quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Complementação 3 à T.S.: Citação que faltava.

Seção 4.3

Para embasar o raciocínio citado de Bodie Hodge (Cristo, sendo Deus, simplesmente não a recebe [natureza pecaminosa] pela virtude de que Ele é o Filho de Deus), achando eu que era mistério oculto cf. Deuteronômio 29.29 (As coisas encobertas pertencem ao Senhor nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem a nós e a nossos filhos para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei), fui surpreendido pelo Pr. Gilberto Ferraz que me levou a um vídeo na internet: “The Bible Project: Santidade” (Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=EEf8lGwWr2k>. Acesso em: Dez. 2025): com as minhas palavras: “No tempo da lei quem tocasse em morto, leproso ou fluxo corporal (ou cometesse pecado) teria que cumprir um ritual para se aproximar de Deus e corria risco de morte se não estivesse totalmente purificado, pois Deus é Santo. Por isso Isaías quando viu ao Senhor pensou que iria morrer, mas o Senhor tocou-o com uma brasa do altar e disse: “Você está purificado de sua iniquidade”. Da mesma maneira, as águas sanadoras da visão de Ezequiel por onde passavam purificavam tudo à sua volta (as mesmas do final de Apocalipse). Pelo mesmo raciocínio, Jesus, o Filho de Deus, infinitamente Santo, tocou em leproso, também foi tocado pela mulher com fluxo de sangue (além de ter tocado em defuntos), e ao tocar em Jesus as pessoas foram purificadas e Jesus não se contaminou. Em resumo, aplicando isso à concepção miraculosa de Jesus, a infinita santidade de Deus manteve puro o fruto no ventre de Maria, ainda que ela mesmo fosse pecadora (ela mesmo confessa precisar do Salvador no evangelho de Lucas cap. 1). Conclusão: a impureza limitada de Maria jamais mancharia a infinita pureza de Deus e de Cristo.” Amém!


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