quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Exaltação ao Senhor

Glória a Deus, o eterno, o único, acima de toda teologia, filosofia, física e ciência! Acima de toda lógica! Acima do intelecto, pensamento, imaginação e feitos de toda humanidade passada, presente e futura! Infinitamente acima dos computadores quânticos e da inteligência artificial! Acima de toda Terra! Acima de toda vida! É o doador da vida! Está acima de todo Universo! Acima de todos os anjos! Acima de todos os tronos! Acima de todo o Paraíso! Os céus/Universo refletem a glória de Deus, e o homem nem chegou a saber o que há em toda sua extensão! Deus é o infinito, o exaltado, o TODO-PODEROSO! Nada é impossível para Deus! Deus dá a vida e tira a vida! Leva à sepultura e faz subir dela! Enriquece e empobrece! Ele está acima das guerras humanas, Ele é o Senhor dos Exércitos!

Ele rege e peleja com justiça! O Senhor é o que pisa o lagar da ira e do furor do Deus Todo-Poderoso!

Ele é Deus, Pai, Filho, Espírito Santo! É Amor e Santo, Santo, Santo! É bondoso com quem quer e severo com quem merece! É imparcial! É Justo! É Fiel!

Quem compreendeu a mente do Senhor? Ele está acima da nossa realidade! Ele é a própria realidade absoluta! Ele é o Caminho, a Verdade e a Vida! Ele é o Salvador, Criador, Sustentador, Planejador, Rei Supremo!

Ele é o EU SOU! É aquele que É! Que abriu o mar vermelho, que faz o monte fumegar, que fez a virgem ficar grávida de Jesus! Que encarnou e entrou na nossa realidade, assumindo a humanidade como nós!

Ele é Aquele que conhece teu sofrimento! É aquele que viveu por nós, que sofreu e morreu em nosso lugar! O amigo que dá a vida pelos outros! O Cordeiro cujo sacrifício é perfeito, único, celeste, vicário e cabal! É aquele mais sublime que os céus!

Não podemos alcança-lo, mas é Ele quem se revela por bondade!

Sua Palavra é a Verdade! A Palavra de Deus é infinita, é viva e eficaz!

Aleluia!

Rm 11.33 Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis os seus caminhos!

34 Porque, quem compreendeu a mente do Senhor? Ou quem foi seu conselheiro?

35 Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado?

36 Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém. (Romanos 11:3-36 acf)


terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

LINK DA TEOLOGIA SISTEMÁTICA ATUALIZADO (18/fev/26 16h30)

Graça e Paz, atualizado 18-2-26 16h30

As duas complementações à Teologia Sistemática dos posts anteriores foram incorporadas.

Novo link:

https://www.mediafire.com/file/ycy0mjv0e4s0lif/18-fev-26_Teologia_Sistem%25C3%25A1tica_Interdenominacional.pdf/file

Está também no site academia.edu;

Na loja kindle da amazon levará umas 4 horas a partir desse post para atualizar o arquivo para novos compradores que não compraram a edição anterior de jan/26.

Grato

Complementação futura 2 à Teologia Sistemática (aprimorado 18-fev 16h30)

Graça e paz
Voltando com... Lucas 14 melhorado!

26 Se alguém vier a mim, e não aborrecer a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também a sua própria vida, não pode ser meu discípulo [verdadeiro, colchetes meus].
27 E qualquer que não levar a sua cruz, e não vier após mim, não pode ser meu discípulo.
28 Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar?
29 Para que não aconteça que, depois de haver posto os alicerces, e não a podendo acabar, todos os que a virem comecem a escarnecer dele,
30 Dizendo: Este homem começou a edificar e não pôde acabar.
31 Ou qual é o rei que, indo à guerra a pelejar contra outro rei, não se assenta primeiro a tomar conselho sobre se com dez mil pode sair ao encontro do que vem contra ele com vinte mil?
32 De outra maneira, estando o outro ainda longe, manda embaixadores, e pede condições de paz.
33 Assim, pois, qualquer de vós, que não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo. (Lucas 14:26-33 acf)

Lucas 14 ensina que ninguém que não deixou tudo pode ser discípulo verdadeiro e fiel de Jesus. Mas isso pode ser entendido que, conforme a linguagem da parábola, Deus, Aquele que deu a própria exigência para o discipulado e Aquele que chama os homens, capacitando-os para serem discípulos, faz as contas desde a eternidade se a pessoa pela graça deixou ou renunciou tudo o que Ele pediu (o equivalente a ter dinheiro suficiente para construir aquela torre até a conclusão, ou se tomou conselho se com um exército de 10 mil guerreiros vence um de 20 mil), e só essas pessoas que amaram Jesus mais do que pai, mãe etc., levaram a cruz, serão discípulos de Jesus. E um verdadeiro discípulo, fiel e temente a Deus, é sinônimo de um salvo. E todo aquele que, pela graça, segundo a linguagem bíblica crua, renunciou tudo o que Deus pede (v.33) vai perseverar até o fim e alcançar a glorificação (que é equivalente, conforme a parábola, ao fato do exército de 10 mil vencer o de 20 mil, e ao fato da torre ser construída). E Deus, o Rei e arquiteto da parábola (Senhor dos Exércitos e Edificador da Obra), não será escarnecido (cf. Romanos 2.24: “Pois, como está escrito, o nome de Deus é blasfemado entre os gentios por vossa causa.”). Assim, todos que serão salvos, aqueles que não resistirão ao contato da Palavra de Deus, que serão ou estão sendo constrangidos em seu livre-arbítrio pelo Espírito, estes receberão fé salvadora pela Palavra e pelo testemunho de Cristo, pois renunciarão a tudo o que Cristo pedir, levarão a cruz e serão justificados (isto é, serão discípulos fiéis e bons mordomos) e, baseado também nessa parábola, todos os justificados serão glorificados, ou seja, a Obra de Deus na vida dos discípulos, dos salvos, será completada (conforme v. 30), ecoando Romanos 8.28-30. Amém.


Complementação futura 1 à Teologia Sistemática

Explicando o comentário de Fausset abaixo, encontrado no meu livro:

Hebreus 9 (ACF 2007)

11 Mas, vindo Cristo, o sumo sacerdote dos bens futuros, por um maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos, isto é, não desta criação,

12 Nem por sangue de bodes e bezerros, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção.

Cristo entrou no Santo dos Santos do Céu - na Presença Pessoal de Deus, inacessível, nos comprou com Seu Sangue e nos resgatou.

22 E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão.

23 De sorte que era bem necessário que as figuras das coisas que estão no céu assim se purificassem; mas as próprias coisas celestiais com sacrifícios melhores do que estes.

Comentário de A. R. Fausset (1866) [colchetes meu, Roberto]: O pecado do homem introduziu um elemento de desordem nas relações de Deus e Seus santos anjos em relação ao homem. A purificação remove este elemento de desordem e muda a ira de Deus contra o homem no céu (projetado para ser o lugar de Deus revelando Sua graça aos homens e anjos) em um sorriso de reconciliação [pelo Sangue de Jesus, colchetes meus]. Compare “paz no céu” (Lucas 19.38). “O céu incriado de Deus, embora em si uma luz imperturbável, ainda precisava de uma purificação [reconciliação Deus-homem em Cristo], na medida em que a luz do amor foi obscurecida pelo fogo da ira contra o homem pecador” [Delitzsch in Alford]. Contraste Apocalipse 12:7-10. A expiação de Cristo teve o efeito também de expulsar Satanás do céu (Lucas 10.18; Jo 12.31; compare com Hb 2.14). O corpo de Cristo, o verdadeiro tabernáculo (ver Hebreus 8.2, Hb 9.11), como tendo o nosso pecado imputado (2Co 5.21), foi consagrado (Jo 17.17, 17.19) e purificado pelo derramamento de Seu sangue para ser o ponto de encontro entre Deus e o homem.

Explicação minha: o pecado de Adão afetou a relação Deus-homem, e essa relação só é corrigida/"céu" "purificado" (linguagem de Hebreus 9.23, que não significa céu impuro, mas relação Deus-homem restaurada) pelo sacrifício de Cristo que trouxe a reconciliação e a justificação, e que é nosso mediador na aliança da graça. O homem não justificado está na ira e separação de Deus. O homem justificado está na paz e união com Deus. Em linguagem simples, é isso que a citação acima e Hebreus 9.23 deve fazer entender.