Graça e paz!
Link para download da Teologia Sistemática Interdenominacional (2/1/26), 4ª edição com as últimas seis complementações do blog (últimos posts):
Seção 12.21 e 12.13.1 atualizada em 2/1/26 (complementações 4 e 5, outro post).
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O Capítulo 19 de Apocalipse (Ap. 19:11-21) é uma batalha espiritual de Cristo contra o Império Romano, vencida pela proclamação da Palavra de Deus:
O Capítulo 19 de Apocalipse não descreve uma vinda física de Cristo como a Segunda Vinda por dois fatos: Primeiro, em lugar algum é descrito que Cristo voltaria em um cavalo. Ele não ascendeu assim e ele retornará como ascendeu [At 1.11]. O cavalo é um emblema de guerra. Segundo, o conflito aqui é espiritual, não físico (diferente do conflito da Segunda Vinda). É uma batalha guerreada e vencida através da Palavra de Deus. É claro pela referência da Palavra como arma que sai da boca do Salvador (Ap 19.15,21). Historicamente, o quinto reino [Reino de Cristo] tomou o lugar do império Satânico pela proclamação da Palavra de Deus. Adams (2000).
Esta batalha de Apocalipse 19
diz respeito à Apocalipse 16.14 (Porque são espíritos de demônios, que fazem
prodígios; os quais vão ao encontro dos reis da terra e de todo o mundo, para
os congregar para a batalha, naquele grande dia do Deus Todo-Poderoso)
comparado com Apocalipse 19.19 (E vi a besta, e os reis da terra, e
os seus exércitos reunidos, para fazerem guerra àquele que estava assentado
sobre o cavalo, e ao seu exército). Quando isso aconteceu? Aconteceu quando
Roma e suas bestas, aliadas com Satanás, perseguiram duramente a Igreja,
representada como o Cordeiro. Mas Jesus, usando-se da sua Igreja, através da
proclamação da Palavra de Deus, venceu a besta do Império Romano, e assim o
Reino de Cristo tornou-se global!
Portanto, mesmo que pareça
chocante, Apocalipse 19:11-21 já se cumpriu na vinda do Senhor Jesus em
julgamento contra Roma e suas bestas, para inauguração completa do Reino de
Deus, o Reino não feito por mãos de homens, o Reino que durará para sempre. Não
é a Segunda Vinda, nem o arrebatamento. Cremos que ocorrerá a segunda vinda e, nela, seremos ‘arrebatados’
(palavra no texto encontrado em 1Tess 4.17).
Teremos uma seção só para a volta de Cristo adiante neste livro. Só quero dizer
que este trecho não fala da Segunda Vinda.
Mas por que Jesus é chamado em Apocalipse 19 como Rei dos Reis e Senhor
dos Senhores? Porque foi nesse capítulo que simboliza e profetiza a vitória de
Cristo sobre o Império
Romano, o último império mundial:
Ezequiel 26.7 e Daniel 2.37, por exemplo, chama Nabucodonosor de rei de
reis (Dn), rei dos reis (Ez). Mas Cristo destronou o último império satânico,
Babilônia (neste caso, é a Roma dos césares), e Daniel fala da coroação de Cristo como verdadeiro, celeste, perfeito e
eterno Rei dos Reis e Senhor dos Senhores, recebendo o
Reino do Pai (ancião de dias):
Daniel 7.13-14 Eu estava olhando nas minhas
visões da noite, e eis que vinha nas nuvens do céu um como o filho do
homem [Jesus]; e dirigiu-se ao ancião de dias [Deus Pai], e o fizeram chegar até ele. E
foi-lhe dado o domínio, e a honra, e o reino, para que todos os povos, nações e
línguas o servissem; o seu domínio é um domínio eterno, que não
passará, e o seu reino tal, que não será destruído.
Isso ocorreu na ressurreição e ascensão de Cristo: de
acordo com Jay
Adams (2000), “pela morte, ressurreição e
ascensão de Cristo [33 d.C.], o império romano não foi imediatamente destruído,
mas foi substituído legalmente pelo Reino de Deus, e os dias do império romano
foram contados [o que indica que sua queda chegaria].”
Apocalipse 19.16 foi, de fato, quando Roma caiu: E no manto e na sua coxa
tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores. Não havia mais nenhum reino
mundial. Só o de Cristo:
Daniel 2.44-45 Mas, nos dias
desses reis, o Deus do céu levantará um reino que não será jamais destruído; e
este reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos esses reinos
[Ap 19], mas ele mesmo subsistirá para sempre, da maneira que viste que do
monte foi cortada uma pedra, sem auxílio de mãos, e ela esmiuçou [em Ap 19]
o ferro, o bronze, o barro, a prata e o ouro; o grande Deus fez saber ao rei
o que há de ser depois disto. Certo é o sonho, e fiel a sua interpretação. Amém.
final da seção 12.13.1 (2/1/26 13h40)
Complementando: Apocalipse 17-19:
Acerca da queda, do juízo e do incêndio de Babilônia (Roma), João, como dito
acima, pega elementos do Antigo Testamento que simbolizam diversos tipos de
juízo divino e aplica isso pelo Espírito
à nova Babilônia, à de Apocalipse (Roma), o último império mundial satânico da
estátua que viu Nabucodonosor:
Fuga e vingança: Jeremias 51.6
Fugi
do meio de Babilônia [Ap. 18.4b Sai dela, povo meu...],
e livrai cada um a sua alma, e não vos destruais na sua maldade; porque este é
o tempo da vingança do Senhor [cf. Ap
19.2 Porque verdadeiros e justos são os
seus juízos, pois julgou a grande prostituta (Babilônia
de Ap. 17), que havia corrompido a terra com a sua fornicação, e das mãos
dela vingou o sangue dos seus servos.];
que lhe dará a sua recompensa (cf. Isaías 48.20 Saí de Babilônia, fugi de entre os caldeus. E anunciai com voz de
júbilo, fazei ouvir isso, e levai-o até ao fim da terra; dizei:
O Senhor remiu a seu servo Jacó).
Copo de ouro: Jeremias 51.7. Babilônia era um copo de ouro
na mão do Senhor, o qual embriagava a toda a terra; do seu vinho beberam
as nações; por isso as nações enlouqueceram. (cf. Apocalipse 17.2 E a mulher estava vestida de púrpura e de escarlata,
e adornada com ouro, e pedras preciosas e pérolas; e tinha na sua mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua
fornicação. E na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande Babilônia, a mãe das prostituições e abominações da terra).
Fogo e juízo: Isaías 13.19
E Babilônia,
o ornamento dos reinos, a glória e a soberba dos caldeus, será como Sodoma e Gomorra
[julgada, incendiada], quando Deus as transtornou. Jeremias 50.32 Então tropeçará o soberbo, e cairá, e
ninguém haverá que o levante; e porei fogo nas suas cidades, o qual consumirá todos os seus
arredores. Jeremias 50.40. Como quando
Deus subverteu a Sodoma e a Gomorra [com juízo/fogo/incêndio],
e as suas cidades vizinhas, diz o Senhor, assim ninguém habitará
ali [Babilônia], nem morará nela filho de homem (cf.
Ap. 18.9 ...sobre ela
prantearão, quando virem a fumaça do seu incêndio; 18.18 E, vendo a fumaça do seu incêndio, clamaram, dizendo: Que cidade é semelhante
a esta grande cidade?).
Caiu! Assolada! Lamento! Jeremias 51.8. Num
momento caiu Babilônia [cf. Ap.
14.8, 18.2: Caiu, caiu a grande Babilônia],
e ficou arruinada [assolada cf. Ap 18.19b];
lamentai por ela [cf. Ap. 18.11 E sobre ela choram e lamentam os mercadores da terra]...
Numa hora, num momento, num dia! Ap
18.19b “porque numa
hora foi assolada.” (cf. Isaías 47.1 Desce,
e assenta-te no pó, ó virgem filha de Babilônia; assenta-te no chão; já não há trono,
ó filha dos caldeus, porque nunca mais serás chamada a tenra nem a delicada. Isaías 47.9 Porém ambas estas coisas virão sobre
ti num momento, no mesmo dia, perda de filhos e viuvez; em toda a sua plenitude
virão sobre ti, por causa da multidão das tuas feitiçarias, e da grande
abundância dos teus muitos encantamentos.)
Até o céu! Jeremias 51.9b ...porque
o seu juízo chegou até ao céu [cf. Ap.
18:5 Porque já os
seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou das iniquidades dela.],
e se elevou até às mais altas nuvens.
Saí dela! Jeremias 51.45. Saí
do meio dela, ó povo meu, e livrai cada um a sua alma do ardor da ira
do Senhor. [cf. Ap.
18.4b Sai dela,
povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não
incorras nas suas pragas.].
Isso não quer dizer que o
império romano ou a babilônia antiga terminaria num incêndio. Isso quer dizer
que esse fogo de Deus é sinal de juízo
de Deus.
No último dia, no dia do Senhor,
no momento de Sua vinda, Deus ressuscitará a todas as pessoas, e Jesus reunirá
a todos, de todas as nações, diante dele.
Ressurreição no último dia
João 6.39,40,44,54, 11.24: Os salvos ressuscitarão no último dia (da
Terra, antes que o céu e a terra se enrolem como um livro cf. Apocalipse 20.11 E vi um grande trono branco, e o que estava
assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu; e não se achou
lugar para eles): Os salvos não ressuscitarão no arrebatamento pré-milenista, que seria
a “primeira fase” da segunda vinda, bem antes do juízo final, mas no último dia
mesmo desse Universo (em hebraico, céus e terra), desses céus e dessa Terra como
é hoje!
João 6.39: E a
vontade do Pai que me enviou é esta: Que nenhum de todos aqueles que me deu [salvos],
eu perca, mas que o ressuscite no último dia.
João 6.40: Porquanto a vontade
daquele que me enviou é esta: Que
todo aquele que vê o Filho, e crê nele, tenha a vida eterna; e eu o
ressuscitarei no último dia.
João 6.44 Ninguém pode
vir a mim, se o Pai que me enviou o não trouxer; e eu o ressuscitarei no
último dia.
João 6.54 Quem come a minha carne
e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia.
João 11.24 Disse-lhe Marta: Eu sei que [Lázaro, salvo] há de ressuscitar na ressurreição do último dia.
1. Teologia
Ortodoxa e Método de Interpretação das Sagradas Escrituras. Na seção 2.1 e 2.2, e em todo o livro,
seguimos a ortodoxia teológica, o que os fiéis escreveram ao longo de mais de 1900
anos. Não me lembro de alguma coisa importante que retirei de uma fonte
heterodoxa que esteja neste livro e seja defendida por mim.
Também seguimos e
interpretamos a Bíblia pelo método que denomino “histórico-gramatical-teológico”
(isto é, de fundamentação histórico-gramatical, mas sem desconsiderar a
teologia por trás dos versículos), e não o liberal método histórico-crítico,
nem o fantasioso método alegórico usado na idade média (que dizia que cada
verso tem quatro significados diferentes). A única exceção nisso é que eu creio
que Deus (que é infinito) pode ter escrito alguns versos chave com dois
significados (assim eu não limito a Deus ter se revelado em cada verso apenas
com um significado com esse pressuposto), por exemplo, Ezequiel 28 serve tanto
literalmente para Satanás, como alegoricamente para o príncipe de Tiro; Outro
exemplo: Oseias 11.1 fala tanto de Israel como de Jesus: ambos foram chamados
do Egito (do Egito chamei a meu filho, citado por Mateus 2:15).
Por que, alguém pode se perguntar, não sigo estritamente o
método histórico-gramatical ou gramático-histórico, mas sim adaptei e criei um
método chamado histórico-gramatical-teológico? Vou dar um exemplo.
Leia 1Samuel 28 (Saul consulta uma
necromante/feiticeira/médium).
Veja que o autor bíblico do final de 1Samuel provavelmente
era um servo de Saul, pois Samuel já havia morrido. Isso é comum, assim como Josué
deve ter sido o autor do final de Deuteronômio (trecho após a morte de Moisés).
A pessoa que escreveu 1Sm 28, leia, está realmente convencida, crendo que
Samuel veio dos mortos pela feiticeira. Se eu cresse apenas na gramática e
historicidade desse capítulo, sem ver o resto da Bíblia, alguém poderia
acreditar, como Augustus Nicodemus acreditou – lembre-se de que ele usa o
método gramático-histórico, afirmando loucamente que Samuel realmente voltou da
sepultura (Nicodemus, Augustus: Cristianismo Descomplicado, Mundo Cristão, 1ª
ed., 2017, pág. 29).
Mas graças a Deus temos a teologia e as outras Escrituras
(outros trechos). Não dá para se interpretar a Bíblia apenas historicamente e
gramaticalmente desconsiderando a teologia: a Bíblia é um livro teológico.
A Bíblia inteira diz outra coisa: que seria impossível
Samuel voltar à vida por uma feiticeira, o relato é duvidoso e estragado pois
Saul estava perturbado e sem comer, a profecia do pseudo-Samuel não se cumpriu,
Samuel era salvo e estava na Glória etc. (ver “Hernandes
Dias Lopes. É possível os mortos se comunicarem com os vivos? EBD. <https://www.YouTube.com/watch?v=ZgUndEF-Eis>.
24 de agosto de 2020.”).
Por isso que meu método de interpretação das Escrituras é a
união do modelo histórico-gramatical com a sã teologia, na qual faço um
equilíbrio com a história, com as palavras e a gramática do texto, e com a
teologia ortodoxa.
Complementação 3: Seção 4.2
Para embasar o raciocínio citado
de Bodie Hodge (Cristo, sendo Deus, simplesmente não a recebe [natureza
pecaminosa] pela virtude de que Ele é o Filho de Deus), achando eu que
era mistério oculto cf. Deuteronômio 29.29 (As coisas encobertas pertencem
ao Senhor nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem a nós e a nossos filhos
para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei), fui
surpreendido pelo Pr. Gilberto Ferraz que me levou a um vídeo na
internet: “The Bible Project: Santidade”
(Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=EEf8lGwWr2k>. Acesso em:
Dez. 2025): com as minhas
palavras: “No tempo da lei quem tocasse em
morto, leproso ou fluxo corporal (ou cometesse pecado) teria que cumprir um
ritual para se aproximar de Deus e corria risco de morte se não estivesse
totalmente purificado, pois Deus é Santo. Por isso Isaías quando viu ao Senhor
pensou que iria morrer, mas o Senhor tocou-o com uma brasa do altar e disse:
“Você está purificado de sua iniquidade”. Da mesma maneira, as águas sanadoras
da visão de Ezequiel por onde passavam purificavam tudo à sua volta (as mesmas
do final de Apocalipse). Pelo mesmo raciocínio, Jesus, o Filho de Deus,
infinitamente Santo, tocou em leproso, também foi tocado pela mulher com fluxo
de sangue (além de ter tocado em defuntos), e ao tocar em Jesus as pessoas
foram purificadas e Jesus não se contaminou. Em resumo, aplicando isso à
concepção miraculosa de Jesus, a infinita santidade de Deus manteve puro o
fruto no ventre de Maria, ainda que ela mesmo fosse pecadora (ela mesmo
confessa precisar do Salvador no evangelho de Lucas cap. 1). Conclusão: a
impureza limitada de Maria jamais mancharia a
infinita pureza de Deus e de Cristo.” Amém!
Resumindo
Homem natural: (I Coríntios
2:4-16 acf) 14 Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de
Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se
discernem espiritualmente. 15 Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele
de ninguém é discernido. 16 Porque, quem conheceu a mente do Senhor, para que
possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo.
Homem carnal: continuação do
trecho acima (I Coríntios 3:1-3 acf) 1 E eu, irmãos, não vos pude falar como
a espirituais, mas como a carnais, como a meninos em Cristo. 2 Com leite vos
criei, e não com carne, porque ainda não podíeis, nem tampouco ainda agora
podeis, 3 Porque ainda sois carnais; pois, havendo entre vós inveja, contendas
e dissensões, não sois porventura carnais, e não andais segundo os homens?
Homem espiritual: 1Coríntios 3:1
(acima) e Gálatas 6.1 Irmãos, se algum homem chegar a ser surpreendido
nalguma ofensa, vós, que sois espirituais, encaminhai o tal com espírito de
mansidão; olhando por ti mesmo, para que não sejas também tentado.
Isso embasa a definição que uso em
Romanos 7 (processo de conversão seção 10.3.1): homem natural: nascemos
assim, nascemos ignorantes das coisas espirituais, não evangelizado. Homem
carnal: este foi chamado em Cristo, evangelizado, com iluminação parcial, pode
frequentar igreja como os Coríntios etc., mas ainda não salvo: são meninos/bebês
na fé (tomam leite e não alimento sólido) e não maduros (Romanos 7 também fala
do homem carnal). Homem espiritual: pessoa (bem mais) madura na fé, nascida de
novo, salva, escolhida.
Outro parágrafo aprimorado (mesma seção):
Unindo algumas seções sobre
livre-arbítrio (esta (8.5), 10.3.1, 10.3.2, 13.1, 13.6), e complementando (em
2025), falemos de livre-arbítrio e apostasia. Todos temos livre-arbítrio,
capacidade de escolha às coisas naturais (música, arte, ciência etc.), e nascem
com isso. Já livre-arbítrio / arbítrio “livre” (bem limitado, na verdade) às
coisas espirituais é Deus quem renova pela graça preveniente ao contato
com o evangelho, o que pode ser perdido pela apostasia (ex. a pessoa voltar à
depravação total). Voltando ao assunto, livre-arbítrio é a capacidade de fazer
coisas que sua natureza não permite: 1. A natureza do homem carnal
não o permite fazer o bem, exceto pela
Graça infinita de Deus usando soberanamente o livre-arbítrio da pessoa
se Ele assim o tomar, pois esse
descrente não tem a natureza de Cristo; 2. A natureza pura de anjos no Céu após
a criação e de Adão e Eva no Paraíso não os permitiam pecar, exceto pelo bom
livre-arbítrio se rejeitassem o Senhor, pois não tinham a natureza pecaminosa.
Amém
Graça e paz
Roberto