quinta-feira, 18 de junho de 2026

(12h00) A Trindade: Oriente versus Ocidente: 6ª edição de 18 de junho de 2026

Graça e Paz

Nova versão!

Deus me agraciou!

Vamos até as raízes do que a Bíblia diz.

"Seção 3.4.1 A Trindade: Esclarecimentos Adicionais. Ocidente versus Oriente" aprimorada

Baixem de graça:

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Seção nova vinda da Providência e do Amor de Deus.

3.4.1 A Trindade: Esclarecimentos Adicionais. Ocidente versus Oriente

Essa seção foi aperfeiçoada em junho de 2026 para a glória de Deus, e para que a Igreja do Senhor chegue mais perto da Palavra com a teologia, através de uma “fé mais pura e límpida, clara como cristal, cuja origem está na Palavra” (Rm 10.17).

 

As formulações mais conhecidas da Trindade, a mesma da seção anterior, usadas abundantemente neste livro, amparadas pelos Católicos e Protestantes, são baseadas na formulação da Igreja do Ocidente: “1 DEUS em 3 PESSOAS”, ou seja, “1 ESSÊNCIA DIVINA (1 DEUS) em 3 PESSOAS, o PAI, o FILHO e o ESPÍRITO SANTO”.

Já a formulação da Trindade na Igreja Ortodoxa Oriental, mesmo que não apoie algumas doutrinas dela que me parecem estranhas (por ex., a definição de “essência versus energia”), também é bíblica, baseada nos pais da Igreja e no credo Niceno-Constantinopolitano (aperfeiçoamento do Credo de Niceia):

O PAI é fundamentalmente DEUS, chamado na Escritura “DEUS” (pois grande parte da Escritura, quando usa a expressão “Deus”, fala do Pai). JESUS CRISTO e o ESPÍRITO SANTO são DEUS de DEUS, LUZ de LUZ, sendo CRISTO GERADO e o ESPÍRITO PROCEDENTE do PAI. Essa doutrina chama-se “Monarquia do Pai”. Não entraremos em detalhes secundários dela, apenas aos essenciais claramente expostos na Escritura.

 

A Escritura, na linguagem do Novo Testamento, chama o Pai de Deus, o Filho de Senhor, e o Espírito Santo de Espírito. Isso não é acidental. A Escritura não apoia em seus versículos explicitamente e expositivamente a notação “essência divina (Deus), Pai, Filho e Espírito Santo”, mas sim, “Pai (origem, não gerado, não procedente), Filho (gerado de Deus), Espírito Santo (procedente de Deus)”.

Em contrapartida, o problema com a formulação integral do Ocidente é que implicitamente, na prática, ao ensinar essa doutrina, podemos pender para uma quaternidade: “ESSÊNCIA DIVINA (DEUS), PAI, FILHO e ESPÍRITO SANTO”.

O que a Escritura nos diz?

 

Vejamos a Escritura, ela é perfeita e é a preservada Palavra de Deus para todos os cristãos, sejam eles ocidentais ou orientais. Quando a Escritura usa a expressão “Deus”, quer dizer que a fonte da Divindade é o Pai, a própria Pessoa do Pai, e não uma essência divina abstrata.

1 Coríntios 8:6 "Todavia para nós há um só Deus, o Pai, de quem é tudo e em quem estamos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós por ele."

João 17:3 "E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste."

João 15:26 "Mas, quando vier o Consolador, que eu da parte do Pai vos hei de enviar, aquele Espírito de verdade, que procede do Pai, ele testificará de mim."

Efésios 4:6 "Um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos e em todos vós."

João 5:26 "Porque, como o Pai tem a vida em si mesmo, assim deu também ao Filho ter a vida em si mesmo;"

1 Coríntios 11:3 "Mas quero que saibais que Cristo é a cabeça de todo o homem, e o homem a cabeça da mulher, e Deus a cabeça de Cristo."

 

Mesmo após a ressurreição em glória, o Pai permanece como a fonte e o Deus da humanidade de Cristo

João 20:17 "Disse-lhe Jesus: Não me toques, porque ainda não subi para meu Pai, mas vai para meus irmãos, e dize-lhes que eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus."

 

No Apocalipse: Relação Eterna Deus-Cristo

No livro de Apocalipse, o Cristo glorificado e entronizado repete quatro vezes seguidas a expressão "meu Deus", reforçando que sua relação filial e a primazia do Pai persistem na eternidade.

Apocalipse 3:12 "A quem vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus, e dele nunca sairá; e escreverei sobre ele o nome do meu Deus, e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, do meu Deus, e também o meu novo nome."

 

Divindade do Filho, onde a Escritura chama Jesus de Deus. Na teologia (Credo Niceno): DEUS de DEUS.

Hebreus 1:8 "Mas, do Filho, diz: Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos; cetro de equidade é o cetro do teu reino."

Romanos 9:5 "Dos quais são os pais, e dos quais é Cristo segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus bendito eternamente. Amém."

Tito 2:13 "Aguardando a bem-aventurada esperança, e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus;"

 

Divindade do Espírito Santo (que é, assim como o Filho, Deus de Deus):

Atos 5:3-4 "Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, e retivesses parte do preço da herdade? Guardando-a não ficava contigo? E, vendida, não estava em teu poder? Por que formaste este desígnio em teu coração? Não mentiste aos homens, mas a Deus."

 

Segue-se que a Escritura, embora apoie quase toda a seção anterior (3.4 A Trindade, citação da AGIR), só não apoia a designação de DEUS como essência divina abstrata (o que parece uma quaternidade), mas apoia a designação de DEUS identificado com a própria Pessoa do Pai, Deus Pai, e, consequentemente, o FILHO e o ESPÍRITO como DEUS de DEUS (Deus cuja origem – gerado e procedente – vem de Deus).

 

A Trindade

Diferenciamos o Pai ao Filho, pois o Pai gerou o Filho, e o Filho é gerado pelo Pai. O Pai é quem gera, e assim Ele se autodenominou através das Palavras do Filho na Escritura como o Pai, e o Filho é autodenominado Filho de Deus, ou Deus Filho, porque é fruto da geração do Pai, gerado pelo Pai (Hebreus 1:5 Porque, a qual dos anjos disse jamais: Tu és meu Filho, Hoje te gerei? E outra vez: Eu lhe serei por Pai, E ele me será por Filho?). Essa é a diferenciação da primeira com a segunda pessoa da Trindade. O Pai não foi gerado, nem procedente. Nenhuma Pessoa divina foi criada, nem existiu tempo algum em que uma Pessoa existia e outra Pessoa da Trindade não.

Acerca do Espírito Santo, a Escritura afirma que o Espírito é Procedente do Pai, e que Cristo, da parte do Pai, é quem envia o Espírito (João 15.26 Mas, quando vier o Consolador, que eu da parte do Pai vos hei de enviar, aquele Espírito de verdade, que procede do Pai, ele testificará de mim), também que o Pai enviará em nome do Filho (João 14.26 Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito). O Espírito é chamado Espírito de Deus (do Pai), e Espírito de Cristo (do Filho) em Romanos 8.9 (Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele).

Veja essa citação (origem ocidental), será usada para outros raciocínios abaixo:

“Na unidade da Divindade há três pessoas de uma mesma substância, poder e eternidade: Deus o Pai, Deus o Filho e Deus o Espírito Santo. O Pai não é de ninguém: não é gerado, nem procedente; o Filho é eternamente gerado do Pai; o Espírito Santo é eternamente procedente do Pai e do Filho.Confissão de Fé de Westminster, 1643-1649.

Devemos meditar ainda: O Filho/Logos/Verbo/Palavra (Jo 1.1) existia ou era uma pessoa, inclusive divina, antes de ser gerado na eternidade, assim como o Espírito, Ele era uma pessoa divina antes de ser procedente, ou apenas o Pai?

Segundo os autores do livro Filosofia e Cosmovisão Cristã, de J.P. Moreland e William Lane Craig (2005), Tertuliano, um pai da igreja, acreditava incorretamente que antes de ser gerado e procedente, respectivamente, o Filho e o Espírito não eram pessoas distintas do Pai:

O Pai existe eternamente com seu Logos imanente; na criação, antes do começo de todas as coisas, o Filho procede do Pai e, assim, se torna seu primeiro Filho gerado, por meio de quem o mundo é criado {Contra Práxeas - CP, 19). Desse modo, o Logos se torna Filho de Deus somente ao proceder do Pai como ser substantivo {CP, 7). Parece que Tertuliano estaria considerando o Filho e o Espírito pessoas distintas somente depois de sua processão do Pai {CP, 7), mas está claro que ele insiste em sua distinção pessoal a partir pelo menos deste ponto.

Apesar de Tertuliano ter contribuído em muito para a teologia na sua época, essa parte está incorreta, pois o Filho e o Espírito sempre existiram como pessoas divinas distintas da pessoa do Pai, sendo eternos. Era uma época em que a igreja não havia desenvolvido e descoberto os primeiros credos dos concílios pela Escritura.

Por que a igreja cristã verdadeira não creu nisso, que o Filho e o Espírito fossem pessoas distintas somente depois de sua “processão” do Pai na eternidade? A pergunta é respondida pelo pai da Igreja Atanásio, anos mais tarde, contra a heresia do arianismo. A heresia defendida por Ário (daí vem arianismo) está citada no parágrafo abaixo:

“Embora outros teólogos alexandrinos como Orígenes — em contraste com Tertuliano — argumentassem que a geração do Logos do Pai não teve início, mas é desde a eternidade, a razão de a maioria dos teólogos considerar a doutrina de Ário inaceitável não era, como Ário imaginava, porque ele afirmava que “o Filho teve um início, mas Deus não teve início” {Carta a Eusébio de Nicomédia 4,5). Em vez disso, questionava-se que Ário negava até mesmo que o Logos preexistia imanentemente em Deus antes de ser gerado, ou que não era, em qualquer sentido, da substância do Pai, de modo que seu início não foi de fato um início, mas uma criação ex nihilo e que, portanto, o Filho era uma criatura. Como protestou mais tarde Atanásio, bispo de Alexandria, no conceito de Ário, Deus sem o Filho carecia de seu Verbo e sabedoria, o que é blasfêmia {Discurso contra os arianos 1.6.17) [...].” Moreland e Craig (2005).

Portanto, de acordo com esses parágrafos (cujo raciocínio será aperfeiçoado até o final dessa seção), o Filho, em sua pessoa, é eterno, e, mesmo tendo sido gerado no pai desde a eternidade, já preexistia em Deus Pai “antes” de ser gerado (logo veremos se a expressão “antes” é satisfatória para a eternidade). Por quê? Esclarece Atanásio: Deus sem o Filho carecia de seu Verbo e sabedoria, o que é blasfêmia.

Esticando esse raciocínio, posso dizer que o Espírito, em sua pessoa, que também é eterno, mesmo tendo sido procedente do Pai e do Filho desde a eternidade, já preexistia em Deus antes de ser procedente. Por quê? Porque Deus sem o Espírito não é Espírito (ou melhor, Deus é eternamente Espírito – então o Espírito é eterno). E Deus é Espírito, sempre foi. "Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade. João 4:24." Nunca houve um tempo, momento ou condição em que Deus não fosse Espírito. Alguém que não conhece teologia pode dizer que Jesus não era espírito. Na verdade, sim, a humanidade de Jesus se consistia também de carne, mas Deus (essência divina) é Espírito!

Para melhorar e aperfeiçoar o raciocínio dos últimos parágrafos, começamos falando que, na eternidade, não existe a noção de “antes de ser gerado”, ou “antes de ser procedente”. Na eternidade, na qual está o Deus eterno, não há antes e depois, mas um presente absoluto e completo.

Portanto, acerta quem confia na Confissão de Fé de Westminster, que diz que o Filho é eternamente gerado do Pai, e o Espírito eternamente procedente também! É algo eterno, contínuo, sem início ou fim (se é eternamente gerado e procedente, permanece assim, “continuamente” – melhor dizendo, “sem sucessão”). Armínio (Obras de Armínio, vol. 1, pág. 423, 2015), concordando com isso, diz que:

Dizemos que [o Pai] gerou desde toda a eternidade, porque Ele não foi o Deus de Jesus Cristo, antes de ser seu Pai, nem foi simplesmente Deus antes de ser seu Pai. Porque, assim como não podemos imaginar uma mente destituída de razão, também dizemos que é ímpio formar em nossa mente uma concepção de um Deus sem a sua palavra (Jo 1.1,2). Além disso, segundo os sentimentos da antiguidade sagrada e da Igreja universal, visto que esta geração é uma operação interna [...], ela é igualmente desde toda a eternidade [contínua]. Porque todas as operações são eternas, a menos que desejemos sustentar que Deus é passível de mudar.

Então? Então, segundo Armínio, “o Pai é a fonte e a origem de toda a Divindade, e o princípio e a causa do próprio Filho, como sugere a palavra “Pai” (Jo 5.26,27). [...]. O Pai é chamado de “não gerado” [...], e é também por esse motivo que o nome de Deus com frequência é atribuído nas Escrituras, peculiarmente e por meio de eminência, ao Pai.” Obras de Armínio (2015).

Como diz o credo niceno-constantinopolitano, “o Filho foi gerado do Pai, luz de luz, Deus de Deus...” Isso implica que Deus Pai comunica (em linguagem grosseira, “comunica” significa “transmite”) a divindade ao Filho (e, claro, também ao Espírito!).

Concluímos, finalmente, que Deus Pai é “não gerado” (sendo assim a primeira pessoa da trindade), pois é, segundo Armínio, a fonte e origem da divindade do Filho e do Espírito. Na Bíblia, muitas vezes, quando se diz ‘Deus’, geralmente está falando de Deus ‘Pai’. O Pai gera eternamente (isto é, na eternidade, fora do tempo criado) o Filho e, nessa geração eterna, comunica ao Filho, sem sucessão, atemporalmente, sua essência divina (isto é, a mesma natureza ou divindade), de modo que, assim como a Confissão de Westminster diz que o Filho é eternamente gerado pelo Pai, o Filho sempre foi Deus, uma pessoa divina. Deus é imutável e isso sempre foi assim e nunca mudou, o que quero dizer que o Filho sempre foi e sempre será gerado eternamente do Pai, que é a fonte imutável dessa essência divina. Nunca houve época em que o Filho não fosse uma pessoa divina, ou que não tivesse sido gerado.

Concluímos, também, que uma vez que o Espírito Santo “procede do Pai e do Filho”, Ele é, em sua ordem, a terceira pessoa da trindade. O verso abaixo, referido, Jo 15.26 (Mas, quando vier o Consolador, que eu da parte do Pai vos hei de enviar, aquele Espírito de verdade, que procede do Pai, ele testificará de mim) diz que o Espírito, na verdade, é enviado por Cristo, mas procede apenas do Pai. É a Bíblia, leia. Não procede do Filho segundo a literalidade das Palavras da Bíblia, mas é enviado pelo Filho e procede (vem) do Pai. O que quer dizer? Que é Cristo quem O envia (e de fato enviou a nós quando ascendeu ao Pai), mas que o Espírito recebe Sua Divindade do Pai “continuamente” (isto é, sendo eternamente procedente de modo atemporal e sem sucessão), que é a fonte da Divindade, assim como o Filho também recebe Sua Divindade do Pai “continuamente” (isto é, significando eternamente gerado de modo atemporal e sem sucessão).

Para um maior esclarecimento, o Espírito Santo procede apenas do Pai, ou do Pai e do Filho? Resposta: ambos estão corretos, dependendo do significado atribuído ao verbo proceder, e justamente por isso ocorreu a confusão do Cisma da Igreja em cima da Cláusula Filioque (...e do Filho). Ela ocorreu principalmente devido à diferença da expressão “que procede do Pai” em latim versus no grego: latim (procedere - avançar, espalhar-se, enviar) e em grego (ekporeuesthai - proceder a partir de uma fonte original de existência):

No quesito de receber sua Divindade, conforme a Escritura, o Espírito é procedente apenas do Pai (o Pai é a fonte da Divindade, ou seja, a causa – o princípio – do Filho e do Espírito). No quesito mais abrangente do termo "proceder", conforme a comunhão da mesma divindade entre as três Pessoas da Trindade, em que a Bíblia também é extremamente clara, o Espírito Santo é o Espírito do Pai e do Filho, procedente (no sentido geral) tanto do Pai como do Filho – do Filho não por receber a divindade do Filho, mas porque "o Espírito é dado, revelado, manifesto, advém e é conhecido pelo Filho" conforme Gregório Palamas, Tomo (1351 apud Migne, J. P., Patrologiae cursus completus (Apology 142.262C-D), series graeca, Paris (1857-1866) apud Papadakis, Aristeides (1983, Crisis in Byzantium: The Filioque Controversy in the Patriarchate of Gregory II of Cyprus (1283-1289), New York: Fordham University Press, pág. 91))). Amém.

Portanto, Deus Pai é eternamente a fonte da divindade, não gerado; Deus Filho é eternamente gerado do Pai; e Deus Espírito Santo é eternamente procedente do Pai, e eternamente enviado do Filho (ou, em formulações teológicas distintas, conforme a variação do significado do verbo “proceder”, eternamente procedente do Pai e do Filho). Por que coloquei tantas vezes eternamente? Porque, dando uma última ênfase, isso nunca foi diferente, pois Deus é imutável – não muda, nunca mudou! Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e eternamente! (Hb 13.8).

Concluímos que nossa compreensão da Trindade não necessita obrigatoriamente que pensemos nela através do modo ocidental de ‘Um Deus em Três Pessoas’, nem como ‘Um Deus (uma essência divina) que subsiste em três Pessoas, Pai, Filho e Espírito Santo’. A própria menção de “PAI, FILHO e ESPÍRITO SANTO” já engloba a Divindade, ou seja, já abarca a Divindade que tem sua fonte na Pessoa do Pai, estando o Filho Jesus Cristo e o Espírito Santo eternamente e imutavelmente unidos em comunhão com o Pai.

Amém.

 


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