sábado, 21 de fevereiro de 2026

3.6.1 A Simplicidade de Deus e o Amor como Essência de Deus (nova seção)

Paz! Atualizado!

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3.6.1 A Simplicidade de Deus e o Amor como Essência de Deus

Continuando a seção “3.4.1: A Trindade: Esclarecimentos Adicionais”, como a essência de Deus (essência divina) é simples – há uma unidade indivisível em Deus – ou seja, há um Deus, então quando o Pai eternamente gerou o Filho e do Pai eternamente procedeu o Espírito a essência divina não se multiplicou em três (o que seria três deuses), mas permanece uma essência divina indivisível (isto é ser simples) – um Deus em três Pessoas Divinas, a Trindade Cristã, Bíblica.

Baseado na seção anterior, “3.6 Deus é Amor”, eu faço leve divisão conceitual entre a essência divina de “Deus” (Deus em si mesmo), e a “essência” de Deus como “amor”: esta última, notação de Stanley Grenz na seção 3.6, significa que o amor descreve a forma natural e eterna do agir divino, que é proposto por ele como sendo um atributo fundamental em Deus em termos de essência (ou caráter). Por isso eu não adoto o conceito clássico da simplicidade divina em seu sentido mais forte, de que todos os atributos em Deus são iguais.

O que é admitido nessa teologia sistemática:

1.       1. Deus é o Ser absoluto;

2.       2. Amor é o caráter absoluto do Ser.

Ou seja,

1.       1. Deus não é composto, é simples: um Deus;

2.       2. Mas o ser de Deus tem centralidade (valor central) no amor: a essência de Deus é eternamente expressa como Amor, ou, em linguagem simples: Deus é Amor.

 

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