quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Link para download da Teologia Sistemática Interdenominacional (2/1/26 13h40), 4ª edição com as últimas seis complementações do blog (últimos posts):

Graça e paz!

Link para download da Teologia Sistemática Interdenominacional (2/1/26), 4ª edição com as últimas seis complementações do blog (últimos posts):

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Seção 12.21 e 12.13.1 atualizada em 2/1/26 (complementações 4 e 5, outro post).

Complementação à T.S. 6: 12.13 Acerca da Batalha de Apocalipse 19

O Capítulo 19 de Apocalipse (Ap. 19:11-21) é uma batalha espiritual de Cristo contra o Império Romano, vencida pela proclamação da Palavra de Deus:

O Capítulo 19 de Apocalipse não descreve uma vinda física de Cristo como a Segunda Vinda por dois fatos: Primeiro, em lugar algum é descrito que Cristo voltaria em um cavalo. Ele não ascendeu assim e ele retornará como ascendeu [At 1.11]. O cavalo é um emblema de guerra. Segundo, o conflito aqui é espiritual, não físico (diferente do conflito da Segunda Vinda). É uma batalha guerreada e vencida através da Palavra de Deus. É claro pela referência da Palavra como arma que sai da boca do Salvador (Ap 19.15,21). Historicamente, o quinto reino [Reino de Cristo] tomou o lugar do império Satânico pela proclamação da Palavra de Deus. Adams (2000).

Esta batalha de Apocalipse 19 diz respeito à Apocalipse 16.14 (Porque são espíritos de demônios, que fazem prodígios; os quais vão ao encontro dos reis da terra e de todo o mundo, para os congregar para a batalha, naquele grande dia do Deus Todo-Poderoso) comparado com Apocalipse 19.19 (E vi a besta, e os reis da terra, e os seus exércitos reunidos, para fazerem guerra àquele que estava assentado sobre o cavalo, e ao seu exército). Quando isso aconteceu? Aconteceu quando Roma e suas bestas, aliadas com Satanás, perseguiram duramente a Igreja, representada como o Cordeiro. Mas Jesus, usando-se da sua Igreja, através da proclamação da Palavra de Deus, venceu a besta do Império Romano, e assim o Reino de Cristo tornou-se global!

Portanto, mesmo que pareça chocante, Apocalipse 19:11-21 já se cumpriu na vinda do Senhor Jesus em julgamento contra Roma e suas bestas, para inauguração completa do Reino de Deus, o Reino não feito por mãos de homens, o Reino que durará para sempre. Não é a Segunda Vinda, nem o arrebatamento. Cremos que ocorrerá a segunda vinda e, nela, seremos ‘arrebatados’ (palavra no texto encontrado em 1Tess 4.17). Teremos uma seção só para a volta de Cristo adiante neste livro. Só quero dizer que este trecho não fala da Segunda Vinda.

Mas por que Jesus é chamado em Apocalipse 19 como Rei dos Reis e Senhor dos Senhores? Porque foi nesse capítulo que simboliza e profetiza a vitória de Cristo sobre o Império Romano, o último império mundial:

Ezequiel 26.7 e Daniel 2.37, por exemplo, chama Nabucodonosor de rei de reis (Dn), rei dos reis (Ez). Mas Cristo destronou o último império satânico, Babilônia (neste caso, é a Roma dos césares), e Daniel fala da coroação de Cristo como verdadeiro, celeste, perfeito e eterno Rei dos Reis e Senhor dos Senhores, recebendo o Reino do Pai (ancião de dias):

Daniel 7.13-14 Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha nas nuvens do céu um como o filho do homem [Jesus]; e dirigiu-se ao ancião de dias [Deus Pai], e o fizeram chegar até ele. E foi-lhe dado o domínio, e a honra, e o reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; o seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino tal, que não será destruído.

Isso ocorreu na ressurreição e ascensão de Cristo: de acordo com Jay Adams (2000), “pela morte, ressurreição e ascensão de Cristo [33 d.C.], o império romano não foi imediatamente destruído, mas foi substituído legalmente pelo Reino de Deus, e os dias do império romano foram contados [o que indica que sua queda chegaria].”

Apocalipse 19.16 foi, de fato, quando Roma caiu: E no manto e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores. Não havia mais nenhum reino mundial. Só o de Cristo:

Daniel 2.44-45 Mas, nos dias desses reis, o Deus do céu levantará um reino que não será jamais destruído; e este reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos esses reinos [Ap 19], mas ele mesmo subsistirá para sempre, da maneira que viste que do monte foi cortada uma pedra, sem auxílio de mãos, e ela esmiuçou [em Ap 19] o ferro, o bronze, o barro, a prata e o ouro; o grande Deus fez saber ao rei o que há de ser depois disto. Certo é o sonho, e fiel a sua interpretação. Amém.

Complementação 5 à Teol. Sist. 12.13.1 Selos, Trombetas e Taças de Apocalipse. Seca do Eufrates e Incêndio de Babilônia

final da seção 12.13.1 (2/1/26 13h40)


Complementando: Apocalipse 17-19: Acerca da queda, do juízo e do incêndio de Babilônia (Roma), João, como dito acima, pega elementos do Antigo Testamento que simbolizam diversos tipos de juízo divino e aplica isso pelo Espírito à nova Babilônia, à de Apocalipse (Roma), o último império mundial satânico da estátua que viu Nabucodonosor:

Fuga e vingança: Jeremias 51.6 Fugi do meio de Babilônia [Ap. 18.4b Sai dela, povo meu...], e livrai cada um a sua alma, e não vos destruais na sua maldade; porque este é o tempo da vingança do Senhor [cf. Ap 19.2 Porque verdadeiros e justos são os seus juízos, pois julgou a grande prostituta (Babilônia de Ap. 17), que havia corrompido a terra com a sua fornicação, e das mãos dela vingou o sangue dos seus servos.]; que lhe dará a sua recompensa (cf. Isaías 48.20 Saí de Babilônia, fugi de entre os caldeus. E anunciai com voz de júbilo, fazei ouvir isso, e levai-o até ao fim da terra; dizei: O Senhor remiu a seu servo Jacó).

Copo de ouro: Jeremias 51.7. Babilônia era um copo de ouro na mão do Senhor, o qual embriagava a toda a terra; do seu vinho beberam as nações; por isso as nações enlouqueceram. (cf. Apocalipse 17.2 E a mulher estava vestida de púrpura e de escarlata, e adornada com ouro, e pedras preciosas e pérolas; e tinha na sua mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua fornicação. E na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande Babilônia, a mãe das prostituições e abominações da terra).

Fogo e juízo: Isaías 13.19 E Babilônia, o ornamento dos reinos, a glória e a soberba dos caldeus, será como Sodoma e Gomorra [julgada, incendiada], quando Deus as transtornou. Jeremias 50.32 Então tropeçará o soberbo, e cairá, e ninguém haverá que o levante; e porei fogo nas suas cidades, o qual consumirá todos os seus arredores. Jeremias 50.40. Como quando Deus subverteu a Sodoma e a Gomorra [com juízo/fogo/incêndio], e as suas cidades vizinhas, diz o Senhor, assim ninguém habitará ali [Babilônia], nem morará nela filho de homem (cf. Ap. 18.9 ...sobre ela prantearão, quando virem a fumaça do seu incêndio; 18.18 E, vendo a fumaça do seu incêndio, clamaram, dizendo: Que cidade é semelhante a esta grande cidade?).

Caiu! Assolada! Lamento! Jeremias 51.8. Num momento caiu Babilônia [cf. Ap. 14.8, 18.2: Caiu, caiu a grande Babilônia], e ficou arruinada [assolada cf. Ap 18.19b]; lamentai por ela [cf. Ap. 18.11 E sobre ela choram e lamentam os mercadores da terra]...

Numa hora, num momento, num dia! Ap 18.19b “porque numa hora foi assolada.” (cf. Isaías 47.1 Desce, e assenta-te no pó, ó virgem filha de Babilônia; assenta-te no chão; já não há trono, ó filha dos caldeus, porque nunca mais serás chamada a tenra nem a delicada. Isaías 47.9 Porém ambas estas coisas virão sobre ti num momento, no mesmo dia, perda de filhos e viuvez; em toda a sua plenitude virão sobre ti, por causa da multidão das tuas feitiçarias, e da grande abundância dos teus muitos encantamentos.)

Até o céu! Jeremias 51.9b ...porque o seu juízo chegou até ao céu [cf. Ap. 18:5 Porque já os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou das iniquidades dela.], e se elevou até às mais altas nuvens.

Saí dela! Jeremias 51.45. Saí do meio dela, ó povo meu, e livrai cada um a sua alma do ardor da ira do Senhor. [cf. Ap. 18.4b Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas.].

Isso não quer dizer que o império romano ou a babilônia antiga terminaria num incêndio. Isso quer dizer que esse fogo de Deus é sinal de juízo de Deus.


Complementação 4. Seção 12.21 A Ressurreição e o Juízo Final - atualização 2/1/26

12.21 A Ressurreição e o Juízo Final

No último dia, no dia do Senhor, no momento de Sua vinda, Deus ressuscitará a todas as pessoas, e Jesus reunirá a todos, de todas as nações, diante dele.

 

Ressurreição no último dia

João 6.39,40,44,54, 11.24: Os salvos ressuscitarão no último dia (da Terra, antes que o céu e a terra se enrolem como um livro cf. Apocalipse 20.11 E vi um grande trono branco, e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu; e não se achou lugar para eles): Os salvos não ressuscitarão no arrebatamento pré-milenista, que seria a “primeira fase” da segunda vinda, bem antes do juízo final, mas no último dia mesmo desse Universo (em hebraico, céus e terra), desses céus e dessa Terra como é hoje!

João 6.39: E a vontade do Pai que me enviou é esta: Que nenhum de todos aqueles que me deu [salvos], eu perca, mas que o ressuscite no último dia.

João 6.40: Porquanto a vontade daquele que me enviou é esta: Que todo aquele que vê o Filho, e crê nele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.

João 6.44 Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou o não trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia.

João 6.54 Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia.

João 11.24 Disse-lhe Marta: Eu sei que [Lázaro, salvo] há de ressuscitar na ressurreição do último dia.

Complementação 2 e 3 à T.S.: Método de interpretação das Escrituras; Citação que faltava.

1. Teologia Ortodoxa e Método de Interpretação das Sagradas Escrituras. Na seção 2.1 e 2.2, e em todo o livro, seguimos a ortodoxia teológica, o que os fiéis escreveram ao longo de mais de 1900 anos. Não me lembro de alguma coisa importante que retirei de uma fonte heterodoxa que esteja neste livro e seja defendida por mim.

Também seguimos e interpretamos a Bíblia pelo método que denomino “histórico-gramatical-teológico” (isto é, de fundamentação histórico-gramatical, mas sem desconsiderar a teologia por trás dos versículos), e não o liberal método histórico-crítico, nem o fantasioso método alegórico usado na idade média (que dizia que cada verso tem quatro significados diferentes). A única exceção nisso é que eu creio que Deus (que é infinito) pode ter escrito alguns versos chave com dois significados (assim eu não limito a Deus ter se revelado em cada verso apenas com um significado com esse pressuposto), por exemplo, Ezequiel 28 serve tanto literalmente para Satanás, como alegoricamente para o príncipe de Tiro; Outro exemplo: Oseias 11.1 fala tanto de Israel como de Jesus: ambos foram chamados do Egito (do Egito chamei a meu filho, citado por Mateus 2:15).

Por que, alguém pode se perguntar, não sigo estritamente o método histórico-gramatical ou gramático-histórico, mas sim adaptei e criei um método chamado histórico-gramatical-teológico? Vou dar um exemplo.

Leia 1Samuel 28 (Saul consulta uma necromante/feiticeira/médium).

Veja que o autor bíblico do final de 1Samuel provavelmente era um servo de Saul, pois Samuel já havia morrido. Isso é comum, assim como Josué deve ter sido o autor do final de Deuteronômio (trecho após a morte de Moisés). A pessoa que escreveu 1Sm 28, leia, está realmente convencida, crendo que Samuel veio dos mortos pela feiticeira. Se eu cresse apenas na gramática e historicidade desse capítulo, sem ver o resto da Bíblia, alguém poderia acreditar, como Augustus Nicodemus acreditou – lembre-se de que ele usa o método gramático-histórico, afirmando loucamente que Samuel realmente voltou da sepultura (Nicodemus, Augustus: Cristianismo Descomplicado, Mundo Cristão, 1ª ed., 2017, pág. 29).

Mas graças a Deus temos a teologia e as outras Escrituras (outros trechos). Não dá para se interpretar a Bíblia apenas historicamente e gramaticalmente desconsiderando a teologia: a Bíblia é um livro teológico.

A Bíblia inteira diz outra coisa: que seria impossível Samuel voltar à vida por uma feiticeira, o relato é duvidoso e estragado pois Saul estava perturbado e sem comer, a profecia do pseudo-Samuel não se cumpriu, Samuel era salvo e estava na Glória etc. (ver “Hernandes Dias Lopes. É possível os mortos se comunicarem com os vivos? EBD. <https://www.YouTube.com/watch?v=ZgUndEF-Eis>. 24 de agosto de 2020.”).

Por isso que meu método de interpretação das Escrituras é a união do modelo histórico-gramatical com a sã teologia, na qual faço um equilíbrio com a história, com as palavras e a gramática do texto, e com a teologia ortodoxa.


Complementação 3: Seção 4.2

Para embasar o raciocínio citado de Bodie Hodge (Cristo, sendo Deus, simplesmente não a recebe [natureza pecaminosa] pela virtude de que Ele é o Filho de Deus), achando eu que era mistério oculto cf. Deuteronômio 29.29 (As coisas encobertas pertencem ao Senhor nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem a nós e a nossos filhos para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei), fui surpreendido pelo Pr. Gilberto Ferraz que me levou a um vídeo na internet: “The Bible Project: Santidade” (Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=EEf8lGwWr2k>. Acesso em: Dez. 2025): com as minhas palavras: “No tempo da lei quem tocasse em morto, leproso ou fluxo corporal (ou cometesse pecado) teria que cumprir um ritual para se aproximar de Deus e corria risco de morte se não estivesse totalmente purificado, pois Deus é Santo. Por isso Isaías quando viu ao Senhor pensou que iria morrer, mas o Senhor tocou-o com uma brasa do altar e disse: “Você está purificado de sua iniquidade”. Da mesma maneira, as águas sanadoras da visão de Ezequiel por onde passavam purificavam tudo à sua volta (as mesmas do final de Apocalipse). Pelo mesmo raciocínio, Jesus, o Filho de Deus, infinitamente Santo, tocou em leproso, também foi tocado pela mulher com fluxo de sangue (além de ter tocado em defuntos), e ao tocar em Jesus as pessoas foram purificadas e Jesus não se contaminou. Em resumo, aplicando isso à concepção miraculosa de Jesus, a infinita santidade de Deus manteve puro o fruto no ventre de Maria, ainda que ela mesmo fosse pecadora (ela mesmo confessa precisar do Salvador no evangelho de Lucas cap. 1). Conclusão: a impureza limitada de Maria jamais mancharia a infinita pureza de Deus e de Cristo.” Amém!


Complementação à T.S. Seção 8.5. Homem natural, carnal e espiritual em 1Coríntios. Homem exterior e interior em 2Coríntios.

Resumindo

Homem natural: (I Coríntios 2:4-16 acf) 14 Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. 15 Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido. 16 Porque, quem conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo.

Homem carnal: continuação do trecho acima (I Coríntios 3:1-3 acf) 1 E eu, irmãos, não vos pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a meninos em Cristo. 2 Com leite vos criei, e não com carne, porque ainda não podíeis, nem tampouco ainda agora podeis, 3 Porque ainda sois carnais; pois, havendo entre vós inveja, contendas e dissensões, não sois porventura carnais, e não andais segundo os homens?

Homem espiritual: 1Coríntios 3:1 (acima) e Gálatas 6.1 Irmãos, se algum homem chegar a ser surpreendido nalguma ofensa, vós, que sois espirituais, encaminhai o tal com espírito de mansidão; olhando por ti mesmo, para que não sejas também tentado.

Isso embasa a definição que uso em Romanos 7 (processo de conversão seção 10.3.1): homem natural: nascemos assim, nascemos ignorantes das coisas espirituais, não evangelizado. Homem carnal: este foi chamado em Cristo, evangelizado, com iluminação parcial, pode frequentar igreja como os Coríntios etc., mas ainda não salvo: são meninos/bebês na fé (tomam leite e não alimento sólido) e não maduros (Romanos 7 também fala do homem carnal). Homem espiritual: pessoa (bem mais) madura na fé, nascida de novo, salva, escolhida.


Outro parágrafo aprimorado (mesma seção):

Unindo algumas seções sobre livre-arbítrio (esta (8.5), 10.3.1, 10.3.2, 13.1, 13.6), e complementando (em 2025), falemos de livre-arbítrio e apostasia. Todos temos livre-arbítrio, capacidade de escolha às coisas naturais (música, arte, ciência etc.), e nascem com isso. Já livre-arbítrio / arbítrio “livre” (bem limitado, na verdade) às coisas espirituais é Deus quem renova pela graça preveniente ao contato com o evangelho, o que pode ser perdido pela apostasia (ex. a pessoa voltar à depravação total). Voltando ao assunto, livre-arbítrio é a capacidade de fazer coisas que sua natureza não permite: 1. A natureza do homem carnal não o permite fazer o bem, exceto pela Graça infinita de Deus usando soberanamente o livre-arbítrio da pessoa se Ele assim o tomar, pois esse descrente não tem a natureza de Cristo; 2. A natureza pura de anjos no Céu após a criação e de Adão e Eva no Paraíso não os permitiam pecar, exceto pelo bom livre-arbítrio se rejeitassem o Senhor, pois não tinham a natureza pecaminosa.


Amém

Graça e paz

Roberto