levar consigo toda a humanidade. Todos pecamos em Adão, e por isso todos nascemos mortos em delitos e pecados (Efésios 2.1, Colossenses 2.13).
Queda de Satanás: Ato de Satanás pecar (logicamente antes de Adão), e levar consigo, pela influência, muitos anjos a pecarem com ele, os quais se tornaram, após juízo divino, anjos caídos, ou demônios.
44. Os cristãos gostam de falar sobre o que Jesus sacrificou. Se Jesus era o Deus que tudo sabe, então quando ele "morreu", ele não sabia que estaria no céu em menos de três dias para governar? Se Jesus está vivo e governando hoje, o que ele sacrificou?
Quem disse que ele não sabia que estaria no céu para Reinar? Claro que sabia! Ele disse ao ladrão que ele estaria no Paraíso com Ele (Lucas 23.43). Ele sacrificou seu corpo mortal, como um cordeiro imaculado (sem mancha nem ruga nem mácula), perfeito, como um sacrifício aprazível a Deus de um homem, como nós (pois por um homem veio o pecado, e tinha que ser um homem o Salvador); todavia, esse homem só poderia ser perfeito se fosse também Deus, porque só um homem que for também Deus pode suportar o peso do pecado, a ira de Deus (para isso, ver o ANEXO B – Catecismo de Heidelberg, pontos 1-19), e nunca pecar. Jesus nunca pecou e, ao contrário de Adão que foi tentado e pecou, Jesus recusou livremente pecar com sua natureza humana (ao vencer as tentações do diabo, por exemplo). Em tudo se submeteu ao Pai, sendo em tudo tentado por nós – embora Jesus, o Filho de Deus, como possui a natureza divina em união hipostática com a humana, ele realmente não podia pecar, pois Deus não peca. Jesus nunca falou um palavrão, nunca se irou sem causa. Ele se sacrificou em nosso lugar, substitutivamente, pela sua Igreja, de todos os tempos, tanto é que o nosso pecado do passado, presente e futuro foi imputado a Ele na cruz, e a justiça de Cristo é imputada a nós, pecadores, quando verdadeiramente nos arrependemos dos nossos muitos pecados, e confiamos em Cristo como nosso Único Salvador.
1. Teologia Ortodoxa e Método de Interpretação das Sagradas Escrituras. Na seção 2.1 e 2.2, e em todo o livro, seguimos a ortodoxia teológica, o que os fiéis escreveram ao longo de mais de 1900 anos.
Também seguimos e interpretamos a Bíblia pelo método que denomino “histórico-gramatical-teológico” (isto é, de fundamentação histórica e gramatical, mas sem desconsiderar a teologia por trás dos versículos – essa interpretação teológica da Escritura é baseada em teólogos como Kevin Vanhoozer). Não interpretamos a Bíblia pelo liberal método histórico-crítico, nem o fantasioso método alegórico usado na idade média (que dizia que cada verso tem quatro significados / níveis diferentes). Além disso, Deus (que é infinito) pode ter escrito alguns versos chave com dois significados legítimos – a isso leia-se, além do significado e sentido imediato do texto, “outro sentido pretendido por Deus, ainda que não plenamente compreendido pelo profeta" (como o “sensus plenior”) – assim eu não limito a Deus ter se revelado em cada verso apenas com um significado com esse pressuposto: por exemplo, Ezequiel 28 serve tanto literalmente para o rei de Tiro, como tipologicamente (ou alegoricamente – não no sentido medieval nem fantasioso, mas conforme a palavra alegoria no sentido bíblico usado por Paulo em Gl 4.24) para Satanás; Ou: Oseias 11.1 fala tanto de Israel como de Jesus: ambos foram chamados do Egito (do Egito chamei a meu filho, citado por Mateus 2:15).
~~~~~~~
Link:
Graça e paz
Ambos estão atualizados agora.
PDF letra maior (12, quase 1000 págs.), não está 100% formatado.
PDF original (letra 10, 700 págs.), 100% formatado, ok. Versão amazon kindle, academia.edu, clube de autores.
Graça e paz!
Eis mais um complemento vindo diretamente do forno!
Link atualizado pdf original:
https://www.mediafire.com/file/ycy0mjv0e4s0lif/9-mar-26+Teologia+Sistemática+Interdenominacional.pdf/fileRoberto
Clique para mais detalhes:
Paz! Coloquei dia 9 no nome do arquivo:
Link para download do PDF oficial para a glória de Deus e edificação da Igreja:
Graça e paz. Acho que ficou bom.
Links mediafire atualizados:
PDF original: (7h40 9/mar)
https://www.mediafire.com/file/ycy0mjv0e4s0lif/9-mar-26+Teologia+Sistemática+Interdenominacional.pdf/fileTabela está na seção 10.7.2.
Observação
final: se a parte culpada pelo divórcio (por adultério ou abandono) se
arrepender dos seus pecados, se converter e nascer de novo em Cristo, seus
pecados passados foram apagados. Ainda que a aliança anterior tenha sido
desfeita, a pessoa está livre no Senhor para um novo casamento.
Em último
lugar, o apóstolo não está excluindo as mulheres solteiras ou estéreis, ele está
combatendo falsas doutrinas: algumas doutrinas proibiam o casamento (1Tm 4.3), algumas
mulheres estavam abandonando os lares para viverem como fofoqueiras e ociosas
(1Tm 5.13-14), portanto a mulher é preservada do engano de Satanás quando
abraça seu chamado e plano ordinário de Deus para a família, que na época de
Paulo envolvia casamento e maternidade, mas lembrem-se que o apóstolo não
recomendava sempre isso sob muita perseguição. Para a solteira ou estéril hoje,
ela é preservada do engano do inimigo ao se dedicar fielmente ao chamado de
Deus na sua vida (lembre-se, cada um tem um chamado específico), vivendo em fé,
amor e santificação com modéstia.
8.1.2 Corpo, Alma, Mente e Cérebro
Filosofando sobre a ligação de
corpo e alma, e como a mente funciona, podemos pensar que:
1. 1. O corpo possui um cérebro.
2. 2. Sem o cérebro o homem terreno não pode
pensar, ou seja, o cérebro é um instrumento para a mente.
3. 3. Bíblia fala que a alma pensa (Ap 6.9-10 – almas sem corpo clamando e
raciocinando).
4. 4. Portanto, podemos crer que a alma do homem, que pensa, utiliza o cérebro
como meio, pelo qual ele pensa na Terra. Podemos crer que a alma/espírito do
homem é o princípio de vida que rege a mente em geral, e, na Terra, o faz através
do cérebro.
Antes do homem ser concebido ele
não existia, nem possuía alma. Desde a sua concepção até a eternidade, pois a
alma é imortal segundo a Bíblia, o homem possui uma alma, e pensa. Nesta vida, faz
sentido que a alma ativa a mente pelo cérebro. Além disso, se o cérebro for
danificado em alguma parte essencial, a mente humana será bloqueada ou
prejudicada, e o homem não pensará corretamente, pois o cérebro é um
instrumento para o homem pensar, para a mente nesta realidade.
A Bíblia diz que o homem, depois
de morto, ainda pensa e está consciente diante de Deus, seja no tormento ou no
gozo celeste. Como a Bíblia não fala que o homem depois de morto e antes da
eternidade (estado intermediário) possuirá um corpo temporário (pois o corpo
terreno viu a corrupção, virou pó, e o corpo incorruptível só será inaugurado
na eternidade), certamente a alma/espírito possui intelecto, emoção e vontade
(sendo princípio de vida) sem precisar de um cérebro no estado intermediário.
Na terra a fala se propaga
através do som, e nesta vida o ser humano pensa com um cérebro. Já no Paraíso
de Deus não se sabe se tem ar para a fala se propagar, creio que não, mas Deus
é quem sustenta a comunicação sem ar e o pensamento de almas sem corpo conforme
relatos na Escritura.
Se a alma pensa sozinha sem ajuda
do cérebro nessa realidade, ou seja, se a mente apenas está na alma ignoramos a
ciência, que mostra que um cérebro danificado de um homem, que claramente
possui uma alma, impede a mente (como a lobotomia). Mas a Bíblia diz que a alma
pensa, portanto ela ativa a mente pelo cérebro, e no estado intermediário, ela mesmo
promove o raciocínio e a comunicação.
Apesar de tudo isso, o homem é
uma unidade, e como tal o seu corpo e espírito não permanecem separados nesta
vida. Mais detalhes acerca da unidade do homem em sua relação mente-cérebro na
seção 8.1.7 O Homem é uma Unidade: Aplicações Práticas.
PDF oficial:
PDF letra gigante:
https://www.mediafire.com/file/yetnahqox46pesw/7-mar-26_LETRA_GIGANTE_TEOL_SIST.pdf/file
Vi que isso não estava bem explicado. Agora está.
Além disso, nem toda pessoa que sente o Espírito Santo e
seus dons, e nem todos os que são usados esses dons espirituais são salvos de
verdade, ou seja, nem todos praticam o fruto do Espírito Santo, evidência do
novo nascimento! Assim não nasceram de novo, mas Deus pode lhes ter concedido
dons sem que isso implique regeneração, concedido dons segundo o contato com a
Palavra e o Espírito para um propósito Soberano nas suas vidas, em que,
conforme a citação de Bunyan adiante (parágrafo 303: Vi, portanto, que aquele
que possui os dons precisa ser levado a reconhecer a natureza deles...),
quem tem dons deve ser levado a reconhecer a natureza deles e se render
plenamente a Cristo!
São pessoas chamadas pelo evangelho, como os servos que
receberam talentos do seu Senhor, ou como as virgens que tinham suas lâmpadas
(Mateus 25.1-30): eles conheciam (pelo menos minimamente) o Senhor. Já ímpios
zombadores ou não chamados pelo Senhor não recebem dons do Senhor.
Os servos ou mordomos fiéis foram para a glória, mas o
servo ou mordomo infiel, chamado pelo Senhor, também recebeu um talento/dom
pela graça infinita de Deus, mas era mau e negligente (Mateus 25.16). As
virgens prudentes (ou salvas) foram à glória, mas as virgens loucas (ou não
salvas), cujas lâmpadas também estavam inicialmente acesas, mas que não tinham
azeite em suas vasilhas (Mt 25.3-4), foram condenadas, ainda que tinham
recebido inicialmente uma porção de virtude ou dons pela graça do Espírito
Santo (suas lâmpadas estavam inicialmente acesas).
Outros versos que mostram que Deus enche do Seu Espírito
Santo pessoas chamadas pelo evangelho até mesmo antes da regeneração:
TEOL. SIST. 6/MARÇO/2026:
PDF com letra normal (oficial):
PDF com letra gigante (esboço):
https://www.mediafire.com/file/yetnahqox46pesw/6-mar-26_LETRA_GIGANTE_TEOL_SIST.pdf/file
Correção seção 9.4 (a corrupção não vem do DNA, mas de geração natural etc.):
A respeito da culpa e da
corrupção herdada pela humanidade por causa de Adão, cito Grudem (2001):
Culpa herdada – Segundo as Sagradas Escrituras somos considerados culpados perante Deus por causa do pecado de Adão. E o apóstolo Paulo nos explica dizendo: “Portanto… por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens porque todos pecaram” (Romanos 5.12). Ao observarmos o contexto, veremos que Paulo não está tratando dos pecados que as pessoas cometem efetivamente no seu dia a dia, pois todo o parágrafo (Romanos 5.12-21) trata exatamente da comparação entre Adão e Cristo, portanto quando Paulo diz “assim passou a todos os homens, porque todos pecaram”, ele está dizendo que por meio do pecado de Adão, “todos (os homens) pecaram”. Herdamos em Adão a culpa do pecado. Quando Adão pecou, o Senhor Deus considerou todos os futuros descendentes de Adão como pecadores. Mesmo que ainda não existíssemos, Deus que sabe quer o futuro quer o presente, Ele sabia que iríamos existir e passou a nos considerar culpados em Adão. E ele afirma mais: Ele diz que Cristo morreu “por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5.8), mesmo que muitos de nós nem existíssemos, mas Ele nos considerou pecadores necessitados de salvação. Adão pecou, e Deus nos considerou tão culpados tanto quanto Adão. Isto se chamar imputar, isto é, “considerar pertencente a alguém, e assim fazer pertencer a esse alguém”. Grudem (2001).
Essa culpa herdada da Queda de
Adão foi removida por Cristo na sua morte (na seção “A relação entre a Queda de Adão e do Sacrifício de Cristo a Todos e a
Cada Um” dentro da doutrina da salvação). Discursaremos em qual estágio
creio que essa remoção da culpa é aplicada na vida das pessoas na seção 10.3.3.
Corrupção herdada – Assim, o estado de depravação ou corrupção que se seguiu é agora inerente a toda humanidade. Todos nascem com a natureza carnal herdada de Adão. Davi diz: “Eu nasci na iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe” (Salmos 51.5). Muitos estudiosos de maneira equivocada, julgam que o que está aqui em evidência é o pecado da mãe de Davi, mas isso não está no texto, pois se dermos uma boa e demorada olhada no contexto, verificaremos que nada ali narrado tem a ver com a mãe da Davi. Vamos olhar novamente o texto: “Compadece de mim, ó Deus… apaga as minhas transgressões… Lava-me completamente da minha iniquidade… conheço as minhas transgressões… Pequei contra Ti…” (Salmos 51.1-4). Davi é honesto, examina o seu passado, que se abate diante da legítima consciência do seu próprio pecado e percebe que ele foi pecador desde o início e que desde tenra idade teve uma natureza pecaminosa. Portanto, nossa natureza humana inclui uma disposição para o pecado. Grudem (2001).
Essa corrupção herdada só será
extinguida de nós na eternidade quando formos a completa imagem de Cristo na
glória, ou seja, sem pecado. Falemos um pouco da consequência da doutrina da
aliança das obras feita no Éden. Bom, basicamente é uma aliança (pacto) feito
com Adão, que se fosse fiel a Deus, obteria direitos legítimos à vida eterna
para ele e para seus descendentes. Claro que Adão já possuía a vida eterna, de
modo que comia dos frutos da árvore da vida, pois Gn 2.16-17 fala “De toda árvore do jardim comerás livremente,
mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque [...]
certamente morrerás”, em conjunto com Gn 2.9 “O Senhor Deus fez brotar da terra toda a árvore agradável à vista, e
boa para comida; e a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore do
conhecimento do bem e do mal”, que existia a árvore da vida no Éden, mas o
Senhor só proibiu a do conhecimento do bem e do mal. Então Adão comia dos
frutos da árvore da vida para viver, como nós comeremos nos novos céus e nova
terra (Ap 2.7, 22.14). Desobedecer a Deus nessa aliança das obras (também
chamada “aliança da criação”) seria desastroso. Deixo as palavras de Berkhof,
Louis, 1990:
Esta doutrina da aliança das obras [antes
de Adão cair em pecado] implica que Adão tinha dupla relação com os seus
descendentes, a saber, a de chefe natural da humanidade [pai de toda a
humanidade segundo a carne], e a de chefe representativo [cabeça] de toda a
raça humana. Além de ser pai de toda a humanidade, o primeiro homem [relação de
chefe natural], era também representante de todos os seus descendentes, de tal
modo que Deus ordenou que nessa aliança Adão não estaria só como si próprio,
mas como o chefe da raça, não somente num sentido paterno, mas também num sentido federal. Enquanto
que, sem essa aliança, Adão e os seus descendentes estariam num continuado
estado de prova, em constante risco de pecar, a aliança garantiu que a
perseverança, ao persistir por um período fixo de tempo,
seria recompensada com o estabelecimento do homem num permanente estado de
santidade e bem-aventurança. Segundo os termos da aliança, obteria legítimos
direitos à vida eterna, se cumprisse as condições da aliança. E não somente
ele, mas também todos os seus descendentes participariam dessa bênção.
Portanto, em sua operação normal, as disposições pactuais seriam de
incalculável benefício para a humanidade. Mas havia a possibilidade de que o
homem desobedecesse, e, nesse caso, os resultados seriam correspondentemente
desastrosos. A transgressão do mandamento incluso na aliança redundaria em
morte. Adão escolheu o curso da
desobediência, corrompeu-se pelo pecado, tornou-se culpado aos olhos de Deus e,
como tal, sujeito à sentença de morte. E porque ele era o representante federal
da raça, sua desobediência afetou os seus descendentes todos. Em Seu reto
juízo, Deus imputa a culpa do primeiro pecado, cometido pelo chefe da aliança,
a todos quantos se relacionam federalmente com ele. E, como resultado, nascem
também numa condição depravada e pecaminosa, e essa corrupção inerente envolve
culpa também. Berkhof, Louis, 1990.
Sobre a Aliança da Graça, favor
ver a citação da Bíblia de Genebra no Apêndice C – Aliancismo versus
Dispensacionalismo.
Juntando algumas seções, a alma
vem diretamente por uma criação de Deus na concepção (seção Origem da Alma), todavia, como diz G. Voetius, F. Turretin e B. de Moor
apud Bavinck, Herman (2012, vol. 2, pág. 595), “a alma, embora chamada à
existência como uma entidade racional espiritual por uma atividade criativa de
Deus [...] recebe seu ser não de cima ou de fora, mas sob as condições e
no meio dos vínculos do pecado que oprime a raça humana”. Enfim, por
isso, é claro que a alma também peca: “A alma que pecar, essa morrerá”
(Ez 18.20a). Já o nosso corpo em sua plenitude (tudo, menos a alma ou espírito)
certamente vem transmitido por geração de nossos pais, formado de modo único
pelo nosso DNA, assim como corretamente a ciência mostra, e Jesus em João 3.6
fala que o que é nascido de carne é carne.
Como descrito na citação de
Grudem acima e na seção “4.3 Cristo Nasceu sem Pecado”, herdamos de Adão
(e não de Deus), o primeiro cabeça ou representante federal da humanidade, a
culpa imputada espiritualmente e a corrupção do pecado herdada por geração
natural (Gn 5.3; Sl 51.5; Rm 5.12). A respeito da culpa, como Cristo é o segundo
e novo cabeça da humanidade, depois da sua ressurreição, ele removeu tal culpa
imputada por Adão, ou seja, tirou todos os impedimentos legais à salvação a
todo aquele que crê, pela Graça, chamada preveniente ou anterior. Porém, nós,
nascidos de novo, sem a culpa que foi imputada por Adão, ainda herdamos a natureza
corrompida pelo pecado, pois não somos perfeitos, mesmo nascidos de novo, mas
somos ao mesmo tempo santos e pecadores, como Lutero disse.
Culpa e Corrupção: Relação de
Cristo, os homens e os demônios na transmissão do pecado
Agora que estudamos que os seres
humanos nascem culpados do pecado de Adão e com uma natureza humana corrompida
(natureza pecaminosa), vamos continuar o raciocínio. Relembrando raciocínios
anteriores:
Seção 4.3 – Cristo Nasceu sem
Pecado: baseado no ministério Answers in Genesis, pode-se ver que a natureza
pecaminosa passa espiritualmente.
Nessa mesma
seção, 9.4, baseado nas teologias sistemáticas reformadas, pode-se observar com
clareza que a Escritura, lendo muitas passagens bíblicas com a palavra corrupção,
defende que o ser humano, descendente de Adão, pecou [passado] em Adão
(Rm 5.12), e que por imputação [1] e geração natural [2],
como Adão morreu espiritualmente quando tomou do fruto com a Mulher (depois
chamada Eva, que também morreu espiritualmente), e como Adão é o primeiro
cabeça da humanidade [1] e como todo casal concebe filhos em sua imagem e
semelhança [2] (como diz a Escritura de Adão para Sete), “a morte passou a
todos por isso que todos pecaram” (Rm 5.12): nascem mortos por estar sob a
sentença de morte do pecado de Adão [1, pela culpa, pois somos culpados uma vez
que pecamos com ele] e mortos por causa de seus pecados cotidianos [2, pela
corrupção/natureza pecaminosa que recebemos na concepção]. Desta
maneira, todos
os seres humanos nascem mortos no pecado (Ef 2.1-3, Cl 2.13, Rm 3.9-12, Rm 5.12
etc. - depravação total), e nascem assim pecadores (antes do primeiro pecado
pessoal já são pecadores e mortos espirituais), e por serem pecadores cometem
seus pecados cotidianos, continuando nesse estado escravizado até ter um
encontro com o Evangelho do Salvador pelo Espírito e pela preparação do Pai, no
qual ao salvo é possível crucificar progressivamente a carne com Cristo de modo
que o pecado, ainda presente, não mais nos domine.
Culpa herdada (pecado de Adão
herdado – pecamos com ele, pois a humanidade está ligada como num organismo
vivo, não são indivíduos isolados como os anjos) – a culpa é transmitida
espiritualmente (imputada), por isso certamente o ministério Answers in
Genesis acertou que Cristo, como é o Santo Filho de Deus, infinitamente Santo,
não foi afetado por ela. Assim como nós recebemos a justiça de Cristo na
justificação por imputação, recebemos também a culpa de Adão por imputação,
conforme a Escritura usa a expressão imputado (Rm 5.13).
Corrupção herdada de nossos
pais: nascemos à imagem e semelhança caída de Adão através de nossos pais
(Gênesis 5.3), isto é, com a natureza pecaminosa que habita no nosso ser e que
nos escraviza e faz continuamente pecar. Se é assim, por que Jesus não nasceu
com a corrupção herdada de Maria? Porque Jesus não nasceu à imagem e semelhança
de Adão, não nasceu por geração natural, mas sobrenatural – como se fora antes
da queda, pois Jesus é o “Segundo Adão”, puro e imaculado, o cabeça da
humanidade redimida.
Desta maneira Jesus não recebeu
a culpa espiritual imputada que vem de Adão por ser Filho de Deus, nem a
corrupção (natureza pecaminosa) pela concepção miraculosa através do Espírito
Santo. Já, nós, recebemos ambas, culpa (embora esta recebemos antes de nascer)
e corrupção na concepção.
E os demônios? O pesquisador do
ministério Answers in Genesis da citação da seção 4.3 diz que Satanás e os
demônios receberam a natureza pecaminosa espiritualmente. E isso faz todo
sentido pois, em primeiro lugar, anjos ou demônios não se multiplicam nem
procriam segundo a Escritura verdadeiramente inspirada, portanto não
fazem outros anjos/demônios segundo sua imagem e semelhança para poderem passar
a natureza pecaminosa.
Em segundo lugar, baseado na
seção 12.23.3, parte B (O Diabo Está no Inferno? Explicando 2Pe 2:4):
2 Pedro 2:4 (NVI) Pois Deus
não poupou os anjos que pecaram [1], mas os lançou no inferno [3], prendendo-os
em abismos tenebrosos [2] a fim de serem reservados para o juízo.
Pode-se ver que Pedro liga o
fato de que [1] Deus não poupou os anjos pecaram e estão perdidos para sempre
sem chance de salvação, com o fato de que [2] estão presos em abismos
tenebrosos a fim de serem reservados para o juízo. E o apóstolo dá a entender
que o que faz que eles fiquem para sempre perdidos e prendem eles para o juízo
é? O inferno [3]. O inferno é o termo que liga e conecta o início do fim da
frase inspirada de Pedro. Certamente não é uma prisão que eles não possam sair
(como se fosse o lago de fogo, não é um local “físico”), mas um estado
espiritual de sofrimento, condenação e prisão fora e longe da luz de Deus, e também (como as palavras em grego são diferentes)
não é o mesmo local em que os mortos sem Cristo estão.
Portanto, no meu ponto de vista,
fica claro que Satanás e os demônios estão sob uma sentença pecaminosa e
separação da luz, que inclui a morte espiritual/eterna e, claro, a natureza
pecaminosa deles (transmitida e/ou imputada espiritualmente após a queda de
Satanás e seus anjos, evento esse que ocorreu depois dos seis dias da criação e
antes da queda de Adão conforme a seção 7.3), demônios estes que estão em
infindáveis trevas, a fim de serem reservados para o juízo.
Assim, concluindo, o ser humano
nasce morto espiritualmente, pois recebe culpa espiritual e corrupção (natureza
humana corrupta) por geração natural;
Cristo, o Santo Messias, foi
gerado sem pecado (sem culpa nem corrupção, recebendo a natureza humana perfeita
como se fosse original do Éden (antes da queda Adâmica)) pelo Espírito. Como
diz a citação na seção 4.3, a Mulher foi tentada no Éden mesmo sem natureza
pecaminosa: Cristo também, mesmo sem natureza pecaminosa, foi em tudo tentado
por nós (Hb 4.15 Porque não temos um sumo sacerdote que não possa
compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi
tentado, mas sem pecado);
E os demônios recebem a morte e
natureza pecaminosa espiritualmente pela queda e maldição própria do pecado
deles, uma vez que, mesmo tendo visto a glória de Deus, deixaram seu principado
(E aos anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria
habitação, reservou na escuridão e em prisões eternas até ao juízo daquele
grande dia - Judas 6).
Amém.