Paz! Atualizado!
3.6.1 A Simplicidade de Deus e o Amor como Essência de Deus
Continuando a seção “3.4.1: A Trindade: Esclarecimentos Adicionais”,
como a essência de Deus (essência divina) é simples – há uma unidade
indivisível em Deus – ou seja, há um Deus, então quando o Pai
eternamente gerou o Filho e do Pai eternamente procedeu o Espírito a essência
divina não se multiplicou em três (o que seria três deuses), mas permanece uma
essência divina indivisível (isto é ser simples) – um Deus em três Pessoas Divinas, a Trindade Cristã, Bíblica.
Baseado na seção anterior, “3.6 Deus é Amor”, eu faço leve divisão conceitual
entre a essência divina de “Deus” (Deus em si mesmo), e a “essência” de Deus
como “amor”: esta última, notação de Stanley Grenz na seção 3.6, significa que o amor descreve a forma natural e
eterna do agir divino, que é proposto por ele como sendo um
atributo fundamental em Deus em termos de essência (ou caráter). Por isso eu
não adoto o conceito clássico da simplicidade divina em seu sentido mais forte,
de que todos os atributos em Deus são iguais.
O que é admitido nessa teologia sistemática:
1. 1. Deus é o Ser absoluto;
2.
2. Amor é o caráter absoluto do Ser.
Ou seja,
1.
1. Deus não é composto, é simples: um Deus;
2.
2. Mas o ser de Deus tem centralidade (valor
central) no amor: a essência de Deus é eternamente expressa como Amor, ou, em
linguagem simples: Deus é Amor.
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